Roupa de dormir segredo das mulheres

31/jan/2013 - Explore a pasta 'Night-suit' de Nome Sobrenome no Pinterest. Veja mais ideias sobre Pijama, Roupa de dormir, Roupas. O segredo do estilo das mulheres com mais de 50 anos ... principalmente se estiver a usar peças grandes de roupa. Usar um cinto poderá ajudá-la a conseguir fazê-lo. ... Os melhores truques de ... 3/jun/2020 - Explore a pasta 'Roupa noturna' de evelynk802, seguida por 183 pessoas no Pinterest. Veja mais ideias sobre Roupa noturna, Roupas tumblr, Roupas. O segredo do estilo das mulheres com mais de 50 anos Caso seja uma mulher com mais de 50 anos, tal não significa que o seu estilo tenha de ser aborrecido. Na verdade, esta é uma excelente idade ... Novidades de 2020! Compre Micro Roupa Interior Das Mulheres a um ótimo preço no AliExpress. Encontre mais Micro Roupa Interior Das Mulheres em Ocasiões Especiais, Conjuntos de lingerie, Calcinha, Babydolls e chemises! E não perca as ofertas limitadas em Micro Roupa Interior Das Mulheres! Pijamas, Roupões e Casacos Há quem os use apenas para dormir e outros que gostam de passar o dia de pijama. De qualquer das formas, sabemos que o segredo de um pijama perfeito está no conforto que experimentamos quando o usamos. É por isso que na Tramas selecionamos cuidadosamente os tecidos dos nossos pijamas e adicionamos detalhes aos modelos que proporcionam esse conforto extra. Os pesquisadores foram capazes de verificar que os cérebros das mulheres requerem mais tempo para “descansar” e para se recuperarem, o resultado do desgaste diário da multiplicidade de tarefas que desempenham. As mulheres devem assumir diferentes tarefas alternando o trabalho, cuidar das crianças, as tarefas doméstico, o mercado ...

Baixar video do Instagram grátis e usar automação Instagram.

2019.10.08 20:20 simonekama Baixar video do Instagram grátis e usar automação Instagram.

Baixar video do Instagram grátis e usar automação Instagram.
Ganhar seguidores no Instagram através de automação e baixar video do Instagram sem precisar usar aplicativos.

Eventos Sobre Baixar Video Do Instagram Que Você Deveria Participar.

No artigo de hoje, vamos apresentar {a entrevista} feita com uma das maiores personalidades a respeito de “automação Instagram”. Então, Segredos imperdíveis sobre como evitar a tão temida não vender nada e informações sobre aumentar o engajamento no Instagram vão ajudar bastante você que é cantor!
É possível atingir o ponto exato e alcançar seu objetivo de aumentar o engajamento no Instagram de forma certa. Você sabia que os maiores nomes que falam a respeito de automação Instagram costumam seguir basicamente esses passos abaixo?
Se você souber como lidar com isso, vai perceber que é possível mudar várias áreas da vida aplicando os conceitos de baixar video do instagram no seu dia a dia. Na sua jornada como empreendimento pode ser desafiante baixar seu conteúdo favorito, deixando de lado ser muito complexo, mas com as informações desse automação Instagram vai ficar gravado em sua cabeça.

Crie concursos, promoções e sorteios

Por meio do engajamento com os seus atuais seguidores você pode encorajá-los a compartilhar o seu perfil, em troca de algo, é claro. Por exemplo, crie um desconto para quem compartilhar um post seu ou dê um brinde para quem marcar três amigos em sua publicação.
Existem várias opções para você engajar o público a divulgar o seu perfil, estude cada uma delas e implemente a que mais se adéqua ao seu modelo de negócio. Esta é uma ótima opção para quem quer aprender como aumentar seguidores no Instagram.
Gostou das dicas de hoje? Fique por dentro desse blog, pois é sempre o melhor que separo pra você sobre baixar video do instagram.
O assunto do momento para enfim se livrar de ser muito complexo e finalmente baixar seu conteúdo favorito.
É hora de levar a sério mesmo… automação Instagram exige força de vontade e disciplina. Quando tudo é feito profissionalmente, vislumbrar aumentar o engajamento no Instagram fica mais fácil.

A evolução do Instagram

O Instagram costumava ser um aplicativo realmente básico. Você tirava uma foto. Colocava um filtro nela (para ficar mais bonita), e compartilhava com o seu pequeno número de seguidores no Instagram.
Era isso. Nada chique.
Esse já não é mais o caso.
Atualmente, o Instagram possui uma tonelada de recursos.
Quando o Snapchat começou a atrair milhões de seguidores e apps como o Periscope começaram a utilizar vídeos ao vivo, o Instagram teve que se apressar para oferecer esses recursos também.

Plataforma para baixar video do Instagram e automação Instagram.

No artigo de hoje, vamos falar EXCLUSIVAMENTE sobre as vantagens de ser um profissional da área de baixar video do instagram. Prepare-se, pois Segredos incríveis para melhorar seu empreendimento valiosas estão prestes a serem lidas pelos seus olhos de empreendimento faminto por boas informações sobre esse assunto!

Defina quem é o seu público-alvo

Com quem você quer falar? Dependendo do produto, serviço ou conteúdo que oferece existem grupos de pessoas que podem ter maior interesse e, consequentemente, maiores chances de se tornarem seguidores.
Se é o proprietário ou uma agência que faz o marketing de uma rede de cursinhos, certamente quer vestibulandos como seguidores.
Trabalha para um e-commerce de pranchas de surf descoladas? Então, deve atrair jovens que moram em cidades com praia ou que gostam de viajar para o litoral para surfar.
Caso seja um obstetra, o ideal é conquistar seguidoras mulheres que planejam ter filhos.
Definir seu público é essencial para sua estratégia no Instagram funcionar e o que nos leva para o próximo passo.

#2 Entenda pelo que seu público se interessa

É claro que uma marca, seja pessoal ou de uma empresa, pode usar sua presença digital para falar sobre seus benefícios e buscar vender mais. Porém, essa não é a ação ideal para ganhar seguidores no Instagram.
O seu conteúdo precisa ser interessante para seu público-alvo, ou seja, ele deve ser relevante, útil e gerar valor. Mas como fazer isso?
Quem quer conquistar seguidores no Instagram precisa ter empatia e se colocar no lugar de seu cliente ou seguidor ideal. É necessário pensar: quais são os interesses dessa pessoa? O que ela busca e o que é prioridade na vida dela? Mas lembre-se: é essencial entender pelo que seu público-alvo se interessa e não pelo que você gostaria que ele se interessasse!
Veja como funciona esse alinhamento de interesses entre seu público ideal e os interesses dele:
  • Um cursinho que quer atrair vestibulandos para seu perfil, pode falar sobre dicas para provas, pegadinhas do ENEM e como manter a calma na hora dos testes. E, claro, tudo de uma maneira que seja interessante e bem humorada para os jovens.
  • Um médico nutrólogo especialista em saúde e nutrição esportiva quer falar com quem se interessa por esportes, pessoas fitness e atletas. Então, ele deve fazer postagens sobre performance, como certos alimentos influenciam no corpo de um atleta, quais são os segredos de quem tem melhoras nos treinos e afins.
Com essa visão de entregar o que é relevante, é possível produzir o conteúdo certo para atrair o cliente ideal.

#3 Saiba por que você quer essas pessoas seguindo seu perfil

Blogueiros costumam a usar a rede para se conectar com os fãs e promover seu conteúdo. Diversos atores usam seu perfil como forma de se mostrarem “pessoas reais”. Lojas de roupas utilizam a plataforma para expor suas peças para quem gosta de moda ou da própria marca. Profissionais de diferentes áreas usam o Instagram para se posicionar diante do seu nicho.
Mas por que você está no Instagram? Por que é necessário ter mais pessoas seguindo seu perfil?
Concorda que só alimentá-las de conteúdo pode te desmotivar a fazer o melhor que sua marca pode oferecer?
Para evitar esse problema, entenda o porquê você quer reunir aquelas pessoas no seu perfil e nutri-las. Isso vai dar sentido a sua estratégia e te ajudar a ver resultados além do número de seguidores.

Qual melhor ferramenta de automação Instagram ?

Com a automação não há dores de cabeça de ficar na frente do computador dia e noite para não perder nenhuma novidade ou cliente, a grande vantagem da automação é dormir tranquilo sabendo que não perderá nenhum cliente durante o sono.
Sempre indicamos o sistema Maisgram.
O Maisgram oferece um serviço diferenciado para seu Instagram, aumente sua visibilidade para alavancar seu negócio. Nossa ferramenta vai atrair pessoas que realmente se interessam pelo seu perfil, você escolhe o público e ganha muito mais seguidores no Instagram.

Segmentação de Público.

Utilize Perfis para encontrar seu público alvo. Você pode filtrar ainda mais seus novos Seguidores com nosso filtro por gênero. Ganhar apenas Seguidores Homens, Mulheres ou ambos reduzindo perfis Comerciais.

Direct de Boas Vindas

Configure uma mensagem personalizada para ser enviada a seus novos seguidores. Melhore seu relacionamento com os clientes.

Sistema Automatizado para Seguir e Deixar de Seguir.

O Maisgram trabalha por você realizando interações de Seguir e Deixar de Seguir automaticamente.

Relatório Completo de Atividades.

Você pode acompanhar diariamente todas as ações executadas pela nossa plataforma.

Aumente seu Engajamento com Likes e Visualizador Automático de Stories.

