Como fazer amigos americanos on-line

23/nov/2019 - Explore a pasta 'Como fazer amigos' de ncabralribeiro no Pinterest. Veja mais ideias sobre Frases de cerveja, Como fazer amigos, Quadro cerveja. Veja como você pode transformar uma situação típica na vida americana em algo hilário. Os vídeos do College Humor também são ótimos para aprender expressões norte-americanas e frases comuns para fazer seus amigos rirem. O maior desafio será tentar não rir antes de soltar as palavras! Pronunciation Pro. Nível: Iniciante A globalização proporciona a troca de informações, culturas e tradições. Isso pode resultar em novas amizades, paixões ou fazer pessoas se unirem para fazer a diferença no mundo. O AppGeek indica 6 apps para conversar com estrangeiros, praticar idiomas, conhecer costumes diferentes e ainda fazer amigos de qualquer lugar do planeta. Que tal fazer amigos americanos e treinar seu inglês? Pois bem essa dica é para quem gosta de conversar sobre tudo. Esse aplicativo te permite fazer amigos de várias nacionalidades. Todas os programas são gratuitos e, além de melhorar sua fala no inglês, te permite fazer novas amizades. Fonte: (Reprodução/Internet) Conheça abaixo 3 aplicativos para conversar com norte-americanos e melhorar seu inglês: Omegle. Com certeza o mais famoso dessa lista, talvez do mundo todo, o Omegle é muito eficaz no que promete fazer. Latino Dating Site - Meet Latino singles on Amigos.com! Meet Latino singles - Sign up today to browse single Latino women and single Latino men - Browse single Latino pics FREE. Amigos.com - Start dating Latino singles today! É uma grande rede social de relacionamento que também pode ser usada para fazer amigos virtuais, já que possui um fluxo de aproximadamente 13 milhões de utilizadores ativos por mês, sendo um dos maiores sites para conhecer pessoas novas.O Twoo está disponível em mais de 200 países e em 38 idiomas, o que será uma grande ferramenta se você deseja fazer amigos por todo o mundo, ou quem ... As diferenças culturais que você encontrará são fatores positivos, que vão enriquecer a experiência. No fim das contas, é bem possível que você volte de lá com mais amigos. Neste texto, vamos falar mais sobre a vida social de estudantes estrangeiros nos EUA e passar 5 dicas valiosas para você saber como fazer amigos nos Estados Unidos. Quer saber como conversar com americanos online, quem sabe arrumar amigos , melhorar seu inglês ou quem sabe namorar um? Veja as dicas de como fazer isso abaixo. Muitos imigrantes brasileiros reclamam de uma coisa nos EUA: de que fazer amizades com americanos não é tão fácil quanto no Brasil. O site oferece opções de interesse, como: amizade, troca de idiomas, romance/flerte e relacionamento sério. Você pode conferir pessoas que estão online e começar uma conversa o imediatamente. No site é possível criar seu perfil, adicionar amigos, participar de comunidades e também fazer perguntas e tirar dúvidas sobre o idioma.

Acho que a pior decisão da minha vida foi me formar em engenharia

2020.05.15 16:36 PatoPatolina Acho que a pior decisão da minha vida foi me formar em engenharia

Sou mulher e cresci numa casa onde meu pai é latino-americano e minha mãe aceita e apoia meu pai em tudo. Por que tive uma criação bem severa. Do tipo que éramos ( eu e minha irmã) proibidas de pintar a unhas e fazer a sobrancelha.... ir em festa ou sair com os amigos era coisa rara, a pressão era tanta que um dia fiz minha me prometer que se ela ganhasse na loteria ela me mandasse pra um colégio interno de freiras na Suíça (?!) Eu resolvi me estudar engenharia, meu ali só permitiu que estuda-se nas universidades da minha cidade se eu quisesse estudar senão eu teria quebraram-se emprego. Pois bem, passei em quinto lugar geral nota mais que suficiente pra passar em medicina mas eu tinha optado por engenharia. Foi aí que meu verdadeiro inferno começou. Como eu estava no interior do nordeste, em pleno 2008. Respeitar mulher era coisa de novela, eu sofri assédio sexual e moral ate dos professores entrei com uma reclamação na ouvidoria e eles comunicaram ao professor que eu era aluna que tinha reclamado ele me acusou de mentirosa e disse que não aprovaria nenhum aluno da turma até que eu sai-se da turma, eu teria que desistir. Com fui firme e continuei. Tive professores que reprovavam todas as mulheres. Outros falavam que a gente nem deveria gastar o dinheiro público estudando pq a gente não teria futuro na área, teve professor que mandou tomar no cu que mulher só servia pra se fuder... em algum ponto eu comecei a gravar e levar essas provas pra ouvidoria da universidade mas em reuniões de concelhos todos era perdoas. Fora as pressões pra passar como professores de física um usando cálculos e métodos que só veríamos em cálculo três, ou seja dali a um ano, ou colocando questões de mestrado/doutorado em provas pra graduação era um inferno atrás do outro. Eu chegava em casa exausta e meus pais sempre falavam pra não reclamar era melhor desistir e estudar algo mais apropriado pra uma mulher. Eu me sentia completamente exausta e sem chão. Depois de um tempo eu consegui meu segundo estágio em 2012 e o chefe do RH fez um monte de alertas pq ia ser a primeira mulher a