Quem é mais inteligente

A discussão do tópico não é sobre ter ou não poder para burlar alguma técnica, e sim quem é o melhor estrategista, bem como o mais inteligente. Poder para deter determinada técnica, nada tem a ver com inteligência ou estratégia. É lógico q Shikamaru não teria como parar o Chibaku Tensei, e isso não o faz menos inteligente q Itachi. Resposta:Depende mto da situação....tem vezes que os homens pensam melhor que a mulher, e em outras vezes as mulheres é mais inteligente...q os homens . Quem é mais inteligente, o homem ou a mulher?-3. Femme_Fatale. 1.82K 17/06/2018 12h58. comportamento. entre na sua conta para poder responder. elas perguntam respostas. 23 10. eles respondem. Tedd. 01/12/2017 18h34. O que estuda mais. 0 comentários curtir (7) 0 anônimo ... E quem é mais inteligente: o destro ou o canhoto? Os psicólogos e cientistas especializados em estudar o cérebro estão longe de chegar a um consenso sobre como medir conceitos vagos e muito relativos, como criatividade e inteligência. Conexões entre esses atributos e lateralidade, a essa altura do campeonato, seriam infundadas. Poucos nomes são sinônimos literais de genialidade. Ser chamado de Einstein é normalmente uma analogia para se referir a alguém muito inteligente. O físico alemão é mais conhecido por sua teoria da relatividade geral e por sua fórmula de equivalência massa-energia E = mc2. De família judia, Einstein teve residência nos Estados Unidos ... Quem é mais inteligente do que quem? Ah porfavor pessoas… No mundo aonde MULHERES e HOMENS estão evoluindo igualmente, andando juntos lado a lado deveriam discutir sobre outras coisas mais interessantes… Aliás, levem em consideração que essas pesquisas são feitas no exterior aonde realmente ( na maioria das potências mundiais ) as ... De acordo com a ciência, quem é mais inteligente: O homem ou a mulher? Nenhum estudo científico rigoroso foi capaz de mostrar que os homens são mais inteligentes que as mulheres ou que as ... Quem foi mais inteligente, L ou Kira? 4 respostas. Thadeu Santos. Atualizado em January 7, 2020 · O autor tem 1,7 mil respostas e 627,3 mil visualizações de resposta. ... mas quero ressaltar que a própria estrutura da série só funciona porque L é mais inteligente do que Kira. O velho ditado já diz que “quem fala demais, dá bom dia a cavalo” Às vezes, a melhor maneira de parecer inteligente é ficar em silêncio. É sempre melhor pensar antes de falar, pois as pessoas sempre se lembrarão do quão esperto você foi ao não se pronunciar em algumas situações. Quem é mais inteligente? Estudos mostram que as mulheres têm capacidade intelectual maior do que a dos homens. Saiba quais são as habilidades delas e as deles. 13/05/09 - 10h00

Não acredito que minha amiga conseguirá realizar o sonho dela, o que fazer?

2020.10.20 20:42 gasthemall88 Não acredito que minha amiga conseguirá realizar o sonho dela, o que fazer?

Ela quer passar no ITA que, pra quem não conhece, é o vestibular mais difícil do país. Os únicos aprovados lá são pessoas inteligentes pra caralho que se dedicaram nos estudos durante anos (e a idade máxima é 23 anos para candidatos).
Agora, sobre ela, ela tem 16 anos, é de uma família pobre (não pobre de verdade, mas os pais não sabem usar o dinheiro então não sobram nada) e trabalha o dia todo na loja do tio (ganhando uma mixaria, inclusive). Ela estudava cerca de 2 horas por dia na época que eu conheci ela, mas agora com o trabalho ela tá ficando dias sem estudar nada (por cansaço e preguiça). Além disso, eu sei que é errado, mas eu não tenho certeza se ela é inteligente o suficiente pra um vestibular desse nível.
Eu sempre tento encorajar ela a focar nos estudos e seguir os sonhos dela, mas tá difícil, ela não vai ser aprovada lá se continuar nesse ritmo, porque mesmo que ela não trabalhasse, o ambiente na casa dela é barulhento, o que distrai ela bastante, além da escola dela ser horrível. Eu não quero que ela se decepcione nem se sinta inútil por não ser aprovada lá, mas também não quero que ela fique brava comigo se eu disser alguma coisa contra o sonho dela. O que devo fazer?
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2020.10.16 17:19 ipackedkdb Carreira Privada, pública ou fazer graduação denovo?

Gente, me formei numa facu top em adm, mas tomei uns rumos meio tortos na facu, e estou sem tanta experiência de estágio, meu currículo na verdade está bem ruim. Ai antes da quarentena, consegui entrar em uma empresa de investimentos, mas a empresa é tão ruim, a cultura é tão tóxica, que não dá nem vontade de colocar ela no currículo. Não tem nem avaliação nos sites e o turn-over de funcionários é bem alto.
Ai estou com dúvidas sobre come proceder. Devo fazer uma nova graduação? Devo focar em concursos públicos? Acho que a única coisa que faz sentido, de verdade seria prestar concursos, já que financeiramente estou bem e me considero um rapaz inteligente, e já tenho quase 25 anos. Porém, não sei se ainda está valendo a pena, com a reforma administrativa ai na porta, aumento da concorrência, e diminuição de salários. Também algumas características físicas e psíquicas minha como ser baixo, mais tímido, não tão bonito, me indicam concurso vai ser onde eu mais poderia me destacar.
O que vocês recomendariam? Dou upvote para quem ajudar, além de um amigo no reddit kaakkaak
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2020.10.15 03:23 ipackedkdb Concurso, nova graduação ou continuar na iniciativa privada?

Gente, me formei numa facu top em adm, mas tomei uns rumos meio tortos na facu, e estou sem tanta experiência de estágio, meu currículo na verdade está bem ruim. Ai antes da quarentena, consegui entrar em uma empresa de investimentos, mas a empresa é tão ruim, a cultura é tão tóxica, que não dá nem vontade de colocar ela no currículo. Não tem nem avaliação nos sites e o turn-over de funcionários é bem alto.
Ai estou com dúvidas sobre come proceder. Devo fazer uma nova graduação? Devo focar em concursos públicos? Acho que a única coisa que faz sentido, de verdade seria prestar concursos, já que financeiramente estou bem e me considero um rapaz inteligente, e já tenho quase 25 anos. Porém, não sei se ainda está valendo a pena, com a reforma administrativa ai na porta, aumento da concorrência, e diminuição de salários. Também por características físicas e psíquicas minha como ser baixo, mais tímido, não tão bonito, me dizem que concurso vai ser onde eu mais poderia me destacar.
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2020.10.10 17:46 P4d0 Sempre fui a criança diferente das outras