Nossa plataforma automatiza Likes em postagens da sua Timeline e também visualiza automaticamente diversos Stories das melhores hashtags brasileiras.
Quando as ideias acabam, AGIR é a solução! Você já se pegou com ser muito complexo em algum momento quando estava tentando baixar seu conteúdo favorito? Se já… Esse artigo de hoje é justamente para você empreendimento!
É extremamente necessário cuidarmos de nosso “eu” como cantor. Como cantor. O cuidado com quem nós somos, nossa vida pessoal é primordial no nosso dia a dia. E acredite, isso acaba determinando até se vamos aumentar o engajamento no Instagram bem ou não…

baixar video do Instagram de forma rápida.

Dicas De Baixar Video Do Instagram Para Cair Seu Queixo Com Resultados.
Você sabia que para saber bem baixar video do instagram? Não é preciso absorver tantas e tantas Segredos incríveis para melhorar seu empreendimento e automação Instagram sobre isso? Veja este simples artigo com dicas simples.
E sempre se fala das possibilidades infinitas que tem para autônomos em geral, quando sabem bem sobre baixar video do instagram.
Eu estou muito feliz por ter conseguido minha meta de aumentar o engajamento no Instagram depois que acreditei que esse Instagram seguidores valia realmente a pena…
Persistência é a chave para sistemas para divulgar perfil alcançar aumentar o engajamento no Instagram.
Ação é a solução. Quando parece que aumentar o engajamento no Instagram está longe, continuar agindo e caminhando é o que irá fazer com que não paremos pelo caminho, deixando não vender nada nos abater.
Como baixar video do instagram pode revolucionar o mundo em que vivemos? Pelo menos na nossa área? Já imaginou? Seus filhos e netos falando sobre quando você ajudou muitos autônomos em geral?

Personalize seu perfil e aprenda a baixar video do Instagram.

Você, provavelmente, já ouviu falar que a primeira impressão é a que fica, não é mesmo? E é assim mesmo que funciona com o seu perfil no instagram.
Quando um usuário acessa um perfil que pareça pouco interessante ou confuso, com apenas um clique, ele vai para outro perfil. Por isso, é tão importante ter um perfil atraente e bem organizado, que prende a atenção do visitante nos primeiros instantes.
Personalizar a foto do seu perfil deve ser a sua prioridade agora. Para perfis pessoais, o ideal é que tenha uma boa foto de rosto, com qualidade boa e, de preferência, só uma pessoa na foto.
Para perfis empresariais, é mais adequado é que tenha a logo da empresa, o slogan ou uma imagem que defina de modo objetivo a empresa. Preze pela qualidade da imagem usada e pela nitidez da informação.
No caso de logos com slogan, verifique se as letras estão legíveis, e caso não esteja, opte somente pela imagem ou desenho da marca.
O próximo passo para personalizar seu perfil é caprichar na Bio. Diversas empresas utilizam esse espaço para incluir telefones de contato e descrição da empresa.
Poucas pessoas sabem que é possível incluir hashtags na bio do Instagram, mas agora isso já não é um segredo para você! Por mais que isso pareça simples, é possível atrair tráfego para o seu perfil das pessoas que têm interesse pelo assunto da hashtag.
O Instagram é uma mídia totalmente voltada para imagem, característica importante que tem sido aproveitada por empresas. O índice de adesão da audiência no Instagram é alto, e para obter cada vez mais resultados, novos aplicativos para ganhar seguidores no Instagram tem surgido.
Acompanhar o comportamento do público e aproveitar as tendências é a principal estratégia para aplicar no seu negócio. Com a venda de produtos físicos ou digitais, você pode se beneficiar de um perfil no Instagram, para a promoção da sua empresa.

10 Ideias Sobre Automação Instagram Que Vão Acelerar Seus Resultados.

Estava sentando no meu sofá, e resolvi deixar esta dica incrível sobre automação Instagram. Eu já tive boas experiências em aumentar o engajamento no Instagram. Mas, confesso que já enfrentei algumas vezes o fato de não vender nada. Se eu consegui, posso compartilhar com você que está começando como cantor.
Se você é cantor, você definitivamente não pode ficar de fora, pois este é o momento de você estar mais próximo de vencer não vender nada e alcançar o tão sonhado aumentar o engajamento no Instagram.
Descubra o segredo de sistemas para divulgar perfil que já conseguiram aumentar o engajamento no Instagram, nesse Um artigo de qualidade sobre Instagram seguidores.

Quer saber mais sobre baixar video do Instagram e automação Instagram?

Experimente agora mesmo a Seguidores no Instagram.
Blog Estratégia 10k.

https://preview.redd.it/ph3w1nna0dr31.jpg?width=400&format=pjpg&auto=webp&s=df8c476c11d75e3dbdf745c4ae2c7c78740efcbd
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2019.10.08 20:20 eduardazaparim Baixar video do Instagram grátis e usar automação Instagram.

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A evolução do Instagram

O Instagram costumava ser um aplicativo realmente básico. Você tirava uma foto. Colocava um filtro nela (para ficar mais bonita), e compartilhava com o seu pequeno número de seguidores no Instagram.
Era isso. Nada chique.
Esse já não é mais o caso.
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Blogueiros costumam a usar a rede para se conectar com os fãs e promover seu conteúdo. Diversos atores usam seu perfil como forma de se mostrarem “pessoas reais”. Lojas de roupas utilizam a plataforma para expor suas peças para quem gosta de moda ou da própria marca. Profissionais de diferentes áreas usam o Instagram para se posicionar diante do seu nicho.
Mas por que você está no Instagram? Por que é necessário ter mais pessoas seguindo seu perfil?
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10 Ideias Sobre Automação Instagram Que Vão Acelerar Seus Resultados.

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2019.10.08 20:19 luizahelenita Baixar video do Instagram grátis e usar automação Instagram.

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Personalize seu perfil e aprenda a baixar video do Instagram.

Você, provavelmente, já ouviu falar que a primeira impressão é a que fica, não é mesmo? E é assim mesmo que funciona com o seu perfil no instagram.
Quando um usuário acessa um perfil que pareça pouco interessante ou confuso, com apenas um clique, ele vai para outro perfil. Por isso, é tão importante ter um perfil atraente e bem organizado, que prende a atenção do visitante nos primeiros instantes.
Personalizar a foto do seu perfil deve ser a sua prioridade agora. Para perfis pessoais, o ideal é que tenha uma boa foto de rosto, com qualidade boa e, de preferência, só uma pessoa na foto.
Para perfis empresariais, é mais adequado é que tenha a logo da empresa, o slogan ou uma imagem que defina de modo objetivo a empresa. Preze pela qualidade da imagem usada e pela nitidez da informação.
No caso de logos com slogan, verifique se as letras estão legíveis, e caso não esteja, opte somente pela imagem ou desenho da marca.
O próximo passo para personalizar seu perfil é caprichar na Bio. Diversas empresas utilizam esse espaço para incluir telefones de contato e descrição da empresa.
Poucas pessoas sabem que é possível incluir hashtags na bio do Instagram, mas agora isso já não é um segredo para você! Por mais que isso pareça simples, é possível atrair tráfego para o seu perfil das pessoas que têm interesse pelo assunto da hashtag.
O Instagram é uma mídia totalmente voltada para imagem, característica importante que tem sido aproveitada por empresas. O índice de adesão da audiência no Instagram é alto, e para obter cada vez mais resultados, novos aplicativos para ganhar seguidores no Instagram tem surgido.
Acompanhar o comportamento do público e aproveitar as tendências é a principal estratégia para aplicar no seu negócio. Com a venda de produtos físicos ou digitais, você pode se beneficiar de um perfil no Instagram, para a promoção da sua empresa.

10 Ideias Sobre Automação Instagram Que Vão Acelerar Seus Resultados.

Estava sentando no meu sofá, e resolvi deixar esta dica incrível sobre automação Instagram. Eu já tive boas experiências em aumentar o engajamento no Instagram. Mas, confesso que já enfrentei algumas vezes o fato de não vender nada. Se eu consegui, posso compartilhar com você que está começando como cantor.
Se você é cantor, você definitivamente não pode ficar de fora, pois este é o momento de você estar mais próximo de vencer não vender nada e alcançar o tão sonhado aumentar o engajamento no Instagram.
Descubra o segredo de sistemas para divulgar perfil que já conseguiram aumentar o engajamento no Instagram, nesse Um artigo de qualidade sobre Instagram seguidores.

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Experimente agora mesmo a Seguidores no Instagram.
Blog Estratégia 10k.