trabalhar lá e só iam me contratar pq eles precisavam cumprir a lei e eu era a única que aceitou todas as condições. Pois bem um cara me teve a ousadia de me encoxar no meio do canteiro de obras com os trabalhadores vendo, no ouro dia eu fui pronta pra pedir as contas. E cheguei meu engenheiro chefe já estava sabendo que colocou frente ao cara e ele me acusou bruxa mentirosa e fiquei tão abalada que eu só chorava, nisso chegou o diretor e superintendente da obra e perguntaram o que aconteceu? Eles explicaram pediram pra sair e eu fique esperando eu ouvi gritos do diretos e do superintendente. Depois me chamaram e falaram assim: O engenheiro vai te pedir desculpas, eu tenho filhas e essa é uma situação delicada, o funcionário vai ir pra outra obra vc nunca nos deu nenhum motivo pra desconformarmos da sua palavra vá pra casa e volte amanhã. Em 2013 entreguei a obra e meu pai estava desempregado. Com medo de não conseguir me formar pq faltavam algumas disciplinas (lembra que era um inferno?!) eu arrumei um emprego pra dar aulas de idiomas. E com isso ajudei em casa e me formei. Em 2015 eu finalmente estava livre do meu inferno e com meu sonho de me formar em engenharia completo. So faltava o emprego, e aí que coisa foi pro brejo eu tentei de todo, fiz pós graduação e nada...o máximo que recebia era que as empresas tinham política de não contratar mulher pra não sofrer processo por assédio. Terminou que eu e mais alunas que tiveram a sorte de ir no CSF estavam dando aulas que nem eu pq não conseguíamos emprego. Em fev de 2019, tive uma oferta de trabalho me ofereceram um salário mínimo mais um auxílio de 200 reias pq trabalhar como analista pq eu não tinha experiência eu tentei negociar um aumento no valor e eles não gostaram e contrataram um colega que tinha metade das minhas qualificações com o valor de 5 salários mínimos. Então exausta de tudo isso em vendi tudo que tinha e as economias que consegui juntar pra comprar minha casa própria e deixar de viver com meus pais e comprei um curso de intercâmbio. Em agosto de 2019 eu estava em outro país e me deparo que pra trabalhar na minha área preciso de experiência. Ou fazer outra graduação pq depois de cinco anos eles consideram mais a experiência que a graduação :( As vezes penso em desistir de trabalhar como engenheira, pq eu só vejo todas as humilhações que tive que passar. Até meu orientador do mestrado que desisti me disse que eu nunca trabalharia como engenheira pq eu sorrio de mais, mulher engenheira não pode se arrumar ou sorrir! Enfim nessa quarentena continuo dando aulas on-line. Mas eu me sinto um completo fracasso, não importa quantos idiomas eu fale, não importa todo o esforço que eu faça eu não sou ninguém meu valor parece que ta agregado a coisas que eu não posso controlar como meu gênero. Eu me sinto um fracasso total. E não sei mais o que fazer, não sei se continuo tentando ou desisto de vez.
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2019.08.05 05:45 altovaliriano Haters a espera de "A Dança dos Dragões"

Link: https://bit.ly/2YJSOhS
Autora: Laura Miller
Título original: Just Write It!

[...] Não houve acréscimo à série “As crônicas de Gelo e Fogo” desde 2005, quando surgiu o quarto volume. E aquele livro, intitulado “O Festim dos Corvos”, era apenas metade de um romance: ele havia sido removido cirurgicamente de um manuscrito que, com mil e duzentas páginas, ainda não estava completo quase cinco anos após a publicação do terceiro volume. Como “O Festim dos Corvos” seguiu com as aventuras de vários novos personagens - e deixou o destino de vários personagens populares não resolvidos desde o final do livro anterior - alguns fãs ficaram desapontados. Martin incluiu um post-scriptum em “O Festim dos Corvos” explicando o que ele havia feito - e então, como ele me disse, “cometi o erro fatal de dizer: 'mas o outro livro está parcialmente escrito e eu devo poder terminá-lo dentro de um ano’.”
Passados seis anos, alguns dos fãs de Martin ficaram extremamente inquietos. A mesma cultura de blogs que permite que um escritor de fantasia como Neil Gaiman promova um senso de intimidade com seus leitores também pode expor um autor a crítica permanente quando eles ficam descontentes. Os fãs desesperados para descobrir o que aconteceu a personagens como Tyrion Lannister - um anão inteligente e cínico nascido em uma das famílias mais poderosas dos Sete Reinos - acharam cansativo ir verificar o site de Martin em busca de atualizações sobre o quinto livro da série “A Dança dos Dragões” e encontrar, ao invés disso, postagens sobre esportes ou política. Eles começaram a reclamar na seção de comentários do blog de Martin e em Westeros.org.
Como moderador-chefe da Westeros.org, García excluiu as postagens do fórum que considerava “não construtivas”, incluindo as especulações cada vez mais violentas sobre a causa do atraso e o destino final da saga. O blog de Martin foi monitorado de forma semelhante. O descontentamento logo se espalhou para outras plataformas - de fóruns de ficção científica e fantasia a fóruns de discussão na Amazon.com. Um usuário escreveu: “George R. R. Martin, você é um saco... tire a porra da máquina de escrever da sua bunda e comece a digitar”.