Bem, eu sempre fui o garoto nerd, gosto de músicas como as do David Bowie, Queen, Guns N' Roses, Metallica, System Of A Down, etc muito diferente dos meus amigos que sempre preferiram algo mais "atual", o meu gosto pra outras coisas não é diferente era o único que assistia animes, nunca gostei muito de esportes, meu nítido amor por RPG, sempre gostei de ter cabelo grande. Nota: lembrei de um post que eu vi aqui mesmo de uma menina que foi conversar com um garotinho vestido de Harry Potter em uma festa de halloween, eu sou basicamente ele. Tenho dificuldade pra me enturmar, sempre fui taxado de estranho mas nunca liguei muito pra isso, sempre fui evitado de certa forma também. Gosto de usar roupas largas e diferentes de vez em quando, ontem mesmo coloquei uma camisa social rosa pra ir buscar pizza. Nunca fui muito compreendido pelas pessoas, principalmente amigos de escola, sempre tinha que me adaptar pro que eles estavam gostando, então era basicamente assim: se eles gostassem de Transformers por exemplo, eu tentava saber o máximo sobre o assunto pra poder conversar com eles também, eu sinto que nunca fui eu mesmo de verdade, mas agora acho que isso está mudando, meus amigos começaram a assistir animes e agora conversamos mais sobre coisas que eu gosto (ainda estou sendo chamado de estranho). Teve um período da minha vida em que eu simplesmente não queria mais ter que forçar uma conversa com meus amigos, então sempre acabava me isolando durante as aulas, meus amigos acabavam contribuindo pra isso também já que ninguém queria sentar comigo e eu sempre sobrava quando era pra formar duplas, só queriam sentar comigo quando era alguma coisa em que eles queriam tirar nota boa, pq sempre fui considerado "inteligente". Recentemente minha melhor amiga me falou que vai se mudar pro interior, não sei oq vou fazer sem ela, sorte que tenho parentes que moram próximos de onde ela está =). Meus amigos sempre quando vão se referir a mim brincando me chamam de "SadBoy", creio que pelo meu estilo musical e ações que acabo tomando. Desisto das coisas muito rápido, perco o "tesão" de fazer alguma tal coisa, a minha última desistência foi tentar aprender JavaScript, tava me divertindo até que bastante, mas não pq eu desisti. Meus amigos meio que ignoram tudo oq eu falo, a não ser que seja um shittposting, é como se só agora, depois de praticamente 8 anos estudando com eles que eu descobri quem são meus amigos de verdade, aquela que realmente se importam com oq eu falo.
PS: Achei ficou mto grande, meio fora de ordem e acho que usei muitas aspas, então peço desculpas caso isso incomode alguém.
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2020.10.10 14:16 TapperTotoro Os meses em que vivi na rua, toda a fome que passei e a bicicleta que mudou tudo para melhor.

Eu venci a depressão e é isso que tenho feito desde que me curei! - Parte 3/365
Uma espécie de diário aberto: Os meses
Olá ...
Hoje não devo escrever muito, e decidi partilhar uma prosa que escrevi nos meses que sobrevieram o meu divórcio (editado: escrevi mais do que achava que escreveria).
Para colocar em perspetiva: depois de sair da casa que era minha (comprada e que ficou para a minha ex-esposa e para os meus filhos) consegui alugar uma casa por alguns meses, mas não conseguia trabalhar por causa da profunda depressão, além de não receber respostas positivas por parte das empresas para onde mandava o meu curriculum e em poucos meses todas as minhas poupanças acabaram e acabei por ter de ir morar para a rua. Morar na rua implica passar fome - já passei noutros momentos da minha vida, pois durante grande parte da minha infância, o país em que nasci e vivi até antes de me ter mudado permanentemente para Portugal, viveu em guerra civil - felizmente Portugal é um país relativamente seguro, mas nada fácil principalmente para pessoas negras (acreditem, por mais inteligente e boas referências uma pessoa negra tenha aqui em Portugal, é muito difícil arranjar algum emprego que os próprios portugueses consideram "condigno", e todos os lugares em que trabalhei cá eram fora da minha formação - Estatística, Gestão, Informática e Administração, fora os conhecimentos de informática que tenho mas que infelizmente ainda não tenho um diploma para provar que tenho, mas em breve isso mudará. (lembra-se, estou a estudar e no final do próximo ano recebo um diploma de Desenvolvedor de Software).
Felizmente por causa do meu trabalho com as artes, conheço muita gente que apesar de não me poderem ajudar com a questão da casa, arranjavam-me algo para comer durante os meses em que vivi na rua e saí da cidade em que fui viver depois do divórcio, muita gente passou-me contactos que elas tinham e eu arranjei um emprego num bar (aos finais de semana e feriados de noite-madrugada) e com esse dinheiro eu conseguia comer e poupar para comprar uma bicicleta.
Porque uma bicicleta?
Simples: eu caminhava mais de 10 quilómetros todos os dias que voltava do trabalho no Bar, às 02:00 da madrugada. Nessa mesma altura em que comecei a trabalhar no bar, ia para um lugar em que tinha uma escola antiga que era usada como estúdio de ensaio para bandas e outras atividades culturais e recreativas, e lá ficava a preparar as minhas refeições e compor músicas (além de tratar da minha higiene). Felizmente, eu não preciso de dormir bastante ou consigo passar até uma semana sem dormir (literalmente) e também aproveitava o facto de que existia uma praia fluvial por perto para ir tirar uma soneca lá nos dias em que estava muito exausto. Infelizmente o dinheiro que ganhava no bar, mesmo com as gorjetas não servia para alugar sequer um quarto (mesmo tendo eu comida de graça no bar para jantar de noite e pequeno almoço de madrugada, e poupando algum dinheiro); então a bicicleta ajudar-me-ia e ajudou bastante a tanto poupar mais algum dinheiro que gastava com o autocarro para ir trabalhar, quanto poder me deslocar para mais entrevistas e futuros trabalhos.
Passado um mês depois de começar a trabalhar no bar, recebi uma resposta de uma das fábricas em que tinha mandado o meu curriculum e que ficava há mais ou menos 10 quilómetros do edifício em que tinha a sala de ensaio; depois de ir para a entrevista de dia, na tarde do dia seguinte eles ligaram-me a dizer que eu tinha ficado com o trabalho e que começaria já no dia seguinte (nota, faltavam alguns euros para poder comprar a bicicleta nesse dia e eu tinha de arranjar uma maneira de conciliar os dois trabalhos, pois um terminava às 02 da madrugada e o outro começava às 05:30 da madrugada, mas de forma rotativa - uma semana às 05:30, e outra às 13:30, e nas sextas feiras a hora em que saia de um era muito depois da hora em que eu tinha de entrar para o outro trabalho - bar e fábrica).
Essa incógnita dos dois trabalhos que não deram para conciliar. O que fiz?
Bem, uma coisa de cada vez. Primeiro, fui trabalhar para o bar numa quinta feira que era feriado e tinha de entrar para a fábrica na sexta feira, às 05:30, e como ainda não tinha a bicicleta, saí do bar e caminhei até à fábrica, estava super empolgado e feliz por ter um trabalho a tempo integral, e como sairia às 13:30, não havia nenhum problema em não ir para a praia fluvial tirar uma soneca. Nesse dia, lembro-me que não foi difícil aprender a trabalhar com as máquinas da fábrica (tenho essa facilidade aprendizado absurda); mas passei todo o turno de trabalho a pensar em como lidar com essa incógnita e cheguei à conclusão que somente ia trabalhar no bar (e não poderia trabalhar lá porque não tinha como mudar os meus horários de trabalho em ambos os lugares) até a conseguir comprar a bicicleta e calhar a sexta feira em que o meu horário de trabalho na fábrica terminava depois do início do meu horário de trabalho no bar (num terminava às 21:30 e noutro começava às 17:00).
Segundo, trabalhei nos dois lugares durante uma semana, falei com os meus empregadores e como não deu para mudar os horários, despedi-me do bar e fiquei a trabalhar somente na fábrica, e no meio disso tudo, comprei a bicicleta e todos os dias, de segunda à sexta, numa semana acordava às 03:45 da madrugada para pedalar por uma hora até ao trabalho e depois mais uma para voltar até ao estúdio às 13:30 e noutra entrava às 13:30 e às 21:30 pedalava eu até ao estúdio de ensaios para espairecer e criar alguma coisa artística e fazer a minha higiene pessoal, além da comida para o dia seguinte ...
A fome e a rua!
A fome: em menos de 4 meses eu saí dos meus 98 quilogramas de peso, para os 66 quilogramas. Isso para mim resume tudo, mas ainda assim consegui ter energias para caminhar e lembro-me de ficar pasmo que em menos de uma semana eu tinha caminhado mais de 100 quilómetros (gravei uma foto com isso e uso-a para lembrar-me sempre do quão forte sou capaz de ser nos momentos de maior adversidade. A fome nunca é só fome, é também propulsora de ansiedade, fragilidade psicológica além da física, desmotivadora . . . mas venci a fome com toda as forças que reuni quando decidi voltar a viver e lembro-me muito bem que sempre que eu ia trabalhar para o bar, e sorria, não era um sorriso para esconder as dores no estômago ou todo o caos da minha vida nos últimos meses, mas sim um sorriso cheio de esperança e motivação, pois como já disse, pelo que parece, sou muito bom a começar do zero e a além de sobreviver, viver. A rua ofereceu-me muito mais do que eu podia imaginar, não no quesito segurança contra todos os elementos da sociedade e natureza, mas na paz que mesmo lá, no fundo do poço do conceito da sociedade materialista, encontrei e que me ajudou a ter mais forças para superar tudo ...
Enfim, sempre que me referir ao mês de junho de 2019, será para falar do mês em que recomecei realmente a minha vida depois do divórcio e de superar a depressão, a fome e o viver na rua, pois nesse mês eu consegui um trabalho a tempo inteiro, comprei uma bicicleta, conheci a minha atual namorara (uma mulher incrível que muito amo) e voltei a viver entre as quatro paredes em que me encontro hoje. Cá fica um dos textos literários que escrevi num dos meses em que morei na rua e perdia de forma assustadora a minha massa corporal:

GRÃOS, LEGUMINOSAS, TUBÉRCULOS E FUNGOS
É assim que se destrói o homem, em atenção, não! Não apenas o ser portador do mastro sexual, mas o animal de espécie humana. O fumo varre o meu olhar entre a realidade num lado, e a minha mente do outro, o vidro duplo no meio, física transparente da janela; da direita para a esquerda, embriagado pelo vento, enquanto se dissipa o tempo. Mas não! É assim que desaparece a minha vida. Enquanto como arroz, ao acordar, mas somente depois de passadas seis horas. Até lá, permaneço de estômago vazio a tentar escapar da morte. E ervilhas, e alface no dia da alface, e cenoura no dia da cenoura, e cogumelos, não os mágicos, no dia da não cenoura, depois de se terem acabado as regalias de poder escolher comer tudo exceto carne.
Conto cada moeda e frequências que me restam. A dissolução do acordo fraternal, previsível e instável, levou tudo, depois de seis anos a negar o evitável; anos que se prenderam à todas as decisões tomadas, desde o momento em que os meus pais, acidentalmente, deram vida ao humano que me tornei, até milhares de dias atrás, minutos que antecederam a rutura. Mas não! Não é assim que se destrói, põe-se fim ao marco de toda uma tentativa de encontrar a felicidade e a paz, nos braços de quem só me teve por posse, como se de um escravo se tratasse a minha existência, tal como foram enjaulados os meus antepassados mais próximos, acorrentados e separados do que lhes era posse por direito de nascença, alguns dias antes do meu nascimento.
Ao olhar para o fumo que se dissipou por completo, vejo as arvores que ao de longe são menores do que o meu medo, mas ao de perto, são tão altas quanto ou mais do que a minha alma que clamou por ajuda, à minha mãe, se é que ainda a posso chamar mãe; à minha irmã, não tão adorada desde sempre; ao meu irmão, em quem me espelho inversamente; aos agiotas, que nunca soube onde encontrar; aos ladrões que guardaram o meu dinheiro todo, durante a vida que perdi; aos traficantes, de tudo e menos alguma coisa; aos assassinos, de sonhos e modos; aos meus amigos, envenenados pela mulher que me desposou outrora; aos que ajudei um dia, a troco de nada; e ainda assim, nem mesmo por não merecer um pingo de empatia, ainda assim, ninguém me estendeu a mão, exceto?
Exceto a única pessoa que em meio tempo passou a ver quem sou, e descobri que sempre foi tudo; o que se esconde por baixo da máscara, quem se esconde por baixo do olhar e dos sorrisos, muitas vezes falso, muitas vezes desnecessário, mesmo não podendo dar mais do que o último centavo que lhe resta, permaneceu aqui, ao lado, a segurar-me pela mão e pelo olhar, numa tentativa de reanimar o homem, mas não o que carrega entre as pernas a corda reprodutiva, e sim o humano que nunca deixou, e se nega a deixar de ser uma criança, a mesma que chora sempre que se lembra de todas as vezes em que quase morreu, e que também morreu um dia, mas voltou por ter encontrado a resposta para a continuidade da vida, a criança que tem, com o passar de cada ano, menos dias para chorar, enquanto se prepara para ser o motivo do choro de, talvez, menos pessoas do que consegue contar, com quatro dos seus cinco dedos da mão esquerda.
É assim que se destrói um homem. Enquanto como arroz, antes de me deitar e desejar acordar noutra manhã, até lá, permaneço de estômago vazio a tentar escapar da morte. E ervilhas, e alface no dia da erva, a não psicoativa, e cenoura no dia da cenoura, e cogumelos, não os mágicos, no dia da não cenoura. Porque quem jurou amar-me abandonou-me quando tudo ficou extremamente difícil e necessário. E todos os que me amam, ainda, os mesmos que deduzo que não sabem o que é amar, estão longe agora que estou mais perto da transcendência. E apesar de me ter afastado propositadamente, para desperdiçar comigo mesmo alguns poucos anos da minha vida, ainda assim, me sinto indigno de pena, dissociado de tudo o que é meu, não por direito de nascença, mas por direito de divindade, de criação, de clonagem da minha acidez desoxirribonucleica, e dos meus glóbulos falciformes, alimentados pelos açucares naturais do pouco que me resta para comer, e pela gordura, e músculos do meu sempre magro corpo.
E assim se mutila e assassina o homem, fazendo-o comer-se a si mesmo, do tutano dos ossos para fora, até que inclusive os sonhos se tornem o único alimento imaginável que lhe resta para adormecido energizar a vida.
Reinicia.
Com amor;
Aladino.
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2020.10.10 06:01 umnickqualquer Dezembro de 97