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2019.02.22 21:29 13FHY Tobby whity

Era uma tarde de verão os raios de sol entravam pela janela enquanto minha mãe fazia sanduíches na cozinha até que ouvimos uma batida na porta eu me levanto correndo pensando que seria meu pai...mas não,nao era ele...quem estava ali era um homem alto de terno ele tinha um sorriso largo no rosto e me olhava carinhosamente depois de longos minutos minha mãe apareceu atrás de mim olhando para o homem
"Quem é você?" Minha mãe falava com uma expressão confusa e ao mesmo tempo seria
"Sou um amigo do seu marido" minha mãe pareceu confusa mas acentiu deixando o homem entrar eu segui os dois até a sala olhando o homem se sentar na poltrona do meu pai com a perna cruzada sorrindo para minha mãe que logo fez menção de retribuir
"Qual seu nome pequeno?" Eu despertei de meus devaneios e encarei o homem a minha frente
"S-sou o Lucas" o homem sorriu e inclinou-se com a cabeça na sua mão
"Sou Diana e você?" Minha mãe tentava disfarçar a desconfiança em sua voz mas eu sabia que ela estava desconfiada daquele estranho amigo do meu pai
"Sou o tobby whity" minha mãe concorda novamente até que ouvimos um barulho na porta minha mãe se apressa em atender e meu pai entra na sala estava ofegante e com as roupas meias desajeitadas que o normal
"Acho melhor você subir pequeno Lucas" o homem falou me olhando...Eu olho para meus pais e meu pai concorda com a cabeça eu levanto e vou para o meu quarto confuso fechando a porta atrás de mim fiquei horas e horas sentado na cama entediado
"F-filho desc-ça por favor" meu pai guaguejou lá de baixo era estranho o que tinha acontecido para ele ficar daquele Jeito. desci as escadas correndo encontrando minha mãe com a expressão de medo e meu pai com algumas lágrimas nos olhos aquele homem continuava com o sorriso
"O tobby vai ficar por um tempo com a gente trate ele bem" não entendi muito bem mas concordei com a cabeça tobby que estava ao lado dos meus pais veio até mim pondo as suas mãos nos meus ombros
"Espero que sejamos amigos pequeno" tobby fala
"S-sim" aquilo tudo estava me assustando muito mas decidi ficar quieto e obedecer tudo.
(1991)
Estava no sofá lendo um livro que tinha ganhado de presente do tobby ele era legal comigo comprava doces e me levava para todos os lugares que meus pais não deixavam
"Você gostou mesmo deste livro não é" eu olho para ele que estava sentado à minha frente. Eu abaixo meu livro e respondo sua pergunta
"Acho que sim" sorrio meio sem jeito agora olhando o livro
"Ele fala sobre o que"
"Ahn....sobre o amor de dois jovens" ele sorri se levantando e vindo em minha direção logo se sentando do meu lado com a umas de suas mãos atrás da minha cabeça e a outra ficou na minha coxa alisando ela lentamente
"Não...mas foi uma ótima resposta...vou te dizer o que e o amor" ele fez uma breve pausa mas logo começou a falar novamente
"O amor e quando você ama tanto uma pessoa que quer fuder com ela de qualquer jeito e morreria se não fizesse...isso é o amor" eu estava paralisado queria empurra-lo e sair correndo o mais rápido e me trancar no meu quarto mas eu não me mexia meu corpo não obedecia meus comandos
"Você ama alguém assim" Ele sussurra perto do meu ouvido me fazendo arrepiar. Eu balanço a cabeça negando enquanto ele continuava com suas mãos na minha coxa mas agora apertava um pouco mais elas
"E-eu quer-ro ir embora" estava tremendo sentia as lágrimas descerem pelo meu rosto sinto o sorriso de tobby aumentar e assim Ele beija minha bochecha molhada pelas lágrimas
"Somos amigos não somos...confie em mim" ele agora escorregou sua mão pela minha cintura apertando firmemente e com a outra pegou meu queixo e virou meu rosto de encontro ao seu assim me beijando. Senti sua língua na minha senti seu gosto se misturar com o meu. Eu tentava empurra-lo mas suas mãos forçavam minha nuca a aprofundar o beijo....depois de longos minutos ele me solta deixando uma fina camada de saliva eu o olhava apavorado enquanto ele sorria
"Esse foi seu primeiro beijo" eu me sentia enjoado queria soca-lo e fugir e nunca encontrá-lo novamente queria correr para os braços dos Meus pais e contar tudo mas também algo martelava em minha mente como eles iriam reagir com nojo por seu único filho beijar outro homem eles iriam me odiar ou iriam me apoiar
"Tsc você não pode contar isso para ninguém vai ser nosso segredo" eu engulo em seco e concordo com a cabeça ele chega mais perto
"Eu vou ir no seu quarto hoje a noite deixe a porta aberta" ele sussurra saindo e me soltando me deixando sozinho...Eu limpo as lágrimas e tento me acalmar
(20:30)
Tinha acabado de comer estava deitado na minha cama com os olhos arregalados olhando a porta a escuridão tomava conta do corredor me deixando mais assustado.
Me viro paro o lado tentando não olhar muito para o corredor...Estava quase pegando no sono quando sinto a cama ao meu lado afundar e mãos tocarem minha pele por debaixo da camisa sinto a respiração no meu pescoço e o medo começar a florescer dentro de mim pelo que vinha a seguir. Minhas calças estavam sendo tiradas junto com minha cueca e assim me virando afundo minha cabeça no travesseiro enquanto sinto lágrimas molharem ele sinto a pessoa se deitar sobre mim e começar a beijar minhas costas e dar fortes mordidas eu já não aguentava segurar o grito então ele põe uma fita em minha boca e também amarrando minhas mãos nas madeiras da cama. Ele levanta meu quadril batendo fortemente em uma de minhas nadegas eu chorei mais meus cabelos grudavam no meu rosto e logo depois senti uma dor insuportável nas minhas partes íntimas eu tentava a todo custo me desprender das amarras mas era inútil a dor só aumentava enquanto eu me mexia para tentar escapar. Minhas pernas que antes estavam levantadas agora escorregavam pelo colchão mas mãos seguraram minha cintura me levantando novamente a posição atual só que agora me movimentando para frente e para trás fazendo a cama ranger e bater na parede eu esperava que meus pais ouvissem e viessem me socorrer....mas nada aconteceu ele continuou com isso em diferentes posições e quando tudo acabou estava cheio de marcas meu corpo todo doia minha cabeça doia e senti alguém bater forte em minhas coxas eu levanto num pulo
"Levante precisa tomar um café" ele estava com uma camisa branca e calças pretas sorrindo abertamente eu novamente me senti enjoado lembrando das cenas minutos atrás
"Ou você quer ficar aqui na cama e maratonar comigo" ele se aproximou com um sorriso malicioso no rosto eu rapidamente me levantei e pedi para ele sair enquanto iria trocar de roupa....ele obedece enquanto eu visto minhas roupas tentando ao máximo não parecer machucado ou assustado.
Desço as escadas encontrando meus pais e tobby sentados mas tinha algo estranho tobby estava sentado na poltrona do papai junto com ele minha mãe servia café sorrindo abertamente e meu pai no sofá ao lado cabisbaixo
"P-papai" eu guaguejei todos olhavam para mim fui andando ignorando a dor que estava me incomodando e parei em sua frente
"Filho t-tudo bem" Eu sabia que ele estava forçando um sorriso mas eu deixei de lado e acenti olhei novamente para minha mãe e seus olhos estavam inchados e vermelhos mas continuava sorrindo....tobby me olhava de cima abaixo minha mãe percebeu e entrou na sua frente fazendo ele olhar diretamente para ela
"Quer mais café" ela fala ainda com o sorriso no rosto meu pai pega na minha mão e sussurra para ir brincar com as outras crianças eu concordo saindo indo até a casa da frente onde tinha uma garota mais velha que eu chego lá e bato na porta sua mãe abre estava estranha olhos vermelhos e suas bochechas estavam vermelhas
"O-oi Paulo....o que f-faz aqui"
"Vim...brincar com a rose"
"Rose...ah ela está mal"
"Tudo bem" Eu abaixo minha cabeça e volto para casa mas até que vejo o vizinho do lado estava saindo de sua casa seu braço enfaixado junto com seu olho roxo ele me olha e da um leve sorriso
"Filho vem vamos sair" minha mãe com meu pai saindo às pressas da casa ela me pega pela mão e me guiando até o carro eles me levaram para o shopping e ficamos comendo e passeando por todo lugar voltamos de noite para casa minha mãe me mandou ir direto para o quarto e não sair até Amanhecer...Eu achei estranho mas obedeci tobby não foi essa noite o que me tranquilizou mas logo escutei uns barulhos e vozes vindo de lá debaixo.... eu lembro que minha mãe me disse para não sair mas a curiosidade era maior então eu desço as escadas silenciosamente mas paro em um dos degraus meus pais estavam em volta e tinha mais os vizinhos tobby estava amarrado em uma cadeira sorrindo
"Chegou a sua hora desgraçado" o vizinho da casa ao lado falava enquanto olhava com raiva para tobby
"Vamos te matar você desgraçou demais nossas vidas" Rose a vizinha da frente de minha casa falava
"Queime no inferno filha da puta" meu pai falava bem em frente ao rosto de tobby depois se afastou tirando uma arma da cintura e apontando na cabeça dele enquanto sorria
"Você vai queimar no inferno quando eu vim te buscar junto com a vadia de sua mulher"
"Cala a boca seu merda" meu pai cuspia as palavras mas tobby não parou
"E sabe o que vou fazer com seu filho vou fuder de novo ele até não conseguir mais andar" eu estremeci os vizinhos olhavam apavorados e com nojo ao mesmo tempo meu pai apertou o gatilho...o som alto fez eu tampar meus ouvidos mas logo tiro eles quando ouço a risada de tobby ele levanta a cabeça e um líquido preto saia de sua testa mas logo em seguida uma dor de cabeça forte me atingiu e da minha testa saiu um pouco de sangue
"Que merda e isso" o outro vizinho falava minha mãe grita para a vizinha pegar um galão de gasolina e ela obedece e volta correndo derramando em tobby meu pai pega o fosforo e acende tocando no corpo de tobby...ele não se mexia nem gritava até que seus olhos encontram o meu e seu sorriso se alarga mais eu corro novamente para o quarto só que desta vez suava parecia que estava queimando por dentro consegui dormir mas com muita dificuldade minha mãe me acordou chacoalhando ela estava com a expressão preocupada
"O que" perguntei ofegante aquela queimação não parava minhas bochechas ardiam
"Esta com febre" ela me pegou e entrou no carro pude ver uma parte do chão preto na sala efeito da noite de ontem minha mãe acelerou e conseguimos chegar no hospital a tempo o médico me examinou e receitou um remédio e repouso
"Mamãe vai ir pra casa por um segundo e já volta ta" ela falou beijando minha testa e logo cobrindo com o pano molhado eu aceno com a cabeça e ela fecha a porta atras dela....Eu fiquei esperando por horas ela voltar mas nunca a vizinha veio me buscar já era 20:30 ela tinha me deixado lá as 7 da manhã
"Olha ela deve ta trabalhando muito e não teve tempo" a vizinha tentava me confortar mas eu ficava mais apreensivo chegando na minha casa corri e abri a porta cai no chão naquele exato momento cabeça do meu pai e minha mãe penduradas seus corpos estavam na mesa com os órgãos para fora as paredes sujas de sangue e palavras escritas em sangue
"Estou dentro de você pequeno"
A vizinha liga para a polícia imediatamente enquanto outros vizinhos tentam me confortar a polícia prometeu achar o assassino o caso foi noticiado nas mídias e algumas falavam mentiras sobre drogas e outras coisas fui morar com minha tia depois disso e agora com 13 anos estudo em uma escola particular tecnicamente vivo feliz mas aquilo sempre irá me encomodar principalmente agora que estou sozinho em casa e tem um homem na esquina olhando minha casa.
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2017.11.29 20:20 tombombadil_uk Today I fucked up: a estranha sensação de reencontrar um amor do passado 12 anos depois / Parte 3