Outro brincou dizendo que Martin havia escrito um livro chamado “Como lucrar muito depois de escrever meia saga”. Essa invectiva floresceu mesmo depois de, no começo de março, Martin ter anunciado que “A Dança dos Dragões” será finalmente publicado em 12 de julho. Um leitor cético na Amazon.com disse: "Não espere segure o fôlego, a menos que você goste de desmaiar".
Toda uma comunidade de apóstatas - um fandom das trevas - agora se dedica a provocar Martin, seus associados e leitores que insistem que ele tem trabalhado duro na saga e que tem o direito de levar o tempo que precisar. Até mesmo [Neil] Gaiman foi arrastado para a contenda quando ele respondeu, em seu próprio blog, a uma pergunta sobre o atraso de Martin, com a seguinte repreensão: "George R. R. Martin não é a sua vadia."
Os ataques on-line a Martin sugerem que alguns leitores têm uma nova ideia sobre o que um autor lhes deve. Eles se veem como clientes, não como devotos, e esperam um serviço rápido e consistente. Martin, que tem sessenta e dois anos, me disse que [seu assistente, Ty] Franck chama os leitores descontentes de a Geração de Direitos: “Ele acha que todos são jovens; adolescentes ou na casa dos vinte. E que a geração deles só quer o que querem, e eles querem agora. Se você não der a eles, eles ficarão putos".
[...]
Um professor escolar norueguês chamado Remy Verhoeve é um desses leitores hiper-dedicados. Até um amigo ter lhe persuadido a ler “A Guerra dos Tronos”, ele nunca tivera um gosto especial por ficção de fantasia, com exceção de “O Senhor dos Anéis”. Em sua opinião, os três primeiros volumes de “As Crônicas de Gelo e Fogo” são "os melhores romances que eu já li". Depois de descobrir a série, ele leu esses três livros dez vezes cada um. “Às vezes, uma obra de arte aparece e muda tudo”, ele me disse. No entanto, Verhoeve, operando sob o nome de guerra Slynt, agora administra um fórum na web dedicado a denegrir Martin e seus partidários. O site chama-se "Is Winter Coming?" - um joguete malicioso com "Winter is Coming", o lema dos Starks, uma das famílias centrais da série.
Como toda guerra prolongada da Internet, o cisma no fandom de Martin é difícil de compreender se visto de fora. Cada lado nutre queixas contra o outro, e qualquer conversa entre os dois degenera em ataques ad hominem. (Na verdade, a briga pode nunca ter consistido em nada além de ataques ad hominem). Encastelados em seus respectivos fortes, cada lado amplia sua própria indignação. No entanto, se você conversar com participantes individuais, ele ou ela afirmará ser desapaixonado. "Pessoalmente, me sinto um pouco triste por eles", disse García sobre seus inimigos.
Na opinião de Verhoeve, os fãs descontentes - que às vezes chamam a si mesmos de GRRuMblers - formaram um movimento de renegados em 2009, depois que Martin fez um post no blog intitulado “Aos Meus Detratores” [“To My Detractors”]. Foi a tentativa de Martin de dar uma resposta definitiva à “onda crescente de veneno acerca do atraso de 'A Dança dos Dragões'.” Ele continuou: “alguns de vocês estão zangados por eu assistir futebol durante o outono”. Outros usuários, como ele observou, se opuseram a ele “estar visitando lugares como Espanha e Portugal (no ano passado) ou Finlândia (este ano)”. O post terminava: “Como alguns de vocês gostam de apontar em seus e-mails, eu tenho 60 anos e sou gordo, e vocês não querem que eu 'dê uma de Robert Jordan' pra cima de vocês e acabe por lhes negar o seu livro. Ok, eu entendi a mensagem. Vocês não me querem fazendo nada que não "As Crônicas de Gelo e Fogo"(E tudo bem se eu talvez precisar mijar de vez em quando?)”.
Verhoeve (que havia sido banido do Westeros.org) ficou irritado com a postagem de Martin, e alguns dias depois ele montou o “Is Winter Coming?”. O tom do fórum foi inspirado em “Finish the Book, George”, um blog iniciado em 2008 por dois irmãos que usavam os apelidos Pesci e Liotta - uma referência a dois atores do filme de gângsteres “Os Bons Companheiros”. Os donos dos pseudônimos pegaram a ideia de outro post no blog de Martin, em que o autor admoestava os visitantes a comentar sobre o assunto da postagem ou caírem fora. (“Se vocês quiserem comentar sobre outros assuntos, incluindo, mas não limitado a, o atraso de 'A Dança dos Dragões’, tudo bem, basta fazê-lo em seus próprios blogs”). Em resposta, Pesci e Liotta começaram a publicar posts irritantes, um após o outro, tornando-se uma espécie de heróis entre os detratores. Em um post se lê: “Como todos nós sabemos que GRRM não consegue escrever a menos que ele esteja em seu lugar especial, vestindo suas botas especiais, com a temperatura em exatamente 69 graus e o sol alinhado com Aquário, eu assumo que isto é outro sinal de que o grande cara não digitou nenhuma palavra de ADWD hoje.”