Mesmo já tendo corrido 20 anos, os detalhes continuam na minha mente: dezembro já estava quase na metade e aquela era a semana de recuperações finais do ano letivo. Eu não ia querer ser reprovado bem quando já estava terminando o 3o ano do 2o grau – era assim que a gente chamava na época – e só precisava daquele diploma pra poder seguir pra faculdade. É claro, isso se eu tivesse sido aprovado. Os resultados dos vestibulares só saiam em janeiro e entre a tensão de terminar a escola e a de finalmente começar História numa federal, eu ia administrando os meus 17 anos.
Pensando agora, enxergo que eu era um moleque bastante comum, mas não era assim que eu me vi na época. Meus CDs dos Racionais, biografia do Malcolm X e camisa dos Panteras Negras (que juntei dinheiro por meses pra comprar) se juntavam ao pequeno black que eu vinha cultivando pra criar algo que naquele tempo era uma mistura confusa de busca por identidade racial e afirmação juvenil. Tenta entender que eu estava entre a descoberta de Spike Lee e a de Frantz Fanon, sendo que o desbravamento de mim mesmo também não estava muito avançado. Esse ainda iria levar um tempo.
Acabada a recuperação, eu esperava na saída do corredor pro pátio olhando pra fora. Enquanto estava em sala de aula, a chuva que tinha ameaçado cair a tarde inteira começara a desabar com força e não parecia estar perto de acabar. De onde estava eu podia ver o temporal alagando tudo entre o pátio e a quadra de esportes perto do portão, enquanto alguns alunos tentavam fazer às pressas o caminho até a rua. Pode ser que eu não quisesse arriscar molhar os cadernos na mochila, ou talvez não quisesse chegar logo em casa pra ser bombardeado de perguntas sobre a prova, mas a questão é que resolvi esperar e enquanto aguardava recostado à parede, notei que o Wesley – que também estava na recuperação – havia chegado e feito o mesmo.
Era alguém interessante, o Wesley. Sua posição na classe me parece ambígua porque se hoje eu só consigo dividir a minha 3a série entre Comportados e Turma do Fundão, ele não era nenhum dos dois. Sem ser necessariamente calado, rebelde ou participativo, conseguiu atravessar aquele ano letivo até o fim, apesar do seu tamanho e aparência indicarem que já tinha sido reprovado uma ou duas vezes. Se ao longo daqueles meses a gente trocou três palavras eu não lembro – enquanto os meus chegados eram quase todos maconheiros fãs de Planet Hemp e headbangers fãs de Sepultura, os dele, por mais que tente me lembrar, eu não tenho certeza. Tanto podiam ser a turma inteira como ninguém, na verdade.
Aquela vigília pelo fim da chuva deve ter me entediado ou talvez eu tivesse me sentido constrangido de ficar apenas em silêncio a poucos metros dele, mas a questão é que, ainda olhando pra porta, falei:
– Parece que a gente vai ficar aqui até amanhã – também sem me encarar, ele disse:
– Por mim não tem problema.
Como não respondi, acho que ficamos em silêncio por mais ou menos um minuto, os únicos sons sendo o temporal caindo e os carros passando pela rua em frente. Sem nenhum aviso, as luzes do corredor e das salas vizinhas se apagaram e uma mistura de murmúrios e gracejos percorreu o prédio da escola enquanto todos davam pela falta de energia elétrica. Agora iluminado apenas pelo cinza embaçado daquela tarde de chuva, o próprio tempo parecia em espera.
– Você já passou na faculdade? – perguntou o Wesley.
– Não sei. Acho que sim, mas tem que esperar sair o resultado ano que vem – respondi, meio desconfortável por ele não ter continuado em silêncio – eu não tinha certeza suficiente pra dizer que achava que sim, mas aquele era sempre o jeito mais rápido de conduzir as conversas sobre vestibular.
- Tomara que o mundo não acabe antes de você se formar, igual todo mundo acha, né? – retrucou ele, com um tom mais leve do que o anterior – e você pode ir pra faculdade com esse cabelo? Eu costumava ser bem sensível a qualquer crítica em relação ao meu black. Tanto porque a maioria delas era escrota quanto porque não era fácil tratar dele e aquela era uma das poucas coisas de que gostava na minha aparência. “Vocês ainda vão ver presidentes com um maior que o meu”, costumava responder. Por algum motivo, no entanto, talvez o modo como a pergunta soou sem nenhuma maldade ou intenção de ofender, eu não me importei e apenas respondi:
- Claro que sim, lá não é o exercito – observando ele fazer um leve sinal de assentimento e sem saber como continuar aquela conversa, perguntei – o que você vai fazer agora?
- Ir pra casa, tirar um descanso e trabalhar de noite, por quê? – respondeu ele, parecendo surpreso que eu perguntasse.
- Não, tô falando agora depois de se formar. O que você vai fazer depois do 2o grau? – corrigi, por algum motivo desconfortável pela interpretação da minha pergunta.
- Ah – falou ele, se demorando como se tivesse que se lembrar de algo bem distante – eu quero arranjar alguma coisa com o diploma. Tentei o exercito ano passado, mas não entrei, fui dispensado. Agora com a escola completa deve dar pra conseguir alguma coisa boa e talvez eu faça curso técnico – completou. “Você também não sabe direito”, eu pensei. Hoje, penso que estranho seria se algum de nós dois naquela época tivéssemos certeza de alguma coisa.
– E por que você tinha certeza que eu tinha sido aprovado na faculdade? – perguntei, incerto sobre como prosseguir a conversa.
– E como não? Você é todo inteligente, todo engajado – respondeu ele, com um sorriso que eu não sabia se era irônico ou parceiro – peão de obra que você não ia virar. Me senti um pouco desconcertado, tanto por não imaginar que esse garoto com quem eu nunca tinha falado antes tinha uma imagem a meu respeito quanto por não estar nem de longe tão certo sobre o meu próprio futuro quanto ele. Pensei em alguma consideração elogiosa pra fazer, mas me toquei de que eu não o conhecia. Na verdade, aquela era a primeira vez em que eu realmente reparava nele. O corpo alto e magro que vestia o uniforme, a pele castanha quase no meu tom e o cabelo aparado rente ao couro cabeludo podiam pertencer a metade dos alunos daquela e de qualquer outra escola estadual do país. Esse foi o primeiro momento em que quis saber alguma coisa sobre o Wesley.
O que respondi a ele eu não me lembro, mas sei que nos sentamos no chão do corredor enquanto a chuva continuava caindo persistente lá fora e os poucos alunos que restavam no prédio saiam pela porta à nossa frente. Nós mais do que falamos, conversamos, e apesar dos detalhes terem sumido da memória, ficaram os temas. A escola que acabava; a família que pressionava; o que estava por vir, fosse o que fosse. Especulamos sobre o que a gente sabia e não sabia e naquele momento só não falei mais porque ainda havia coisas que eu não confessava nem a mim mesmo. Com sua voz um pouco mais juvenil do que seu tamanho sugeria, os pelos no queixo de alguém que se esquece por uns dias de aparar e uns olhos estreitos e reluzentes que devolviam ao mundo um reflexo mais brilhante do que a imagem que receberam – todos os pontos em que eu só reparava naquele momento – o Wesley parecia real, único. Não sei quanto tempo se passou, mas naquela hora só existiam o corredor escuro e aquele garoto pouco mais velho que eu – as preocupações não sei aonde tinham ido, talvez lá fora junto com a chuva.
Ainda estávamos conversando quando verifiquei a mochila pra ter certeza de que não tinha deixado nada em sala e me deparei com a sombrinha velha da minha mãe, que eu devia ter guardado dias atrás e esquecido ali. Surpreso por ter encontrado, falei:
– Olha só e eu esperando aqui – disse em tom casual, mas a verdade era que eu preferia não ter achado e pra esconder essa contrariedade, dele e de mim mesmo, me levantei, ainda que sem vontade de ir embora. Talvez fosse por não ter coragem de encarar o tempo forte bem à minha frente sozinho que ofereci:
– Quer carona? – ao que ele respondeu pegando a mochila e se levantando também.
Saímos para a chuva fria e, talvez por dividirmos uma sombrinha minúscula, estávamos com os braços nos ombros um do outro enquanto corríamos pelo pátio vazio – quem fez o gesto primeiro, não sei dizer. O temporal estava mais forte do que parecia do lado de dentro – Wesley e eu ficamos encharcados, as vistas turvas e nossas camisas ensopadas, grudando tanto na pele quanto uma na outra, enquanto corríamos ombro a ombro. Quando a tempestade finalmente venceu e rompeu as ligações da sombrinha, ficamos perdidos de vez, com a água e o vento vindo como uma surra por todos os lados. Vendo que era impossível tentar chegar ao portão daquele modo, corremos para a quadra de esportes, que era coberta e ficava entre o prédio principal, de onde tínhamos vindo, e saída da frente.
Foi um alivio voltar a ter um teto sobre a cabeça. Assim como o prédio principal, a quadra estava às escuras e sem mais ninguém além de nós. As roupas molhadas pareciam pesar 01 kg e enquanto eu enxugava o rosto com a camisa do uniforme – sem perceber a idiotice de tentar me secar com um pano molhado – Wesley passou os dedos de leve pela ponta do meu cabelo, abaixado pela chuva, e disse, divertido:
– Então é assim que fica quando molha.
Sei que respondi alguma coisa, não lembro o quê, e nós dois rimos. Ele estava tão encharcado quanto eu e apesar do comentário casual, percebi que tremia de frio e tinha a respiração pesada, com o peito subindo e descendo da corrida. Notei que eu também estava assim. Ficamos mais algum tempo em silêncio, enquanto a chuva não dava sinais de passar.
– É, acho que não vai acabar tão cedo. Valeu pela carona, eu vou daqui – disse o Wesley, com gotas d’água ainda escorrendo pelo rosto.
– Falou, boa sorte – respondi. Pensei em dizer “foi bom falar com você, que pena que a gente não se conheceu antes”, mas calei. Eu não sei que sinal o meu corpo transmitia naquele momento, pensei nisso por anos até decidir que não era importante. Quando o Wesley se aproximou de mim antes de sair da quadra, pensei por dois segundos que seria para um abraço de despedida, desejos de sorte na vida e tal, mas quando chegou perto do meu corpo, foram a minha boca que ele procurou.
A partir daí só posso explicar o que houve por sensações. O frio dos lábios dele; o calor bem-vindo do seu hálito, e junto com um sabor que parecia ser pasta de dente, o gosto de chuva como se eu estivesse beijando o próprio temporal. É estranho pensar o quanto tudo foi inesperado e ainda assim sem erros – perfeito. Não teve espaço pra estranhamento ou resistência da minha parte, só uma reciprocidade fortuita que parecia agir por conta própria. O ato era a última coisa que eu podia esperar naquela hora e ainda hoje um dos momentos mais inusitados da minha vida, mas ainda assim naquele minuto foi tão natural, tão correto para aquele eu adolescente, quanto o tempo forte que desaba numa tarde de dezembro.
Quando nossas bocas se afastaram, o Wesley foi até a borda da quadra, olhou pra fora por um segundo e então correu, desaparecendo na chuva. Só o que pensei naquele momento foi que devia ter dito tchau – talvez porque a gente não diga adeus quando tem 17 anos. Continuei onde estava e o fato de agora estar sozinho me pareceu o mais estranho do mundo. Eu não sei quanto tempo fiquei esperando estiar, mas quando isso aconteceu, saí rápido em direção ao portão como ele tinha feito. Mesmo caindo com menos intensidade, o temporal então me parecia pior, mais frio e impiedoso. Tudo o mais naquele fim de tarde hoje me parecem só flashes: o ponto lotado, o ônibus pra casa, chegar no quarto e por a mochila no chão. Não vi sinal do Wesley enquanto percorria aquele caminho e é óbvio que nunca soube dele desde então. Do mesmo jeito que não sabia antes daquele dia.
Talvez não fosse uma lembrança tão viva ainda hoje se não fossem os tempos de chuva desses 20 anos pra cá. Mesmo que eu esteja resguardado em casa vendo o temporal pela janela, sinto o sabor gelado nos lábios e a água escorrendo pelo queixo como se estivesse do lado de fora, desprotegido, feito um menino que se põe debaixo da tempestade com a boca aberta brincando de provar o gosto do céu – de juventude, de conversar sem pressa num corredor escuro enquanto o mundo espera lá fora.
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2020.10.09 15:32 RefrigeratorSerious9 Minha carta de suicídio.