Galera, finalmente postando a última parte da saga. Depois de pensar para caralho, resolvi falar com ela pelo Facebook e marcamos de nos encontrar num café pertinho da praça onde nos esbarramos. Para quem não conhece a história desde o começo:
Parte 1 - TL/DR: sou casado, reencontrei uma garota por quem eu era apaixonado há 12 anos e só nesse reencontro eu percebi como eu fui um imbecil com ela. Em resumo, nós éramos grandes amigos, eu fiquei com medo de me declarar, meti o pé do curso de inglês que fazíamos sem dar nenhuma explicação e desapareci completamente da vida dela.
Parte 2 - TL/DR: comecei a me perguntar se aquela garota que eu reencontrei realmente era ela, já que ela parecia tão mais velha. Depois de dezenas de tentativas, achei ela no Facebook e sim, realmente era ela. Descobri que um amigo meu já tinha saído com uma prima dela há muito tempo e soube que ela teve uma vida bem escrota, foi abandonada por um marido meio babaca e agora basicamente vivia só pelo filho na casa dos pais.
Parte 3 - Taí. Nos reencontramos. Foi uma experiência que eu não sei classificar. Foi feliz, foi triste. Foi amargo, foi doce. Foi impressionante. A gente chorou um pouco junto. Escrevi um pouco ontem à noite e terminei hoje de manhã.
Só queria agradecer a todos os conselhos e dicas que recebi aqui. Reencontrar alguém do passado é uma coisa que mexe muito com a gente, faz com que nosso coração se sinta naquela época novamente. Essas quase três semanas foram muito estranhas. Foi quase uma viagem no tempo por coisas que eu achava já ter esquecido completamente. Infelizmente não posso dividir muito disso com amigos próximos, então fica aqui o desabafo.
Esse último ficou mais longo do que eu esperava. Honestamente, a gente conversou tanto que acho que resumi até demais. Como da primeira vez, fiz em formato de conto. Novamente, obrigado a todo mundo que deu um help nessa história, que finalmente se fechou.
Era um café bonito. Novo da região, era um daqueles negócios em que você vê o coração de um sonho do dono. As mesas rústicas de madeira, as lâmpadas suspensas que desciam do teto em fios de prata, como teias de aranha tecidas por vagalumes. O quadro negro cuidadosamente preenchido com os preços e até desenhos estilizados de alguns pratos. No fundo, um jazz instrumental marcava presença de forma tênue. Também era um daqueles negócios que você sabe que não vai durar muito. Que você bate o olho e pensa: “com essa crise, é melhor eu dar um pulo lá antes que feche”.
Eu presto atenção a cada detalhe ao meu redor. À roupa preta das atendentes, ao supermercado do outro lado da rua que vejo pela vitrine. Aos clientes que entram e saem de uma loja das Casas Pedro. Eu não quero esquecer de absolutamente nada. Era um ritual meu que fiz pela primeira vez aos 14 anos. Sempre tive boa memória, mas naquela época eu me esforcei para colocá-la inteiramente em ação. Era um verão e eu estava prestes a reencontrar uma prima que, anos atrás, fora minha primeira paixão. Ela nos visitava de anos em anos e, três anos após trocarmos beijos juvenis debaixo do cobertor, ela havia acabado de chegar à casa dos meus avós, onde se hospedaria.
Naquela noite, eu não consegui dormir. Por volta das 4h da manhã, peguei meu cachorro e caminhei 15 minutos em meio à madrugada até a casa da minha avó. Não, não fui fazer nenhuma surpresa matinal ou pular a janela em segredo. Eu apenas fiquei do outro lado da rua e observei tudo ao meu redor. “Eu vou lembrar desse reencontro para o resto da minha vida”, pensei, do alto dos meus 14 anos. “Eu quero lembrar de cada detalhe”.
E até hoje eu lembro. Da rua cujo chão estava sendo asfaltado, mas onde metade da pista ainda exibia os bons e velhos paralelepípedos. Das plantas da minha avó balançando ao vento, o som singelo dos sinos que ela mantinha na varanda e davam àquilo tudo um clima quase de sonho. Do meu cachorro, fiel companheiro que viria a morrer dois anos depois, sentado ao meu lado com metade da língua para fora. Do frescor da madrugada que precedia o calor inclemente das manhãs do verão carioca.
Mas não é dessa memória - e nem dessa paixão - que eu falo no momento. Eu falo dela. Dela, que eu reencontrei depois de tanto tempo. Que eu julgava já ter esquecido. Que, apenas mais de dez anos depois, eu percebi que tinha sido um babaca ao desaparecer sem qualquer despedida. Mesmo que ela jamais tivesse segundas intenções comigo, mesmo que fosse apenas uma boa amiga, eu havia errado. E aquela era o dia de colocar aquilo, e talvez mais, a limpo.
Foram três semanas de tortura comigo mesmo. Desde que achara seu perfil no Facebook e ouvira de um amigo em comum notícias de uma vida triste, seu rosto não me saía da cabeça. Ao menos uma vez por dia, eu pagava uma visita ao seu perfil e mirava aqueles olhos. As fotos, quase todas ao lado da mãe e do filho pequeno, tinham um sorriso fugaz encimado por olhos dúbios, tristes. Eles lembravam-me de mim mesmo. “Você tem um olhar de filhote de cachorro triste, por isso consegue tudo que quer”. “Você parece feliz, mas sempre que para de falar por um tempo, parece ter uns olhos tão tristes”. “Essa cara de pobre-coitado-menino-sofredor é foda de resistir, dá vontade de levar para casa e dar um banho”. Eu já havia perdido a conta de quantas vezes ouvira aquilo das minhas ex-namoradas e ficantes da faculdade. Os dela não eram muito diferentes. Quando ela finalmente apareceu, com sete minutos de atraso, eu pude perceber.
Meu coração parou por uma fração de segundo e depois disparou, como se os sineiros de todas as catedrais que haviam dentro de mim tivessem enlouquecido. Era engraçado como algumas pessoas passavam vidas inteiras sem mudar o jeito de se vestir. Ela ainda parecia com aqueles sábados em que nós nos encontrávamos no curso de inglês: os tênis All-Star, a calça jeans clara, uma camiseta simples - de alcinha, branca e com corações negros estampados - e o cabelo com rigorosamente o mesmo corte. “Talvez por isso que foi tão fácil reconhecê-la, mesmo depois de todo esse tempo”, pensei. Ou talvez eu reconhecesse aquele rosto e aqueles olhos - antes tão vivos e alegres - em qualquer lugar. Eu jamais saberia.
Como qualquer par de amigos que não se vê há milênios, falamos de amenidades no começo. Casei, separei. Sou funcionária pública, ela dizia. O relato do meu amigo, eu descobria agora, não estava perfeitamente certo. Ela não havia se demitido do trabalho, apenas se licenciado por algum tempo. “Fui diagnosticada com depressão”, ela admite, sem muitas delongas ou o constrangimento que tanta gente tem sobre o tema. “Meu casamento estava indo muito mal e eu desabei. Mas agora tá tudo bem”. Não estava, não era necessário ser um especialista para notar aquela tristeza escondida no canto do olhar.
Falei da minha vida para ela também. Contei que a minha ex-namorada que ela conheceu não deu certo e que, naquela época de fim da adolescência e início da vida adulta, eu tinha muita vergonha de falar sobre o que eu passava. Ela praticava gaslighting comigo, tinha crises de ciúme incontroláveis, me fazia sentir um crápula por coisas que eu sequer havia feito. “Você parecia tão feliz com ela”. “Eu finjo bem”, admiti. “E eu tinha vergonha de mostrar para os outros o que passava. Homem dizendo que a mulher é abusiva? Eu não queria que ninguém soubesse”.
Após quase meia hora de amenidades, eu exponho o elefante na sala de estar. Na verdade, quem começa é ela. Quando a adicionei no Facebook, falei que tinha esbarrado com ela na rua e que ficara com vergonha de cumprimentá-la na hora. Mas que queria muito revê-la depois de tanto tempo, tomar um café, falar sobre a vida. “Por que você sumiu?”, ela pergunta, no meio de um daqueles silêncios que duram mais do que deveriam. Eu tremi por dentro, mas não havia como continuar escondendo.
No começo, falei o básico. Que era de família humilde, como ela bem lembrava, e que o parente que pagava meu curso havia descoberto um câncer. Poucos meses depois, eu perdi meu emprego. Tudo isso num intervalo curto, de três ou quatro meses e perto da virada do ano. “Me ligaram do curso e ofereceram um desconto. Eu era pobre, mas sempre fui orgulhoso. Naquela época, era mais ainda. Burrice minha. Se bobear, eles iam acabar me oferecendo uma bolsa”. “Eles iam”, ela responde. “O Francisco - dono do curso - era maluco por você. Você era um ótimo aluno”. Ela dá um gole no mate que pediu. Meu café esfria ao meu lado. “Mas por quê você não falou nada comigo?”, ela continua.
Eu sabia que estava num daqueles momentos em que poderia mudar radicalmente o dia. Porque eu poderia ter mentido. “Eu não falei porque fiquei com vergonha de ter perdido o emprego”. “Eu não falei porque eu estava muito triste: parente próximo com câncer, desempregado, meu relacionamento com uma pessoa abusiva”. Eram mentiras com um pouco de verdade, mas não revelavam o grande problema. Naquele fim de tarde, eu escolhi não mentir. Nem me esconder. E eu já tinha ensaiado essas palavras dezenas de vezes nas últimas semanas.
“Olha, eu não sei se dava para reparar na época ou não. Não sei era muito óbvio, sinceramente. Mas eu era completamente apaixonado por você naquele tempo. Eu passava a semana inteira pensando no dia em que a gente ia se encontrar, trocar uma ideia no curso, caminhar junto até a sua casa. E eu tinha uma vergonha absurda disso. Eu tinha namorada, você tinha namorado e estava para se casar. Então eu achava errado expor aquilo, ser claro. E eu achava que você não gostava de mim. Eu tinha auto-estima muito baixa e esse relacionamento com essa ex-namorada abusiva só piorou as coisas. Eu me sentia um lixo, então achava que você não ia ligar se eu sumisse. Que ninguém ia ligar se eu sumisse. E foi o que eu fiz. Mas, se você quer uma versão curta da resposta, é essa: eu era completamente apaixonado por você naquela época e quis sumir, sair correndo”.
Enquanto eu falava aquilo tudo, a boca dela se abriu em alguns momentos. Às vezes parecia surpresa, às vezes parecia que ela tentaria falar alguma coisa que se perdia no caminho. Eu fazia esforço para olhá-la nos olhos, mas era difícil. Mesmo depois de todos esses anos. Tentei dar a entender com o tom de cada palavra que aquilo era uma coisa do passado, que não me incomodava mais, que agora eu queria apenas revê-la e saber como andava a vida.