Os irmãos têm sido menos ativos ultimamente, mas “Is Winter Coming?” está zumbindo com criatividade hostil. Até agora, o fórum produziu um “guia de campo” listando os vários tipos de defensores de Martin e como eles podem ser refutados; um breve texto pseudo-legal intitulado "O povo vs. George R. R. Martin"; alguns gráficos detalhados que tentam demonstrar quão poucas horas Martin dedicou a escrever “A Dança dos Dragões” por ano, com base nas postagens em seu blog; e a “Enciclopedia GRRuMbliana”, de 300 páginas, que inclui uma história espirituosa do fórum. Membros também escreveram “O Festim dos Trolls” e “A Dança dos Detratores”, longas paródias narrativas, no estilo de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que apresentam caricaturas grosseiras de Martin e seus principais defensores, incluindo Gaiman. Uma pequena editora fez um acordo com Verhoeve para compilar algumas das postagens de seu blog em um livro, intitulado "Waiting for Dragons".
[...]
Martin sabe o que é ser provocado por uma série de entretenimento. Ele mesmo experimentou isso sendo um espectador fiel de "Lost", a série de aventura da ABC sobre um grupo de náufragos presos em uma ilha misteriosa. “Continuei assistindo e estava fascinado”, lembra ele. “Eles apresentavam um monte de coisas e achei que eu tinha noção de para onde estava indo. Então eles apresentaram mais coisas e eu tive que pensar melhor.”
Como muitos fãs de “Lost”, Martin se ressentiu do final místico da série, que deixou dezenas de tópicos narrativos em suspensão. “Assistíamos todas as semanas tentando descobrir, e à medida que a coisa se aprofundava, eu ficava dizendo: 'É melhor que tenham algo bom em mente para o fim. É bom que valha a pena isso aqui’. E então me senti tão enganado quando chegamos à conclusão.”
Martin se considera ligado a um contrato informal com seus leitores; sente que lhes deve seu melhor trabalho. No entanto, ele não acredita que isso lhes dá o direito de ditar os detalhes de seu processo criativo ou de reclamar sobre como ele gerencia o próprio tempo.
Embora alguns detratores, como Verhoeve, atribuam sua repugnância a Martin à sua suposta inabilidade com Relações Públicas e “falta de comunicação adequada”, a essência de sua queixa é transacional. Em uma postagem, Liotta se queixou de que ele e “literalmente centenas de milhares de outras pessoas gastaram incontáveis horas e dólares em fiel dedicação” ao trabalho de Martin. Não faz muita diferença para esses fãs que eles já sabiam que a série não estava terminada quando começaram a lê-la, ou que os livros nos quais gastaram todo esse tempo e dinheiro já estão com eles. Para os detratores, o contrato de Martin com eles era para uma história completa, e o compromisso deles com a saga era oferecido com a presunção de que Martin lhes entregaria uma conclusão satisfatória.
Ao contrário do que seus críticos mais extravagantes alegam, Martin insiste que tem trabalhado continuamente em “A Dança dos Dragões”. “Eles têm todas essas teorias insanas de que o livro está concluído há anos, mas que eu estou sentado sobre ele até que a série da HBO seja lançada, para ganhar mais dinheiro”, diz ele. "Ou que eu passei o livro para outro escritor, ou que perdi todo o interesse pela saga e agora só quero fazer outras coisas."
[...]
Martin explicou que ele está ajustando algumas partes de “A Dança dos Dragões” há dez anos. Ele tem um "verdadeiro relacionamento de amor e ódio" com um capítulo de Tyrion Lannister, o anão: "Eu arranquei e pus de volta, eu arranquei e pus de volta. Então eu o pus como uma sequência de sonhos, e então eu arranquei novamente. Essas são as coisas que eu tenho feito”.
Tal indecisão, Martin suspeita, pode estar sendo alimentada pelas expectativas crescentes sobre "As Crônicas de Gelo e Fogo". As resenhas para a saga foram "melhores em ordem de magnitude" do que as que ele recebeu para qualquer outra coisa. Depois que o quarto volume saiu, a Time o sacramentou como “o Tolkien americano”. Muitos leitores já disseram a Martin que sua história é a maior história de fantasia de todos os tempos. Com o show da HBO chegando e seus críticos online respirando em seu pescoço, a pressão se tornou ainda mais intensa.
"Eu não quero parecer um chorão ou alguém que está reclamando", disse Martin, enquanto a luz do sol da tarde entrava colorida pelos vitrais. "Não! Eu estou vivendo o sonho aqui. Eu tenho todos esses leitores que estão esperando pelo livro. Quero lhes dar algo fantástico. Ele fez uma pausa. “E se eu estragar tudo no final? E se eu fizer um ‘Lost’? Então eles virão atrás de mim com ancinhos e tochas”.
Martin espera que, depois de superar os problemas particularmente espinhosos de “A Dança dos Dragões”, os dois últimos livros saiam muito mais rápidos. Alguns detratores insistem que ele nunca completará a série, e eles gostam de matraquear sobre quem deve substituí-lo se ele der uma de Jordan. Martin, no entanto, indicou que ele não permitirá que outro escritor termine "As Crônicas de Gelo e Fogo". A história começou e terminará por suas mãos.