Essa é a carta de suicídio que eu escrevi para os meus amigos. Quem não viu no último post, eu vou me matar no meu aniversário. Meus amigos são todos online e não nos conhecemos na vida real.
Olá pessoal. Alguns de vocês eu conversei recentemente, alguns não por algum tempo.
Hoje é meu aniversário. 24 anos. E eu estou cansado de viver. Sabe, por quase três anos, eu tenho acordado todo dia e feito o meu melhor para me tornar desenvolvedor full-stack e freelancer. Eu tinha o sonho de trabalhar remotamente e viajar o mundo. Estar em diferentes países. E por três anos, eu venho falhado. Todo dia, meu melhor não é o suficiente.
Meu pai está extremamente chateado comigo - eu não o culpo. Eu tive tempo o suficiente para aprender e fazer dinheiro nessa área mas eu não consegui. Eu digo com confiança que isso não aconteceu porque eu não deu o meu melhor. Eu acordei todo dia pronto para fazer tudo que eu poderia. Tudo que eu poderia não é o suficiente. Eu não sou inteligente o suficiente.
Hoje é 9 de Outubro de 2020 e hoje meu pai me disse que eu não estou estudando e que estou mentindo. Foi muito doloroso ouvir isso dele. Eu estou dando o meu melhor. Estou falhando. Eu estou dando o meu melhor. Estou falhando. Eu não sou bom o suficiente para a vida.
Um dia, durante uma aula de desenvolvimento web, minha amiga me viu fazendo a prova de Algoritmos no computador. Eu estava digitando muito rápido e fazendo as tarefas muito rápido já que eu programava 10 horas diariamente. Depois que a prova terminou e a turma estava fora da sala de aula, ela disse para todo mundo como eu sou um gênio e como eu consigo resolver qualquer problema de programação que me passem. Ela não sabe que eu sou uma das pessoas mais burras que ela já encontrou.
Eu nunca alcancei os objetivos que tive pra minha vida. Eu não consegui entrar na faculdade de medicina. Eu não consegui me tornar um freelancer. Eu sei que qualquer coisa que eu tente daqui pra frente eu vou falhar.
É meu aniversário e eu me sinto um lixo. As coisas teriam sido diferentes se eu fosse um pouco bem sucedido e meus pais acreditassem em mim. Não estou dizendo que a vida é injusta, eu tive mais oportunidades do que mereci.
E porque eu sou tão mal como pessoa, eu também destrui minha amizade com a minha melhor amiga - K, que está aqui. Tem sido meses de mandar mensagem para ela e ela não me responder. Ela não vai me dar parabéns hoje. É minha culpa. K, eu não sei se você me perdoa. Me desculpa.
Pelos motivos acima, eu resolvi botar um fim na minha vida. Mas não é justo que meus pais descubram que foi suicídio. Eu disse para eles que eu estou indo para a praia, mas eles não sabem que eu vou me afogar. Afogamento vai pelo menos parecer acidente e eles não vão precisar ficar se questionando o que eles fizeram errado ou o que precisariam fazer diferente. Não é culpa deles, eles me deram mais chances do que eu mereci.
Eu queria sinceramente dizer que eu acredito em cada um de vocês meus amigos. e que eu sei que todos vocês tem um futuro brilhante. Se você está nesse grupo, você é meu querido amigo e eu te aprecio. Você fez o seu melhor para me ajudar e desculpa não poder alcançar as suas expectativas ou as minhas.
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2020.10.08 16:50 impanda803 Acabo o ensino médio esse ano e não sei o q quero da vida