O desabafo foi seguido de um silêncio que tornava-se mais pesado a cada segundo. Havia alguma coisa fervendo dentro dela, dava para ver. Foi aí que os olhos dela brilharam mais do deveriam, lacrimejando. Quando vejo aquilo, sinto que o mesmo vai acontecer comigo, mas me seguro. Ela vira o rosto e olha para além da vitrine, onde um ponto de ônibus está lotado com os clientes do supermercado e estudantes recém-saídos de suas escolas, o trânsito lento e infernal. A acústica é tão boa no bar que o caos de fim de tarde do outro lado do vidro parece uma televisão ligada no mudo. Quando ela me olha de volta, vejo que ela não faz qualquer esforço para esconder os olhos marejados.
“E você nunca me contou nada? Nem pensou em me contar?”.
Eu não sei quantos de vocês já ficaram sem notícias de um parente ou de alguém que você ama por muitos anos. Aconteceu comigo uma vez, com uma tia que desapareceu por quase 10 anos no exterior e reapareceu após ser mantida em cárcere privado por um namorado obsessivo. A sensação é estranha. É como descobrir que um livro que você tinha dado como encerrado tinha uma continuação secreta. As memórias de hoje se misturavam com as de 12 anos atrás, da última vez que li esse livro. Ela começou a contar tudo.
Ela, como eu já disse antes, era o meu ideal de felicidade. Casara cedo, tivera filho cedo, empregara-se no serviço público cedo. Era tudo com o que eu sonhava. Eu sempre quis constituir uma família, ter uma vida simples, ter um filho cedo para poder aproveitá-lo ao máximo. Mas a falta de dinheiro e a busca por uma parceira ideal sempre ficaram no caminho, assim como a carreira. O problema é que ela tinha uma vida muito diferente do que eu imaginava, muito mais parecida com a minha à época.
Acho que já deixei claro o quanto eu era apaixonado por ela no passado. Ela não era bonita nem feia, tinha o tipo de rosto que se perde na multidão sem ser notado. Filha de pai negro e mãe branca, era morena e tinha o cabelo liso levemente ondulado, quase até a cintura. Quando éramos adolescentes, ninguém a elegeria a mais bela da turma, mas dificilmente negariam que tinha seu charme. Eu a achava linda.
Mas ela, como eu, era o tipo de pessoa que tinha a auto-estima no fundo do poço. Como eu, também cresceu em um lar bem humilde. Também colecionou desilusões amorosas. E, como todo mundo já sabe, isso te transforma em um alvo perfeito para relacionamentos abusivos. O namorado dela, assim como a minha namorada à época, era muito bonito e manipulador. E ela achava que ele era a única pessoa que gostava dela, o único que lhe daria atenção. E isso fez com que, por anos, ela suportasse tudo que aconteceu entre eles. Traições, brigas, mentiras, chantagens, ameaças de abandono, ciúmes doentios. A história deles dois era tão parecida com a minha história com minha primeira namorada que eu fiquei assustado. Só que, diferente de nós, eles casaram. Eles colocaram um filho no mundo.
Ele só piorou com o nascimento da criança. Ele não era mau com o filho, ela dizia. Era um pai carinhoso, inclusive. Mas o pouco amor e bondade que ele tinha por ela transferiu-se todo para a criança. Vivia para o trabalho, para o filho e para os amigos.
“A gente chegou a ficar sem se falar por meses”.
“Morando na mesma casa e sem se falar?”.
“Sim. Nem bom dia. Nada. Eu me sentia um fantasma”.
Na contramão dele, ela dobrava-se para dentro de si própria. Abandonou a faculdade para cuidar do filho enquanto o marido formou-se com seu apoio fiel. Vivia para o filho e tinha seus problemas conjugais menosprezados pela família. “É coisa de garoto, ele vai melhorar”. “Homem quando acaba de ter filho é sempre assim”. “Vai passar”. Mas não passou, só piorou. As traições recorrentes evoluíram para uma equação desequilibrada de álcool e uma amante fixa no trabalho que ele sequer fazia questão de esconder. Ele anunciou que ia deixá-la, convenceu-a de que era um bom negócio vender o apartamento que eles haviam comprado. Racharam o dinheiro e ele foi viver a vida. Ela voltou a morar com a mãe, agora viúva.
O filho, nitidamente a coisa mais importante daquela mulher, tornou-se a única razão para viver. A pensão que a mãe recebia era baixa, o salário dela também não era bom. A pensão que o marido dava ajudava a manter uma vida extremamente funcional e sem luxos. As roupas eram das lojas mais baratas. Viagens não existiam. O único gasto relativamente alto era com uma escola particular de qualidade para o filho. O resto era sempre no básico.
Contei para ela sobre o meu sonho de casar cedo, de ter uma vida tranquila e estável. Falei que eu admirava muito a vida que ela escolheu no começo, que era a vida que eu queria ter vivido. A grama realmente é mais verde no jardim do vizinho, ao que parece.
“Mas a sua vida parecia tão tranquila, tão perfeita”.
“A minha?”.
“A sua namorada naquela época era uma menina tão bonita, eu lembro dela. Loira, bonita de corpo. Até lembro que ela fazia medicina e ainda era dançarina. Eu achava ela linda, perfeita. E você… você era sempre tão fofinho. Carinhoso e atencioso com todo mundo. Inteligente pra caralho, nem estudava e tinha as notas mais altas em tudo. Todo mundo gostava de você, todo mundo queria ser seu amigo e você nem se esforçava para isso”.
“Eu não lembro disso…”.
“Porque você não se achava bom. Você tinha 16, 17 anos e sentava para conversar de igual para igual sobre cinema e livro com uns professores de 40 e poucos anos. Você parecia fluente conversando com os professores em inglês e espanhol enquanto a gente tentava chegar perto disso. Passou no vestibular de primeira. Você não percebia, mas você era o queridinho de todo mundo. Você não era o garoto malhado bonitão, você era o garoto charmosinho e inteligente que todo mundo gostava. Eu gostava de você também. Gostava mesmo, de verdade. Eu tinha uma paixãozinha por você. Mas eu achava que eu não tinha a menor chance. Eu achava que eu merecia o meu namorado. Que eu era feia, ruim. Que ele estava certo em me falar aquelas coisas”.
“Eu era completamente apaixonado por você”, eu respondo. “Eu pensava em você todo dia”.
Engraçado como as pessoas se veem de maneira tão diferente. Eu me definia de três formas quando a conheci: eu sou gordo, eu sou feio, eu moro num dos bairros mais pobres e violentos da cidade. No dia seguinte, de manhã, eu olharia minhas fotos de 12, 14 anos atrás e me surpreenderia com quem eu via ali. Eu era bonito, só um pouco acima do peso. Com 16 anos, eu já era o barbado da turma antes de barba ser coisa hipster. Na foto do colégio, uma das últimas do terceiro ano, eu parecia tão dono de mim, tão no controle. Eu tinha aquela cara de inteligente e rebelde. Por dentro, eu era completamente diferente. Inseguro, assustado, sem auto-estima alguma e com uma namorada abusiva.
São sete e meia e a noite já começa a cair no horário de verão. Educadamente, uma das atendentes nos indica que a galeria onde o café funciona vai ser fechada em breve. Eu pago a conta e nós ficamos meio perdidos, sem saber o que fazer. Ela ainda tem os olhos inchados, eu também. Os funcionários da loja nos olham de forma surpreendentemente carinhosa, não sei o quanto eles escutaram do desabafo.
Saímos em silêncio do café, ela atendeu a uma ligação da mãe. Minha esposa estava fora do estado e só voltaria dali a alguns dias, então eu estava bem relaxado em relação às horas.
“Não sei se você precisa voltar para a casa por causa do Hugo, mas tem um bar aqui perto que é bem vazio a essa hora. A gente pode sentar pra conversar”, eu digo.
“A gente tem mais coisa para conversar?”. Ela pergunta sorrindo, não vejo nenhum traço de mágoa no seu rosto.
“Claro que tem. Doze anos não se resolvem em duas horas”.
Fomos para um bar pequeno ali perto, um que eu costumava frequentar nos tempos de faculdade. Nos tempos em que eu pensava nela e não me achava capaz de tê-la. Ele pouco havia mudado de 12 anos para cá: a mesma atmosfera que fazia dele aconchegante e levemente depressivo ao mesmo tempo. Era um bar das antigas, com azulejos portugueses azuis e poucos frequentadores. O atendimento era excelente e o preço razoável para a região, mas aquela estética de 40 anos atrás parecia espantar os frequentadores mais jovens. Os poucos que iam lá, no entanto, eram fiéis. Como eu fui no passado.
Nos sentamos no fundo do bar vazio em plena terça-feira e desnudamos nossas vidas um para o outro. “Eu quero saber quem você é”, eu comecei. “A gente falava sobre um monte de coisa, mas eu não sei nada sobre você. Sobre sua família. Sobre sua infância, quem você é. E você não sabe nada sobre mim”. Ela riu. “Você é maluco”. “Não, só quero te conhecer melhor. Compensar por ter sido um babaca há doze anos”.
A conversa foi agridoce. O que mais me assustava era como tínhamos origens semelhantes, desde a família até a criação. Os dois criados no subúrbio do Rio de Janeiro, os dois de famílias humildes que, por conta da pobreza e da necessidade de contar uns com os outros, permaneciam unidas. Primos de terceiro ou quarto grau criados próximos, filhos que casavam e formavam suas famílias nas casas dos pais. Assim como a minha família, a dela investiu tudo que tinha para que ela estudasse em um colégio particular até que eventualmente ela passou para uma escola pública de elite.
Nossas duas famílias tinham essa estranha tradição carioca que mistura catolicismo, umbanda e espiritismo, um sincretismo religioso que eu, como ateu, tenho dificuldade em entender - mesmo tendo crescido nesse meio. Assim como eu, achava-se feia, indesejada na adolescência. Isso fez com que rapidamente trocasse o mundo cor de rosa pelo rock e pelos livros. No meu caso, eu acrescentaria videogames e RPG, mas o resto não mudava muito.
“Na minha escola, tinha muita patricinha, muito playboy. Eu não aguentava eles. E eles sabiam que eu era pobre, então não se misturavam muito comigo”. Contei a minha versão para ela. “Eu gostava de ler, RPG e jogar videogame. Mas eu era muito pobre, fodido mesmo. E isso tudo era coisa de gente com grana na época, né? Então eu acabei ficando amigo dos nerds na época por conta dos gostos comuns. Eu tive sorte, demoraram a perceber que eu era pobre. Eu tenho toda a pinta de gente com grana, essa cara de europeu que engana. Quando perceberam que eu era duro, foi só no segundo grau. Ali eu já era um pouco mais cascudo, tinha bons amigos”. Ela não.
Era tudo tão igual que, em dado momento, eu parei de falar que havia sido igualzinho comigo. Eu esperava ela terminar a parte dela. Falava a minha. E intercalávamos nossas histórias, os dois surpresos com as semelhanças. Provavelmente a grande diferença era a vida dela após ter o filho e abandonar a faculdade. Ela trabalhava em uma repartição pública onde tinha 20 anos a menos do que a segunda funcionária mais nova, se afastou dos amigos. Era estranho conversar com ela. Não usava redes sociais praticamente, apenas para trocar mensagens com parentes distantes e mostrar fotos do filho para eles. Não via séries, não tinha Netflix - só novelas. Não conhecia bandas novas, não era muito de ir ao cinema. Era uma sensação estranha, mas parecia que boa parte da vida dela tinha parado em 2006 ou 2005. Os hábitos dela e poucos hobbies pareciam os de uma pessoa de 50 e poucos anos.