Em determinado ponto, fiz uma pergunta para Remy Verhoeve. Suponha que “As Crônicas de Gelo e Fogo” nunca tenham um final adequado. Ele ainda teria aqueles três livros, aqueles que ele considera os melhores que ele já leu. Isso não seria um consolo? Ele ficou quieto por um tempo antes de responder: “Sim. Eu acho que sim. Embora às vezes eu preferisse nunca ter lido esses livros”.
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2019.08.04 02:52 altovaliriano Os primeiros dias do fandom de ASOIAF e Game of Thrones

Link: https://bit.ly/2KtExQJ
Autora: Alyssa Bereznak
Título original: The Last Popular TV Show (How game of Thrones became the last piece of monoculture)

Padraig Butler não se lembra exatamente quando se tornou Deus-Imperador da Brotherhood Without Banners. Nos últimos 18 anos, o gerente demeteorologia aeronáutica de 43 anos fez uma peregrinação anual à Worldcon, a convenção de ficção científica e fantasia, para celebrar o trabalho de George R.R. Martin, autor de As Crônicas de Gelo e Fogo. E foi quase 18 anos atrás, quando ele viajou pela primeira vez de sua cidade natal, Dublin, na Irlanda, para a Filadélfia, que começou a jornada até Imperador-Deus.
Segundo a história, a recém-criada organização - batizada em homenagem a um grupo fora da lei na série de livros - organizou uma festa em homenagem a Martin. Depois de uma noite de bebedeira, um fã bem satisfeito, conhecido em fóruns online como Aghrivaine (e cujo nome real é David Krieger), presenteou o autor com uma espada e pediu para ser armado cavaleiro. O autor concordou sob uma condição: que Krieger e os outros foliões se juntassem a ele em uma "missão" às 1 da manhã ao Pat’s King of Steaks. Naquela noite, depois que cerca de 20 membros da BWB encheram seus estômagos com a comida local, eles foram apelidados de Cavaleiros do Cheesesteak.
Nos primeiros anos do clube de fãs do livro, quando o tamanho dos encontros da Brotherhood Without Banners ainda era administrável, esses títulos voltados para a comida se tornaram um símbolo de honra. (Os Cavaleiros da Poutine, os Cavaleiros do Deep Dish, os Cavaleiros do Haggis e, lamentavelmente, os Cavaleiros da Lixeira). Por decreto de Martin, foram acrescentadas outras honras para reconhecer a participação. Um membro que tivesse participado de pelo menos três grandes encontros da BWB seria apelidado de lorde. Depois das cinco, um príncipe. E depois de sete, rei. Butler já esteve em 16 Worldcons e cerca de 100 outras convenções relacionadas a Thrones e confraternizações pertinentes, protegendo seu reino há muito tempo por meio de seu título de cavaleiro do Cheesesteak. "Eventualmente perguntaram a George, de que chamaremos Padraig agora?" Butler lembra. "Ele disse: ‘É isso. Ele é um rei. Ele vai ficar rei até que alguém o remova do trono’”. Butler não tem planos de parar. "Agora as pessoas apenas dizem: 'Você é o Imperador-Deus'".
Butler visitou um total de 12 países e quatro continentes para se encontrar com seus companheiros de estandarte, construindo uma rede social internacional digna de um líder mundial consagrado. E graças a uma junção de tecnologia e entretenimento, a série de livros indie pela qual ele se apaixonou nos anos 90 se tornou uma espécie de passaporte cultural, tanto uma razão para ver o mundo quanto uma maneira de se conectar com as pessoas que o compõem.
Ao longo dos anos, ele também assistiu com admiração quando Game of Thrones explodiu e se tornou uma peça onipresente da cultura pop diante de seus olhos. Um dia, ele embarcou em um trem e viu vários passageiros lendo os livros de Martin. Então ele olhou para cima para ver outdoors gigantes anunciando a data de estréia da adaptação da HBO. Eventualmente, seus colegas no aeroporto começaram a discutir o programa como uma fonte de turismo. (Uma atração de 110.000 pés quadrados chamada Game of Thrones Studio Tour será aberta na Irlanda na primavera de 2020.) Depois de quase 20 anos celebrando a série, e vendo-a se transformar em best-seller, programa de televisão, universo estendido e a potência da propaganda, ele ainda acha difícil processar o alcance da franquia. "É tipo: Nossa, isso está em toda parte agora."
[...]
Em 1997, Linda Antonsson estava dando uma olha sua livraria local em Gotemburgo, na Suécia, quando se deparou com uma versão em brochura de A Guerra dos Tronos, de George R.R. Martin. Era o primeiro item no que o autor previa ser uma trilogia intitulada As Crônicas de Gelo e Fogo, e contava a história de várias grandes casas disputando o poder nos continentes fictícios de Westeros e Essos, contada a partir da perspectiva de um punhado de personagens interessantes. O livro tinha sido lançado no ano anterior sem muito alarde. "Realmente não fez sucesso quando saira em capa dura", lembra Antonsson. Mas quando ela começou a ler, foi fisgada.