Esse ano (na vdd começo do ano q vem por causa da pandemia) termino meu ensino médio técnico, fiz informática mas n quero trabalhar com isso, acho muito estressante. Essa semana abriu a inscrição pro vestibular da Universidade que eu quero ir, mas eu ainda n fui me inscrever pq n sei o q quero cursar lá. Sou inteligente, tiro boas notas, mas n o suficiente pra passar em medicina lá e tb n acho q meu sonho seja trabalhar mexendo em corpos doentes e gente morrendo. Mas parece q é a única faculdade valorizada (não só financeiramente) no Brasil. Eu acho q n quero mexer com animais ou pessoas doentes, mas eu gosto de biologicas e humanas. Humanas já desisti pq n vou achar emprego, se achar n um q pague bem e provavelmente só acharia emprego como professora, gosto de ensinar os outros, mas tenho um complexo de querer agradar todo mundo, então entrar em salas de aula com alunos "cagando" pra mim seria o meu pior pesadelo (minha mãe é professora e tem bournaut, então sei q isso é horrível). Biológicas se vc n quer mexer com gente ou bicho doente tem q viver de pesquisa, mas é trabalhar q nem escravo por pouco dinheiro q o governo (ainda mais esse) inventa de cortar toda a verba então vc é demitido do nada sem direitos trabalhistas, já vi vários desabafos aqui sobre isso, não quero ser mais um. E eu n posso, depois te ter estudado 4 anos jogar o curso fora, sei q o q eu aprendi ninguém tira de mim, mas msm assim são 4 anos da minha vida me dedicando a algo q n vou usar. Alguns falam q é super normal acabar trocando de curso e q n faz mal, q nessa idade a pessoa é muito nova pra decidir o q q quer fazer pro resto da vida, mas quem é q quer começar depois de mais velho do 0? Eu só queria escolher uma faculdade com segurança, mas nada parece bom. O q gosto de estudar n tem área, o q eu n acharia ruim trabalhar n paga bem, o q paga bem vc tem q ter muita sorte pra ser escolhido naquela única vaga de emprego, o q acham q vai precisar de emprego no futuro é na área de informática q eu n gosto. É pedir de mais uma profissão q eu goste, q as pessoas respeitem/valorizem e q eu ganhe uns R$ 5.000 no meio da carreira? Se alguém tiver sugestões do q eu posso fazer eu aceito, estou mais perdida q cego em tiroteio, na vdd foi pra isso q vim escrever esse post, mas acabou virando um desabafo.
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2020.10.08 16:14 TapperTotoro Eu venci a depressão e é isso que tenho feito desde que me curei! - Parte 1/365

Uma espécie de diário aberto: Eu sou o Aladino.
Olá (começo por norma os meus textos assim, ou qualquer outra forma de interação humana).
Para colocar em perspetiva, em 2012 me mudei sozinho para Portugal e comigo somente trouxe livros, 500 euros e uma bagagem cheia de sonhos palpáveis. Para trás ficou toda a minha família e uma possível carreira na área dos números (que muito gosto). Tinha eu 20 e poucos anos (continuo com 20 e poucos ainda hehehe). Eu nasci e cresci num país distante chamado Angola, e todo o meu mundo era um lugar que ficava à beira mar ...
Durante mais de 5 anos vivi com uma depressão profunda, afastado de tudo e de todos. Durante esses anos e mais alguns também tive uma relação afetiva, mas que ao curar-me da depressão percebi que esta contribuía fortemente para o meu antigo estado que se desgastava cada vez mais.
As pessoas que conhecem e que interagem comigo dizem que sou uma pessoa bastante inteligente, quer a nível emocional quanto intelectual; e como muita gente, tinha (felizmente voltei a ter) os sonhos e objetivos que se foram esfumando conforme a minha doença (sim, a depressão é uma doença e hoje eu consigo falar e admitir isso) agravava, ao ponto de parar de fazer todas as coisas que mais gostava: escrever textos literários, desenhar, compor músicas e tocar ao vivo, e por fim, estudar. Além disso, me vejo como um "nerd" e com bastante orgulho, pois valorizo muito a capacidade que temos como humanos para aprender e criar, evoluir e resolver problemas.
Há dois anos tomei a decisão mais importante da minha vida toda de modo a preservar a minha própria continuidade nesse plano existencial, pois chegara a um ponto em que já não me importava se acordava eu no dia seguinte ou não, muito pouco sentia em relação a tudo e todos os que me rodeavam, e cresciam cada vez mais os fantasmas que me diziam para acabar com a minha própria vida. Tal decisão foi terminar a relação que me destruía e transformava num ser que não me orgulho e que não desejo para ninguém e lutar contra mim mesmo para me curar. Apesar de a minha decisão me ter tirado tudo o que tinha de valor material (acabei por viver na rua alguns meses), devolveu-me a vida. Isso, aprendi, não tem preço!
Aos poucos, ao longo desses dois anos voltei a gostar de fazer as coisas que me definem e hoje consigo falar abertamente sobre tudo, inclusive sobre os piores momentos da minha vida e passei a dedicar o meu tempo a evoluir "espiritual" e intelectualmente. Também tracei propósitos e tenho aprendido que quanto mais de mim mesmo ofereço, mais eu vivo e me sinto vivo e com vontade de continuar a viver (além de muitas outras coisas boas que isso tem acarretado). Também passei a registar diariamente a minha evolução e aos poucos ganho coragem para partilhar esses meus registos de forma pública; voltei a escrever textos literários e compor músicas que publico sempre que posso e se um dia o "tempo-espaço" quiser, eles, o que chamo arte, terão o seu lugar por aqui, no mundo. Outra coisa que faço, tanto para me sentir motivado e ajudar quem estiver a passar pelo mesmo que passei, é estudar "ao vivo" no mesmo canal em que partilho as minhas músicas, para que no final do ano de 2021 finalmente eu consiga alcançar o que pretendo no quesito profissional - tornar-me um Desenvolvedor de Software.
Quem estiver a passar por uma situação pesada e que precise de desabafar pode falar comigo pois eu sei bem o quão importante é ter alguém que nos entenda relativamente bem e que nos ouça sem nos julgar. Eu estarei por aqui todos os dias para escrever e também no meu canal de Youtube onde aprendo a programar ao vivo e quiçá, troco alguns dedos de conversa com uma pessoa completamente aleatória nas minhas pausas para descansar o cérebro.
Para concluir: obrigado por me ouvir (ler) e tudo sempre acontece por algum motivo (este é o único clichê que para mim faz sentido).
Com amor; Aladino.
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2020.10.06 15:50 Creids258 Estou triste pelo meu pai e por mim

Essa quarentena não está fácil para ninguém ainda mais se for sofrer de ansiedade, meu pai a uns 5 meses atrás começou um negócio de pães de alho gourmet aqui em casa para tentar conseguir algum dinheiro, ele está desempregado há uns 4 anos. No início começou tudo bem mas há 1 mês o movimento tem caído um pouco, não sei porque, afinal é uma coisa que muita gente gosta e não é tão caro, meu pai até arranjou em um aplicativo de serviços de motoboy para eles fazerem a entrega, agora meu pai não vende quase nada dos pães e eu vejo que ele está muito triste, só ouço ele fungando e chorando baixinho de longe quando estou no computador, afinal qual é o motivo para isso estar acontecendo? no inicio isso fazia um enorme sucesso, meus pais passavam o dia todo até a madrugada fazendo os pães para entregar, até criaram um Instagram para isso, além do nome e marca do produto, assim sendo com meu pai triste desse jeito, só me deixa mais pra baixo porque se um cara como ele que é muito inteligente e entende sobre administração porque ele era gestor administrativo se ele não consegue emprego quem dirá eu quando acabar a faculdade de direito, sendo que eu não sei metade das coisas básicas da vida que ele sabe e estou perdido nela. O mercado de trabalho só tende a ficar cada vez mais competitivo ainda mais quando essa pandemia acabar e eu não tenho noção de quase nada.
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2020.10.06 04:59 Mestre_Canosa Os Legados qual escolher? (Petalins - Minikins - Herculins - Metuskins)