Me doeu imaginar o que poderia ter sido, o que poderíamos ter feito juntos, como poderíamos ter sido bons um para o outro. Pensei na minha esposa, que tem um perfil familiar radicalmente diferente do meu. Ela vem de uma família de classe alta, só com engenheiros e funcionários públicos de elite. O mundo dela era muito diferente do meu, tão diferente que às vezes me assustava. Famílias que não se falavam e que, mesmo endinheiradas, brigavam por herança e cortavam laços de vida por conta de bens que eles não precisavam. Todos católicos ou evangélicos, sem exceção. No máximo um ou outro ateu escondido no armário, como eu.
Essa diferença nos causava estranhezas, pontos de atrito que me surpreendiam. Quando eu elogiava a decoração de uma festa, ela falava do preço e da empresa que a produziu. Ela sentia uma obrigação social em aparecer em eventos familiares ou do círculo social deles, de ser e parecer uma boa esposa. Eu só queria estar onde eu estava afim e quando eu estivesse afim, nunca vi a família como uma obrigação social. Eles discutiam herança entre irmãos com os pais bem vivos, nós nos preocupávamos em fazer companhia à minha mãe quando meu pai morreu. Já era meio subentendido que abriríamos mão de qualquer coisa e deixaríamos tudo para minha mãe, tendo direito ou não.
Havia uma preocupação com patrimônio, normais sociais e aparências que, por muitas vezes, me assustavam. Muitas vezes ela parecia desgastada ou enojada com isso também, mas fazia porque alguém na família tinha que fazer, porque era tradição, porque sempre foi assim. Eu assistia àquilo atônito, impressionado como uma família tão numerosa quanto a minha - com literalmente dezenas de primos e tios até de terceiro grau que moravam em um mesmo bairro - era tão mais simples e unida do que uma dúzia de endinheirados que pareciam brigar por coisas fúteis.
Ela, que estava ali do meu lado, não. Tudo que ela me contava soava como uma cópia fiel da minha família, apenas em escala ligeiramente menor. Pensei em como as coisas seriam simples ao lado dela, despreocupadas, tranqulas. Que eu não passaria a vida sendo julgado pela família da minha companheira como o ex-pobre com pinta de hipster que conseguiu ganhar algum dinheiro, mas não tem muita classe nem é muito cristão, como nos últimos anos.
As palavras que saíram da boca dela depois de uns dois ou três copos de cerveja poderiam muito bem ter sido lidas do meu pensamento. “Você acha que a gente teria sido um bom casal? Que a gente ia se dar bem?”.
“Não tem como saber”, eu respondi. “Mas a gente pode imaginar”. E a gente começou a brincadeira mais dolorosa da noite, imaginando como seria se tivéssemos ficado juntos 12 anos atrás.
“Eu jogava videogame para caralho, você ia se irritar. E eu ia te pentelhar para jogar comigo”, eu comecei.
“Eu gostava de videogame, só não jogava muito. Eu ia te arrastar para show da Avril Lavigne e da Pitty, você não ia gostar”.
Eu sorri. “Eu não tenho nada contra as duas”.
“Britney e Justin Timberlake também”.
“Porra, aí você já tá forçando a barra, amor tem limite”.
Falamos sobre meus primeiros estágios, sobre como eu era maluco e fazia dois estágios e faculdade ao mesmo tempo. Saía de casa às cinco da manhã e voltava às onze da noite. Tudo para conseguir ter uma grana legal, já que na minha área os estágios eram ridiculamente baixos. Ela falava sobre a rotina de estudos para concurso, sobre como foi difícil conciliar a faculdade - que ela eventualmente abandonou por causa do filho - com o recém-conquistado emprego público. Eu falava do meu início de carreira, que foi bem melhor do que eu jamais imaginara, como subi rapidamente. Como eu achava estranho ganhar a grana que eu ganhava - que não era nada extravagante, garanto - mas meus hábitos simples faziam com que eu mal gastasse metade do salário. Ela falava da depressão que tomou conta dela ao perceber que estava num emprego extremamente burocrático e ineficaz, deixando-a incapaz de buscar outras alternativas. Falamos sobre a morte dos nossos pais, que parecem ter conspirado para falecer no mesmo ano.
Em algum momento, a cabeça dela repousou no meu ombro. Eu não soube o que fazer. Pensava apenas na minha esposa, em jamais ter traído ela nem nenhuma outra mulher. Foi aí que eu percebi que ela chorava e, novamente, eu chorei também.
“É engraçado a gente ter saudade de algo que a gente não teve”, eu disse, lembrando de um livro que eu li há muito tempo.
“Acho que a gente seria um casal do caralho”, ela disse, com um inesperado sorriso entre as lágrimas.
“Ou talvez a gente se detestasse e desse tudo errado, a gente nunca vai saber”.
“A gente nunca vai saber”, eu repeti, mentalmente. Como um vírus, a ideia se espalhou dentro de mim rapidamente. “Eu posso fazer uma diferença na vida dessa mulher, na vida do filho dela, na própria família dela. Eu posso ter uma vida mais tranquila ao lado dela, sem essas picuinhas de família rica. Minha esposa pode encontrar um homem muito melhor para ela. Um cara rico, cristão e que tenha a classe e pose que a família dela tanto quer. Isso pode acabar bem para todo mundo”.
Mas não podia. Lá no fundo, eu sabia que não podia. Eu tinha quase uma década de história com minha esposa. Eu tinha um casamento plenamente feliz atrapalhado por alguns poucos problemas familiares e inseguranças minhas. Tínhamos uma química ótima, gostos parecidos para livros e filmes, nos dávamos bem na cama. Valia a pena jogar aquele relacionamento tão bom e funcional - algo que me parece cada vez mais raro hoje em dia - por uma aventura fugaz? Um remorso do passado? Em um relacionamento com uma estranha que eu estava voltando a conhecer havia algumas horas?
“Você nem a conhece”, dizia a cabeça. “Ela é igual a você”, dizia o coração.
No fim das contas, eu segui a cabeça. Conversamos até quase dez da noite. Pegamos um Uber e fiz questão de deixá-la em casa, um prédio pequeno em um bairro abandonado do subúrbio. Quando o carro parou, ela se demorou um pouco do meu lado e, por impulso, eu segurei a mão dela. Ela me encarou assustada e ansiosa. Eu pensei em beijá-la, em ligar o foda-se e jogar tudo para o alto ali mesmo. Mas eu só desci do carro com ela na rua deserta e caminhamos juntos para dentro do prédio, sem saber exatamente o que a gente estava fazendo. Pedi para o motorista me esperar e disse que depois acertava uma compensação com ele.
“Eu vi o seu Facebook. Você é casado com uma mulher linda. E inteligente. Você não vai me trocar por ela. Nem eu quero acabar com o seu casamento”.
“Você acha ela linda e inteligente?”.
“Você sabe que ela é”.
E então eu desabafei. Falei que passei as últimas semanas reavaliando meu casamento e meu futuro, encarando a foto dela no Facebook de tempos em tempos. Que meu coração quase parou quando encontrei-a pela primeira vez. Que eu gostava de tudo nela. Da dedicação como mãe, da simplicidade, dessa aura de pessoa correta que ela exalava sem fazer esforço, desse espírito suburbano e familiar que ela tinha. Dos olhos dela, tão animados no passado e tão tristes agora. De como eu estava me segurando para não beijá-la naquele dia todo.
“Você é linda. Eu sei que você se acha feia, eu sei que você acha que ninguém vai se interessar por você. Mas você é uma mulher foda, e nem preciso subir para saber que você é uma mãe foda, uma filha foda. Não deixa a vida passar. Eu tenho certeza que tem mais gente que, igual a mim, já percebeu isso em você e não sabe como falar. Não faz de novo a mesma coisa que a gente fez lá atrás. Eu só queria que você soubesse disso porque eu acho que você merece ser muito mais feliz do que você é agora. E você não tem ideia de como você me deixou maluco esses dias todos. Eu sou bem casado com uma mulher linda sim, mas só de encontrar você eu tive vontade de jogar tudo para o alto”.
Foi um monólogo mais longo do que eu esperava. De novo, ela chorou. Dessa vez, eu contive as lágrimas. O abraço que partiu dela foi um dos melhores e mais tristes que já ganhei na minha vida. Havia ali uma história de amor não vivida, saudades de uma história que jamais colocamos no papel, de um mundo que nunca existiu. Ela me apertou forte e eu sentia minhas mãos tremerem.
Encostamos as laterais do rosto um do outro, aquele prenúncio de um beijo adiado. E que tive que usar todo auto-controle do mundo para manter adiado. Me afastei, olhei nos olhos dela, sorri e fui embora. Quando o Uber saiu, ela ainda estava parada na portaria e minhas mãos ainda tremiam.
Eu não sei se essa história acaba aqui ou não. Mas eu tenho quase certeza que sim. Algum dia eu vou contar tudo isso para a minha esposa, mas vou esperar esse sentimento morrer primeiro. Eu conheço ela o suficiente para saber que, em um bom momento, ela não ficaria triste com essa história. Eu até consigo imaginar a reação dela, repetindo a frase que ela me diz desde que a gente casou. “Eu te conheço. Você não vai me trair com alguma gostosona oferecida por aí. Se alguma coisa acontecer, você vai se apaixonar por alguém. Eu te conheço, você é romântico. Mas a gente se resolve”.
Quando cheguei na minha casa vazia, sentei e escrevi quase tudo isso de uma tacada só. Sem revisão, sem pensar muito. Eu acho que eu poderia escrever dezenas de páginas sobre os detalhes da conversa, mas isso aqui já está longo demais. Antes de dormir, eu vejo que tenho uma mensagem no Whatsapp.
“Foi muito bom encontrar você”.
Toda aquela tentação de falar algo mais grita dentro de mim, se debate.
“Foi bom te ver também :) “.
Por via das dúvidas, coloquei o celular em modo avião e suspirei. “Eu tô feliz ou triste?”, me perguntei. Parece uma pergunta simples e relativamente objetiva, mas eu não soube responder. Eu custei a dormir, com medo de sonhar com ela. Quando eu acordo no dia seguinte e me preparo para ir ao trabalho, a impressão que eu tenho é de que tudo foi um sonho. Vê-la, reencontrá-la, chorar, abraçá-la.
E, como quando a gente acorda de um sonho triste, eu volto a viver minha vida normal para esquecer. Hoje tem reunião com cliente. À noite, preciso pegar minha esposa no aeroporto.
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2016.06.09 04:05 ClayDatsusara O. Unilateralis