Ninguém mais que ela conhecia havia lido o livro, então ela se voltou à internet em busca de outros fãs de Martin - o que era uma experiência relativamente nova nos anos 90. "Eu lia muita fantasia, mas nunca tive ninguém com quem conversar sobre fantasia", ela me disse. "Eu tinha todas essas coisas que queria discutir e ninguém para conversar." Os cidadãos suecos não conseguiram adquirir suas próprias conexões dial-up até 1995; antes disso, Antonsson ocasionalmente fazia o acesso no centro de informática de sua universidade, onde estudava arqueologia clássica. Quando ela finalmente conseguiu sua própria conexão à Internet, ela navegou de bulletin board em bulletin board, debatendo desde a trilogia O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien à série de livros A Roda do Tempo, de Robert Jordan. “Era um mundo incrível para se entrar, para poder encontrar todas essas pessoas que compartilhavam seu interesse sobre essas coisas que pareciam bem obscuras.”
Através desses primordiais fóruns da internet, Antonsson também descobriu o ElendorMUSH, um RPG multijogador baseado em texto que simulava o ambiente da Terra Média descrito nos romances de Tolkien. (O termo MUSH significa “alucinação compartilhada por vários usuários” [multi-user shared hallucination]. Isso foi antes de World of Warcraft, quando os computadores não tinham placas gráficas poderosas e os jogadores tinham que usar sua imaginação). Foi lá, na “cultura” que Antonsson havia se juntado, que ela conheceu Elio García. Na época, García estudava literatura inglesa e história medieval na Universidade de Miami. E os dois passaram os últimos anos analisando os detalhes mais sutis da Terra Média em árvores de discussão da Usenet, as precursoras dos fóruns on-line. Depois de terminar A Guerra dos Tronos, Antonsson convenceu o cético García a lê-lo também.
Logo eles estavam navegando juntos. Em 1998, a internet estava sendo amplamente usada como um utilitário de busca de informações em vez de uma rede social. Mas com a ajuda de algumas pesquisas no AltaVista, os dois encontraram tantos fóruns de fãs de A Guerra dos Tronos quanto puderam. Entre seus resultados estava Dragonstone, que García lembra ter sido executado via uma conexão de internet instável na Austrália; Harrenhal, que foi construído sobre a plataforma de serviços web Angelfire da Lycos (quee de alguma forma ainda existe hoje); e um fórum chamado Canção de Gelo e Fogo, dirigido por um usuário chamado “Revanshe.” Isso foi na época em que o mundo do entretenimento estava começando a entender o poder de marketing de mitos na internet. E, ao fuçar os fóruns de fãs dedicados à série Wheel of Time, Antonsson havia testemunhado em primeira mão como pistas e pontos da trama não resolvidos motivavam conversas. Ela viu o mesmo fervor se desdobrando com ASOIAF.
"Algumas das maiores e mais intensas discussões sempre foram sobre mistérios", disse Antonsson. "O primeiro tópico que eu lembro de ter lido no fórum de Pedra do Dragão foi a discussão sobre a paternidade de Jon e as poucas pistas que existiam depois do primeiro livro."
O fórum ASOIAF de Revanshe acabou se tornando grande em 1998, acumulando o que García estimava em cerca de 1.000 usuários regulares. Quando chegou a hora de Revanshe ir para a faculdade de medicina, ela passou o site para García, que já havia se tornado um moderador.
Enquanto isso, García e Antonsson estavam planejando começar seu próprio jogo MUSH em Westeros. Para garantir uma representação fiel, eles colocaram sua formação acadêmica em prática e tornaram-se geologistas, botânicos, zoólogos, antropólogos e historiadores autônomos de Westeros, registrando todos os fragmentos de dados que poderiam extrair de de Guerra dos Tronos em um documento do Microsoft Word chamado “The Concordance”. Eles compartilharam o banco de dados no fórum ASOIAF, pavimentando o caminho para a fundação da enciclopédia on-line feita por fãs, que hoje é conhecida como A Wiki of Ice and Fire. A wiki, que seria desenvolvido alguns anos depois, é composto de 23.081 páginas de conteúdo e passou por 236.642 edições desde o seu lançamento. Também inspirou a fundação de 11 sites irmãos em idiomas estrangeiros.
Observando os fóruns de fãs da Roda do Tempo, eles também estavam cientes de que a correspondência com os autores era freqüentemente perdida em tópicos separados. Então foi nessa época que eles começaram a registrar as entrevistas de Martin, e-mails, respostas em fóruns e postagens em blogs pessoais. (Naquele ano eles fizeram seu primeiro momento de contato com o autor, para pedir permissão para fazer o jogo MUSH. Meses depois, ele concordou, e os dois ainda tocam o A Song of Ice and Fire MUSH como um projeto paralelo).
O crescimento constante dos seguidores on-line de Martin - emparelhado com seu envolvimento na cena de ficção científica e fantasia desde os anos 1970 - gerou uma quantidade razoável de novidades para o segundo fascículo da série de Martin, A Fúria dos Reis. "Martin não pode rivalizar com Tolkien ou Robert Jordan, mas ele se qualifica com perfeitos medievalistas de fantasia como Poul Anderson e Gordon Dickson", escreveu um Publisher's Weekly cautelosamente otimista. À época, Peter Jackson estava se preparando para filmar a trilogia de filmes de O Senhor dos Anéis, e produtores e cineastas que viam potencial no gênero de fantasia começaram a sondar Martin pelos direitos de sua história. (Ele hesitou, convencido de que sua história nunca poderia ser esmagada no formato de filme).