Bem fiz um resumo dos novos legados apresentados pelo Pedrok no 1º Boletim da Queda da 2ª Temporada. Lembrando que somente um legado abaixo será escolhido por quem apoiar o projeto para ser adicionado a Opath. Todos os Legados tem características próprias, biomas e melancolias que farão o Opath virar de cabeça para baixo, por isso é importante discutimos o futuro do cenário. Sabendo disso os Legados são:
Petalins - Humanoides com formato de Plantas, tem Habilidade de extrair a energia magica de plantas de forma alquímica, podendo se conectar literalmente com outras plantas.
Minikins - Os Pequenos Humanoides chamados de Minikins, são um povo tribal bárbaro. Seus costumes levam eles a adorarem seus ancestrais. Em suas Habilidades o sangue dos inimigos concede poder temporariamente de acordo com o tipo de criatura que morreu, deixando os mais fortes, rápidos, inteligentes, etc.
Herculins - Besouros Humanoides, são feitos do mesmo material que a Ilha, podendo ter diversos tipos de Herculins metálicos. Tendo asas em seu corpo mas não podendo voar, talvez as asas não suportam o peso da grande carapaça feita de metal. A cultura deles por não serem mamíferos, eles não conseguem entender a relação de cuidado, cuidando do bando.
Metuskins - O Povo Cristal, são bem diferentes um dos outros, desde o formato até a coloração sendo que não tem boca usam telepatia para se comunicar. Opath é toxica para os Metuskins então devido a necessidade de ir para Opath eles precisaram criar trajes para se socializar com as criaturas orgânicas. Antes de Opath seus trajes eram em formatos de rochas pois não necessitavam ter o formato Humanoide.
Particularmente eu curti demais os Metuskins. Por serem as criaturas mais tecnológicas mas presos a um traje pelo ambiente hostil e por terem um melancolia que faz o personagem entender tudo ao pé da letra, podendo fazer grandes confusões em palácios, cortes ou até mesmo na DIPS.
OBS: Esse post pode ocorrer mudanças pois não é definitivo nada que está escrito aqui!
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2020.10.05 16:24 Guiiuggot O festim dos corvos e A dança dos dragões

Precisava fazer um tópico para discutir sobre estes livros.
São os livros que mais sofrem hate dos fãs. Eu fico indignado. São os livros que mais gosto e vou defender até o fim.
Preciso que alguém me ajude a defender cada arco da história.
Mostrar que cada capítulo tem um motivo.
Acabei de reler os livros e eu já gostava deles antes, mas agora eu gosto muito mais. Esses dois livros são muito melhores na releitura, quando você já sabe o que vai acontecer na história e para e observa os detalhes maravilhosas da história. Parece que os fãs só querem coisas chocantes e reviravoltas a todo momento, sem ligar para a construção de mundo e desenvolvimento dos personagens. Foi justamente por isso que a série terminou onde terminou, não acham?
Os capítulos mais injustiçados são: Brienne, Samwell, Aeron, Arys, Tyrion, Daenerys, Quentyn.
Brienne: Um dos mais injustiçados, as pessoas dizem que acham chato, nada acontece, pulam os capítulos, acham irrelevantes, etc. Numa releitura percebemos o quão importantes são os capítulos dela. Ela está inicialmente indo procurar Sansa Stark sem saber onde procurar, mesmo podendo estar em qualquer lugar do mundo inteiro. As chances de encontrar ela são quase nulas. Neste caminho nós podemos ver as consequências da guerra, a vida dos plebeus, conhecer sobre a história de Westeros e casas menores. Conhecemos a ponta da garra rachada, Lagoa da Donzela, Valdocaso... A parte do septão Meribald e da ilha quieta é muito linda e emocionante e um discurso maravilhoso no final. Vemos o Cão de caça. Aparição do Gendry, descobrimos mais sobre a personalidade e vida pessoal de Brienne (o quão ela é boa, justa e inocente), inclusive descobrimos que ela é descendente de Duncan, o Alto. Temos a presença de Senhora Coração de Pedra. E a luta dela contra Rorge e Dentadas maravilhosa e assustadora. Temos também a rápida aparição de Shadrich que depois terá muita importância na história de Sansa no vale no próximo livro. Vemos também o Randyll Tarly, Podrick, Dick Crabb e suas histórias. Muito bom apreciar a natureza e muitas vezes os capítulos que parecem sem importância são repletos de dicas e foreshadowings que posteriormente farão mais sentido. Fico chateado quando alguém fala que não acontece nada nestes capítulos.
Arys: Pode parecer sem sentido nenhum ter um capítulo de um personagem quase sem importância e depois acaba morrendo. Poderia ser um capítulo de Arianne. Mas eu acho que serviu para mostrar a luta interna para manter os votos e também causar mais impacto na futura morte. Não consigo defender muito. Me ajudem a defender. Só sei que adoro qualquer pov novo.
Tyrion: Também amei o arco do Tyrion, esse livro foi ótimo para a história dele, sinceramente. Vemos o lado mais cinzento e até mesmo um pouco vilão de Tyrion. Eu amo Tyrion mais malvadinho. Depois do que a série fez com o personagem, transformaram ele em burro, bobo e sem graça, bonzinho e que se preocupa com o povo. Sério? Um dos personagens que mais mudou na série para mim. A inteligência do Tyrion na série foi se perdendo, a série sempre dizendo que Tyrion é a pessoa mais inteligente e não mostra isso. Nos livros ele continua tão inteligente quanto sempre. As conversas com Illyrio são ótimas, a viagem no rio Roine é maravilhosa, as cidades da antiga civilização roinar. Os homens de pedra e o mistério de porque eles passaram pela ponte duas vezes. As tartarugas são ótimas. A apresentação de Jon Connington, Aegon, Lemore e etc. Depois temos a passagem em Volantis e a viúva do cais. Moqorro, e Penny. Também adorei a parte de Yezzan zo Qaggaz e seus favoritos e Ben Plumm. Ele praticamente selou a futura dança dos dragões.
Daenerys: O arco de Meereen é muito bom nos livros. É muito julgado por ser intediante e por nomes difíceis. Eu digo que os fãs são muito racistas e eurocêntricos em relação aos enredos de Essos. Os nomes ghiscaris são geralmente chamados de Hazoo. Sério mesmo? Diminuir uma cultura inteira a nada? Queriam que os nomes fossem iguais aos westerosis? O arco de Meereen inteiro é muito bem construído e desenvolvido. Eu mesmo já falei que AMO os nomes ghiscaris. É luta de Daenerys para manter a paz e a própria luta interna entre o lado Mhysa e Fogo e sangue. Reclamaram de muitos personagens, mas não vejo ninguém reclamar de muitos personagens em Westeros. As pirâmides são lindas. Mostra os reflexos da abolição da escravidão. Mostram várias companhias mercenárias e como funciona uma guerra. Mostra como realmente é governar uma cidade. Como lidar com terrorismo e doenças. Dragões causando problemas. Casar com uma pessoa que você não gosta. E lembrar que ela é apenas uma adolescente e também tem desejos e por isso temos o Daario para nos mostrar isso. É desenvolvimento de personagem. Temos o capítulo da arena e o último capítulo dela que são maravilhosos. O capítulo do Xaro Xhoan Daxos é um dos meus favoritos, onde ele joga a realidade na cara dela e eu amo o jeito como Xaro tenta persuadir. Uma de minhas personagens favoritas de Meereen que é Galazza Galare (Graça Verde). O mistério de quem envenenou os gafanhotos. As aparições de Quaithe, Skahaz mo Kandaq e suas ambições e mostrar que temos várias famílias em Meereen e que elas tem história e uma pode odiar outra, não são todas iguais. Vemos as crianças nobres. As diferenças culturais. Tramas políticas são ótimas não só em Westeros. Melhora muito quando você já conhece os personagens e não confunde mais o Reznak mo Reznak e o Skahaz mo Kandaq.
Quentyn: Uma história tão legal que acaba em tragédia. O pessoal diz que é uma história sem importância. Mas eu tenho certeza que a morte dele terá muitas consequências futuramente. Serve para mostrar que nem sempre as aventuras dão certo. Enfim, tem um texto falando sobre o arco de Quentyn. Eu acho um personagem muito necessário.
Aeron: Nos mostra mais sobre a religião do Deus afogado, política das ilhas de ferro e basicamente nos mostrar Euron. Além de ser dono de um dos melhores capítulos dos livros: The Forsaken. Eu adoro este personagem.
Alguém está disposto a defender os capítulos de Samwell?
Estava pensando em reler todos os livros novamente desde o primeiro livro e comentar um por um aqui no subreddit. Já vi que isso acontece nos outros fóruns de fora. Será que teria engajamento? Ou ninguém participaria? O objetivo seria tomar o nosso tempo até chegar Os ventos do inverno, manter a mente afiada para o próximo livro e apreciar cada capítulo por mais chatos que possam parecer. Se não quiserem não tem problema. Só dando ideias.
Edit: Além de que é nestes livros que a escrita de George RR Martin está muito melhor. Com o passar do tempo acho que a escrita dele se desenvolveu muito (opinião).
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2020.10.04 09:00 dioxidodeodio Insegurança no relacionamento