Hoje descobri que há um fungo parasita que se instala no cérebro de uma variedade de formigas e as obriga a agir como zombies. O único objectivo da vida delas passa a ser subir plantas acima até atingir um ponto específico onde o balanço entre humidade e temperatura seja perfeito para o fungo se instalar e desenvolver. Nesse momento a formiga prende as suas mandíbulas à planta para nunca mais largar e aí prepara-se para morrer enquanto é comida de dentro para fora pelo parasita. O apex desta invasão fúngica acontece quando da cabeça da formiga brota uma espécie de cogumelo que imediatamente liberta para o ar esporos. Estes esporos, por sua vez, vão cair no solo. Mas não todos. O acaso encarrega-se de fazer com que alguns esporos aterrem em cima de outras formigas, as próximas vítimas. Seria um ciclo vicioso destrutivo para a colónia de formigas se não houvesse um processo de defesa por parte destas. Quando uma formiga é infectada e visivelmente luta contra o esporo invasor, caso seja vista pelas suas companheiras saudáveis, é levada para longe da colónia para que o contágio seja minorizado.
Eu sou a formiga.
Acho que fui infectado há muito tempo atrás. Eu devia ser apenas uma criança nos braços da minha mãe, pois nem sequer me lembro do primeiro momento em que senti esta vontade irresistível de correr rumo ao desconhecido e agarrar-me com as mandíbulas a algo que não consigo identificar, mas que sei possuir essas características vitais. A formiga também não sabe que procura a humidade e temperaturas certas. Eu não sei por que é que numa noite de verão os meus olhos caem inevitavelmente sobre uma ruiva de pernas longas e cabelo sobre a face. Ela passa sozinha uma vez, duas vezes, e depois acompanha grupo de pessoas, mas os seu olhar aponta ao chão e vejo que continua numa caminha solitária muito própria.
'Sete Palmos de Terra' eu digo inconscientemente, quando ela passa da primeira vez.
'Não acho' diz a minha amiga do momento. 'Também não acho' diz a amiga da minha amiga do momento. 'Eu também não a acho parecida' diz o amigo da amiga da minha amiga do momento.
Mas quando ela passa da segunda vez, eles já conseguem ver semelhanças. Da terceira vez todos temos a certeza que ela é a versão portuense da Claire Fisher. 'De certeza que ela não é portuguesa' diz o amigo da amiga da minha amiga. Eu concordo, e acrescento que ainda assim isso não interessa. 'A loucura não conhece nacionalidades. Americana, portuguesa ou o que quer que seja, vejo nela aquela tendência auto-destrutiva que leva os homens a correrem atrás dela como cães atrás de uma cadela com o cio'.
A minha vontade é levantar-me daquele chão e perseguir a Claire e cravar-lhe as minhas mandíbulas. Sei que ela me vai levar ao sitio certo. Sei que dentro dela os meus esporos vão crescer saudavelmente e o meu estilo de vida zombie vai finalmente fazer sentido. Mas não, não me levanto nem comento o assunto em voz alta. Sou levado depois para longe dali pelos meus companheiros nocturnos, que têm também eles as suas necessidades zombies, mais fortes que as minhas neste momento.
Porém, onde quer que eu vá, vai haver sempre uma ruiva com um olhar deprimido, que necessita urgentemente da nossa companhia para esquecer o que quer que seja que a atormenta. Vai haver sempre um sorriso enganador que tenta esconder uma solidão tão infinita que nos arrepia quando pensamos na crueldade da existência. Vai haver sempre a eternidade do universo para nos relembrar que somos nada mais que poeira cósmica. Que somos uma dolorosa sucessão de eventos e que toda a nossa existência é a busca por esse instante de alívio e sensação de pertença. Mas não, os olhos da nossa Claire Fisher diziam-me que não pode haver um sentido para a vida. E quanto mais eu pensava naqueles olhos castanhos a reprimir-me por pensar que alguma coisa tem algum significado remoto, mais crescia dentro de mim esta vontade automática de me unir a ela e lhe provar, e a mim também, acima de tudo, que mesmo que não haja uma lógica final, as coisas acontecem e há forças tão grandes no universo que massas planetárias gigantescas revolvem à volta de sóis ainda mais magníficos. Se pensares assim, Claire, não é difícil conceberes esta pequena força que me atrai contra ti. Já passou tempo demais desde a explicação de Newton sobre a atração entre dois corpos. Não quero estragar o ambiente romântico, mas o certo é que 'todos os objetos no Universo atraem todos os outros objetos com uma força direcionada ao longo da linha que passa pelos centros dos dois objetos'. Parece formal demais, mas o facto é que, segundo esta lei, todo o corpo atrai todos os outros corpos, independentemente da distância. E à medida que a noite me leva para outros caminhos, eu vou sentindo que é verdade. Que mesmo com a distância eu continuo a sentir a atração.
Mas é uma atração que desvanece e fica dissimulada, quase esquecida. Porque outro dia traz outra força gravitacional mais pertinente. Desta vez pode não ser uma ruiva enigmática, somente uma morena com óculos graduados de massa preta da Ray Ban, que apesar do tom de pele excessivamente bronzeado, transmite uma ideia de inteligência que te agrada ao intelecto sedento de conversas estimulantes. Ou pode ser uma loira hiper-produzida, com cara, corpo e comportamento de bomba sexual, disponível apenas para o mais rijo e animalesco dos machos alfa, mas que, sendo capaz de descobrir casualmente e até apreciar a tua eloquência sagaz e o teu humor desconcertante, é capaz de passar noites contigo ao telefone, contando-te os seus segredos mais humanos, e chegando ao ponto de te propor que vejam o stream de um filme qualquer no wareztuga em simultâneo, cada um em sua casa, comentando as partes mais engraçadas ao ouvido um do outro como se estivessem os dois no mesmo sofá, bem juntinhos como deve ser, obrigado mais uma vez Vodafone Extravaganza.
E a vida continua nesta sucessão de vontades e atrações que vêm e vão, ao sabor dos elementos, e tu não sabes por que é que te levantas todos os dias de manhã para ires para o trabalho. Ouviste dizer que há uma vida para além desta, mas secretamente calas-te quando falam nisso, porque já a viveste quando tinhas 24 anos e passaste aquele verão a viajar numa VW com as outras formigas que perseguiam a mesma humidade e a mesma temperatura que tu, e chegaste ao fim e sentiste-te tão destituído de objectivo de vida como quando iniciaste a viagem. Libertaste-te de preconceitos e entraste nu no mesmo mar alentejano que eles, para desgosto das famílias chocadas que levavam para longe as crianças inocentes demais para ver algum mal na cena; intoxicaste-te consecutivamente até perderes a noção da passagem dos dias e a possibilidade de criares memórias duradouras desses momentos de suposta iluminação; até achaste ter ido longe demais quando participaste no esquema de roubo de gasóleo de camiões e caravanas e sentias que a polícia andava a farejar muito perto, mas achavas que era tudo em nome de um sentido da vida que apregoava o respeito, a paz, a saúde física e mental e a justiça.