Foi quando a coisa entre García e Antonsson ficou séria em mais de uma maneira. Por dividirem o gosto por Tolkien, Jordan e Martin, um romance floresceu e, alguns meses depois de Fúria ser lançado, García se mudou para a Suécia. Todos com quem eles conversaram sobre a série estavam apaixonados por ela. “Nós tínhamos alguns proselitistas que falavam em arremessar os livros em amigos, familiares, colegas de trabalho, etc.”, disse García por e-mail. “E foi tudo muito orgânico. A Random House não passava seu tempo vasculhando maneiras de nos vender ou fazendo com que trabalhássemos para eles, os fãs só fizeram isso porque gostavam”.Encorajados pelo fato de o livro inicial não ter sido o único, eles lançaram o site Westeros.org, reunindo os fóruns que herdaram, os dados de “The Concordance” e seus registros dos declarações públicos de Martin. Começou como um projeto paralelo executado em um servidor miudo em casa, enquanto continuavam a perseguir seus respectivos objetivos acadêmicos. Mas, eventualmente, se tornaria a principal fonte de análise e informação sobre o universo, seu autor e tudo mais.
Enquanto isso, a série de Martin continuou atraindo mais leitores e tornando-se mais difícil de lidar. O manuscrito de seu terceiro livro, A Tormenta de Espadas, tinha 1.521 páginas, e alguns editores não conseguiram manter tudo em um volume. Mas seu apoio entre a comunidade on-line da fantasia ficou mais forte do que nunca, e a Publisher’s Weekly chamou esse fascículo de “um dos exemplos mais gratificantes de gigantismo na fantasia contemporânea”. Quando foi lançado em 2000, estreou em 12º lugar na lista de best-sellers do New York Times.
No momento em que Martin lançou O Festim dos Corvos em 2005, ele garantiu seu lugar como o proeminente escritor de fantasia da década. O livro chegou ao topo da lista de best-sellers do New York Times e a Time o apelidou de "o Tolkien americano". Mas ele também se deparou com os mesmos problemas com Festim que com Tormenta. Sua solução foi dividir Festim em dois e contar a história de apenas metade dos personagens, em vez de metade da história de todos os personagens. Ele explicou tudo no post scriptum do quarto livro, logo após um final instigante. "Olhando para trás, eu deveria ter antevisto", escreveu Martin em seu site pessoal em 2005. "A história faz suas próprias demandas, como Tolkien disse uma vez, e minha história continuou pedindo para ficar maior e mais complicada."
O que pode ter sido uma limitação editorial frustrante para Martin foi uma fonte quase enlouquecedora de suspense para sua crescente base de fãs. Depois de esperar cinco anos entre o terceiro e o quarto livro, os leitores ainda ficaram imaginando o destino de favoritos como Jon Snow, Tyrion Lannister e Daenerys Targaryen. O próximo fascículo seria lançado em 2011, seis agonizantes anos depois. E foi durante esses períodos de silêncio, quando os fãs não tinham material novo com o qual se ocupar, que eles começaram a se concentrar em criar os seus próprios. "Não tenho certeza se a popularidade que antecede os livros poderia ter acontecido se os livros tivessem saído muito rapidamente", disse Antonsson. “Ter tempo entre uma série de livros é o que alimenta a discussão nas comunidades. Dura mais”.
O acesso digital e as plataformas sociais estavam evoluindo para apoiar esses tipos de obsessões. Entre 1995 e 2005, o uso global da Internet aumentou de 44,4 milhões de usuários para 1,026 bilhão. Plataformas simples para blogs, como LiveJournal, WordPress e Xanga, tornaram mais fácil para as pessoas iniciarem blogs pessoais e compartilharem suas ideias sobre qualquer coisa, independentemente de quão arbitrárias ou específicas. E as primeiríssimas redes sociais da web, incluindo o MySpace e o Facebook, estavam na infância, assim como o conceito de podcasting.
Enquanto Martin continuava atualizando sua base de fãs através de um LiveJournal chamado Not a Blog, seus fãs adoradores lidavam com sua impaciência de formas cada vez mais criativas. A maioria preferiu vasculhar os fóruns de Westeros.org ou Tower of the Hand, onde puderam analisar todas as teorias possíveis em torno de cada enredo e propor suas próprias. Uma facção de leitores impacientes se separou para formar uma comunidade ressentida conhecida como GRRuMblers. O fundador do site Winter Is Coming, Phil Bicking se agarrou a um anúncio de 2007 de que a HBO adquirira os direitos da série As Crônicas de Gelo e Fogo, e redirecionou sua energia para um site do Blogger que registrava o elenco, as filmagens e a produção da série. Mesmo antes de o piloto ter sido filmado, os fãs no site de Bicking começaram a tratar os anúncios do elenco como mistérios não resolvidos. Como um colunista de fofoca, Martin iria postar dicas sobre quem foi escalado para determinado papel em seu blog, para alimentar a chama. "Então a base de fãs passaria dias debruçado sobre aquilo, tentando desvendar o teste", disse Bicking. “Nós descobrimos todos eles. Fiquei chocado que as pessoas foram capazes de descobrir até mesmo Isaac Hempstead Wright, que interpreta Bran, e estava em um comercial antes disso”. Bicking se lembra de ter começado dois tópicos separados para discutir rumores e vê-lo ser encher com quase 1.000 comentários cada um. “Então, eu fiquei tipo: 'OK, eu tenho aqui uma comunidade dedica e de bom”, disse ele. A grande imprensa estava tomando conhecimento". Algum programa de TV recente gerou mais entusiasmo on-line, sendo que nem mesmo é um programa de TV?", perguntou o The Hollywood Reporter em 2010.
Quando a HBO estreou Game of Thrones em 2011, Martin já era famoso. Ele havia vendido mais de 15 milhões de livros em todo o mundo, fora retratado pelo The New Yorker e poderia levar sua legião de adoradores e haters ao frenesi com uma simples foto de férias postada em seu LiveJournal. Tudo isso significava que, quando o programa estreou em 17 de abril, ele se saiu bastante bem segundo os padrões de televisão. Cerca de 2,22 milhões de pessoas assistiram à estreia, o que foi menos do que o número de espectadores conquistados por Storage Wars da A&E e por The Killing da AMC, e mais do que Khloe & Lamar do E!.
Ainda assim, a crítica o recebeu de forma foi irregular. Embora muitos analistas tenham elogiado a capacidade da HBO de estabelecer um palco exuberante e cativante para a história complexa e abrangente de Martin, outros a consideraram um sinal de declínio da rede. Slate o chamou de “lixo de fantasia semi-medieval e repleto de dragões”. O New York Times o descreveu como “drama em traje de época com pingue-pongue sexual”. Em uma fala indicativa de uma conversa muito maior sobre a legitimidade da cultura nerd e sua perceptível falta de inclusão de gênero, a crítica Ginia Bellafante detonou o show por glorificar “a ficção infantil paternalmente acabou atingindo a outra metade da população”, e concluiu que “se você não é avesso à estética de Dungeons & Dragons, a série pode valer a pena”.
Enquanto isso, os servidores da Westeros.org estavam caindo. A agitação que antecedeu a estreia do programa deixou García e Antonsson com cerca de 17.000 membros registrados no Westeros.org. Mas o casal estava totalmente despreparado para a onda de interesse que se seguiu à estréia da série. Na noite em que foi ao ar, o site foi torpedeado pelas buscas do Google, e os dois cuidavam de seu único servidor como um recém-nascido com cólica. Para desviar o fluxo de tráfego, García ajustou o site para que apenas os membros registrados pudessem ver as postagens. "Eu imaginei que isso impediria as pessoas de entrarem", disse ele. No dia seguinte, ele acordou com 9.000 novas solicitações de conta. García passou horas aprovando manualmente os recém-chegados. A espera entre o terceiro e o quarto romance estimulou um aumento lento e constante de fãs, talvez um ou dois mil membros por ano entrando no fórum. Mas com a chegada do programa de TV, eles poderiam acumular vários milhares em um único dia. "Foi impressionante", disse García. “Os membros do nosso fórum chamaram a onda de novas pessoas de 'The Floob' - uma enxurrada de noobs.” Foi nessa época que García e Antonsson abandonaram suas atividades acadêmicas para se concentrarem no site em tempo integral.
Embora o casal tenha perdido alguns dos dados do número de visitantes dos primeiros dias, Antonsson lembra-se de ter assistido a vazão e o refluxo do tráfego em A Wiki of Ice and Fire quando os recém-chegados reagiram aos principais pontos da trama da primeira temporada. Esses picos foram particularmente pronunciados no episódio 9, quando o herói do programa, Ned Stark, foi executado inesperadamente. “Logo após o episódio terminar, todo mundo foi até a página de Ned Stark para checar: Ele está bem? Né?” - lembrou Antonsson. (Ele não estava.) O final da temporada do show foi assistido ao vivo por cerca de 3,04 milhões de lares - cerca de 820 mil a mais do que a estréia. A primeira temporada mais tarde viria a ser indicada para 13 Emmys e ganharia dois, para Melhor Design de Abertura e para a performance de Peter Dinklage como Tyrion na categoria Melhor Ator Coadjuvante em série dramática. Ao matar o herói de Westeros antes mesmo que a temporada terminasse, Benioff e Weiss chocaram seus espectadores menos maduros, agradaram os superfãs dos livros e plantaram uma semente de curiosidade que sustentaria a série ao longo dos próximos oito anos.
O que García e Antonsson testemunharam em seu site naqueles primeiros dias se assemelhava à conversa em duas frentes de Game of Thrones que logo surgiria na mídia e na internet como um todo. Depois de cada novo episódio televisivo, aqueles que não leram os livros (agora presumivelmente na casa dos milhões, tendo em conta a audiência do programa) correm para a Internet em busca de contexto, enquanto os leitores de livros (também uma base crescente) riem de diversão e depois analisam as diferenças entre o show e o cânone. Essa “camada paralela” de conversação, como a T Magazine do New York Times a chamou, pode ao mesmo tempo fornecer aos recém-chegados uma melhor compreensão do universo de Westeros e permitir que os veteranos testassem seu conhecimento detalhado do cânone em contraste com o show.
[...]
E há o Deus Imperador Butler. Embora o programa esteja chegando ao fim e não esteja claro se ou quando os livros remanescentes de Martin serão publicados, a comunidade que ele aprecia sobre Thrones continua viva. Em agosto, muito depois do final da série, ele participará de sua 17ª reunião da Brotherhood Without Banners na Worldcon em Dublin. "Seria meio triste não ir", disse ele.
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