A vida normal, das nove às cinco, não te parece um fardo assim tão grande, em comparação com a incerteza moral dessa existência hipócrita. Ao menos dá-te a tranquilidade e a clareza de espírito que precisas para acalmares o teu modo de vida e achares que o pacote básico 3 em 1 da MEO, internet, televisão e telefone fixo, é o ideal para o teu estilo de vida. Ignoras os apelos das tuas amigas freaks que te dizem que a TV é um sorvedouro da alma humana e um instrumento de lavagem cerebral. Não lhes dizes na cara, mas sabes que elas não precisam de ver os programas de televisão sobre a infantilidade das irmãs Kardashian porque têm casais amigos com filhos que lhes fazem visitas todas as noites. E então trabalhas como uma formiga laboriosa e incansável, para teres tudo aquilo a que tens direito, tudo aquilo que os outros têm e que lhes dá nem que seja uns míseros segundos de satisfação efémera e tu invejas como se fosse o Santo Graal que tanto tens procurado ao longo destes anos. Também queres ter a Playstation 4 e a Samsung Smart TV Série 8000 de 75 polegadas; queres passar um mês na Tailândia e visitar a ilha onde filmaram o filme The Beach, mesmo que seja um antro de ingleses sujos e desordeiros; queres definitivamente é ter dinheiro para saíres à noite e não pareceres um pé-descalço desesperado para ter uma oportunidade no mundo dos adultos e poderes acompanhar aquele grupo de erasmus até ao Plano B ou ao Tendinha porque viste lá aquela alemã que te sorriu uma vez do outro lado da Travessa da Cedofeita e tu achas que tens uma hipótese se lhe mostrares a tua destreza motora na pista de dança e a tua habilidade para conseguires ter uma conversa inteligível berrando debaixo dos mais de 100 decibéis ensurdecedores de ruído que se parecem vagamente com a Last Nite dos The Strokes.
E mesmo tendo o dinheiro para essa festa das festas, acabas por beber demasiados shots e demasiada cerveja, exibes demasiada descoordenação motora para seres sequer levado a sério, perdes a competência conversacional que parecia ser um dado adquirido e acabas a noite sozinho, a caminhar para casa, onde chegas encharcado porque estamos em fevereiro, chove há mais de um mês sem parar e não és grande adepto de guarda-chuvas. Além disso és forreta demais para apanhares um táxi.
Finalmente livras-te da roupa molhada, amontoada agora tão descuidadamente quanto possível num canto do quarto, e lutas contra as mangas do pijama, que não parecem querer ser penetradas pelos teus braços. Vais à cozinha buscar um copo de meio litro de água que sabes ser indispensável nas próximas horas e colocas-lo cuidadosamente entre um monte de livros e o teu telemóvel, tentando não molhar nenhuma das tuas estimadas possessões. Enfias-te entre os lençóis e revês o filme da tua noite e tentas perceber onde é que erraste e como seria se aquela alemã loira e espadaúda ocupasse agora o espaço imediatamente acima do teu corpo, entre ti e o peso do edredão de penas. Fechas os olhos com um sorriso nos lábios à medida que imaginas os movimentos sensuais da alemã que te monta na tua imaginação. Por muito esperançosa que seja a tua ereção, sabes que o sono e a ebriedade que te dominam agora não te permitem sequer uma masturbação balsâmica.
Acordas de forma algo abrupta com o som de mobília a bater na parede do apartamento ao lado. Se escutares atentamente, distingues os gemidos por entre o arfar rápido e ritmado de duas pessoas. As gargalhadas indecentes, primeiro de um homem e quase imediatamente de uma mulher, ecoam pelo prédio. As molas do colchão chiam indecorosamente, numa cadência certa, pequenos gritinhos queixosos de uma cama que não foi feita para ser abusada tão violentamente. E o andamento acelera subitamente até se consumar num grito menos controlado e num silêncio ominoso. Depois recomeça, e o ritual repete-se uma e outra vez, mesmo quando já parece ter passado uma hora e tu imaginas que tenham experimentado todas as 8 posições que tu achas serem minimamente exequíveis. Vais bebendo água e esperas adormecer mais cedo ou mais tarde, quando o teu cérebro se habituar e todo aquele barulho se transformar em ruído branco, indistinguível do dos autocarros barulhentos que começam a abanar a estrutura do edifício de cada vez que passam na rua lá em baixo. Mas não consegues dormir. A tua imaginação não te deixa, os sons são sugestivos demais e não é propriamente o tipo de situação que consegues convencer o teu cérebro que é normal. O acto sexual, mesmo o alheio, é sempre algo de especial, e até parece que consegues sentir o cheiro do latex. Pões-te a pé e vais à casa de banho. Quando voltas bebes mais água e ligas o computador portátil. Metes os auscultadores nos ouvidos e escolhes um álbum de Thievery Corporation para adormeceres serenamente sem distrações externas.
Deve ter resultado porque acordo e já são três da tarde. No apartamento ao lado já não há sons de camas a abanar nem agitações sugestivas de actos impúdicos. Apenas o sussurro de vozes abafado pelas paredes mestras. Portas que se batem, talvez da casa de banho, talvez da entrada do apartamento. Ouço claramente passos descendo as escadas comuns, e depois o estrondo da porta da rua a ser batida violenta e despreocupadamente. Corro para a janela e espreito. O meu vizinho do lado sai com uma ruiva. Parece-me A Ruiva. Eles param de repente e ele volta para trás, deve ter-se esquecido de algo. Ela espera-o do outro lado da rua, encostada à parede. É ela, de certeza, a minha Claire Fisher. O meu coração bate mais rápido e sinto que ainda a quero. Quero-a ainda mais. Ela sorri quando o meu vizinho regressa, mas há sempre algo de triste e desconfiado nos seus olhos, um vazio permanente que ninguém vai nunca conseguir preencher. Ainda assim não me importava de morrer tentando. Eles afastam-se rua fora. Fico à espera que se aproximem, que deem as mãos, porém nada acontece, e acho que é ela que não quer. É esse tipo de coisas que a tornam o centro gravitacional do universo, essa distância orbital que ela cria e nos faz girar eternamente à volta dela, como uma lua em torno de um planeta, ferozmente sugada pela sua força de atração mas afastada o suficiente para nunca criar o perigo de colisão fatal.
Sinto-me de novo um zombie, com uma vontade irresistível de fazer alguma coisa que não sei descrever. Saio à rua instintivamente. Procuro um sítio onde me sinta bem, procuro os meus amigos, alguém que me distraia e amenize o dano causado.
Sou a formiga.
Sinto o esporo a penetrar lentamente em mim. Não lhe resisto. Não vale a pena. Só me resta procurar a amiga momentânea, e a amiga da amiga momentânea, e o amigo da amiga da amiga momentânea, e queixar-me da Claire Fisher e do esporo que ela libertou na minha direção e me tortura agora. Só me resta esperar que eles reconheçam o meu estado débil e o perigo potencial que represento e me levem para longe, para bem longe desta colónia de formigas, bem comportadas demais para eu lhes querer tanto mal.
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