Boa madrugada a todos. Bom vamos lá, primeiro quero dizer que estou meio inseguro e sentimentos correlacionados por um motivo besta e me sinto mal por isso. Estou namorando uma guria incrível, inteligente, forte, sagaz, astuta, motorizada, independente, firme, tem qualidades físicas também. Ela tá no 8 semestre de arquitetura, mora sozinha, trabalha, dirige, faz todos os trabalhos e simplesmente é a melhor aluna do curso, basicamente ela é muita areia para meu caminhão. Enquanto ela é um deserto do Saara, eu tô para uma pampa, porque sou mais velho que ela, feio, burro, desempregado, sem 1 puto no bolso e sem superior, fico pensando porque uma guria dessas se apaixona um bosta como eu? Sei lá, tenho qualidades, mas tô tão perdido nesse mundo, que parece um surdo no bingo, não sei o que fazer, qual carreira seguir, onde trabalhar, nada. Então me pego pensando em situações onde irei atrapalhar a vida dela e como isso pode acarretar num momento de término e/ou ela me traindo, sei lá. Não obstante em ser inseguro, sou paranoico. Só queria 1 trampo para sair com minha morena, tomar um sorvete, mas tá foda. Agradeço quem parou e leu esse desabafo bosta, tanta gente sofrendo por algo importante e eu chorando de barriga cheia, me desculpe Obs: para quem não souber, pampa é uma caminhonete pequena, dos anos 80 (eu acho). E quando converso com ela, por vezes ela reclama da quantidade de trabalhos, provas, aulas chatas e falta de tempo, tenho vergonha de falar sobre minha situação, meus problemas são bem ínfimos ao que ela passa, então tudo para meu lado tá bem, sempre sorrindo e feliz, me deixa pior
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2020.10.03 04:24 perfiljogafora DECEPCIONADO E ENOJADO

Eu tinha um amigo, um senhor, que conheci quando vim morar na cidade onde vivo hoje. Ele me ajudou muito em minha adaptação à nova cidade, me ensinou muitas coisas da profissão dele e também da cultura local. Eu o ajudo a mexer nas coisas da internet como redes sociais, configuração e atualização do smartphone, trâmites da aposentadoria dele (pelo sistema online do INSS), segunda via de contas de água e de luz, entre outras milhões de coisas que hoje são feitas principalmente pela internet. Ele sempre me elogiou por ser um jovem que respeita os mais velhos e que batalha pelas coisas, por ser independente, diferente dos jovens que, segundo ele, são uma geração perdida. Apesar desse senhor ser um pouco racista, misógino e OOO-fóbico (insira qualquer tipo que possa existir), eu o via como alguém de bom coração que foi criado em uma época diferente, em uma realidade diferente e com pouca educação e por isso apresentava esse tipo de pensamento. Sempre que eu podia, tentava conversar para que fosse mais tolerante com as "modernidades". Depois de ficar viciado no Tik Tok e em vídeo chamadas, ele passou a usar isso em todo lugar com um volume muito alto, incomodando as pessoas em volta. Detalhe: ele fala muito alto também. Decidi ajudá-lo a comprar um fone de ouvido para que pelo menos o barulho do aparelho ficasse menos incômodo. Ele gostou muito, apesar de falar ainda mais alto por conta do bendito fone. Até aí ok. O que me deixou DECEPCIONADO E COM NOJO foi o seguinte. Ontem, eu ouvi por acidente (e sem ele perceber) uma das ligações desse senhor com um amigo da cidade natal dele. Ele achava que estava cochichando, quando na verdade o cochicho com fone de ouvido é o equivalente a sua voz normal. Percebi que ele me elogiava muito, fiquei lisonjeado e continuei escutando. Os elogios ficaram mais estranhos até que ele falou - Vou tentar levar o moleque aí em para você comer o cu dele. Ele é magrinho, branquinho, educadinho e inteligente. Você vai adorar. Ele é carne exótica, do jeito que você gosta. Fiquei sem reação, DECEPCIONADO E COM ASCO do que ele falou. Na verdade senti várias coisas. Fiquei confuso, com ódio, com um pouco de medo. Afinal, esse amigo com quem ele conversava é um desses senhores que caçam e têm armas e tal. Realmente ele já havia me dito que eu precisa qualquer dia desses conhecer a cidade natal dele, que eu deveria conhecer mais o Brasil e que ele podia me levar quando fosse pra lá. Eu nunca vi maldade em nada, pois ele é conhecido pelas pessoas aqui como um cara super gente boa. Há um tempo atrás ele até me prometeu arranjar um emprego pra mim, para me ajudar. Não sei se ele assumiu na cabeça dele que eu sou gay (o que não é verdade) por ter ideias mais progressistas. E mesmo que eu fosse, ele tava combinando um estupro com o amigo dele? Os elogios, do meio pro fim, ficaram muito estranhos. Eu sinceramente não sei mais o que pensar. Também não sei se ele sabe que eu escutei. Só sei que não consegui mais olhar para a cara do sujeito. Tenho nojo real, de embrulhar o estômago quando o vejo. Nossos conhecidos já perceberam que tem algo errado e ficam me perguntando o que aconteceu e eu simplesmente não consigo dizer porque nem eu entendi ainda o que tá acontecendo. Não sabia onde falar e resolvi postar aqui. Desculpa pelo tamanho do desabafo.
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2020.10.02 16:31 -Galactic_Cat- Não leia um livro em publico!

Serio man, toma no cu...meu patrao espera q eu seja o google e um cartomante pqp "ah, mas como pode um menino inteligente, q le n lembrar quanto de fermento eu pedi". Sim, eu li sobre o seu fermento no eclesiastes seu fdp.
Enfim, n fiquei superestimando quem lê, n somos mais humanos q ninguem
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2020.10.02 05:50 marciliwu O humor mainstream brasileiro é muito fraco.

Estava olhando essa comunidade maravilhosa, me deparei com um post mostrando o trailer do segundo Borat, de Sacha Baron Cohen... Aí me lembrei o quanto amo esse cara!! Como o humor dele é simplesmente genial! E a sorte que eu tenho por ter tido acesso a esse tipo de humor novinho ( por mais que seja obsceno kkkk ) Todo mundo gosta desse cara, ele não se importa com mídia, constrói seus personagens e fala altos absurdos encarnando essa galera, mesmo assim consegue ser engraçado e inteligente sem desrespeitar ninguém, acho que isso acontece porque o Sacha não é o tipo de pessoa que fala merda só pra chamar atenção, pelo contrário, a maioria das declarações dele como ele mesmo são sempre muito produtivas e pé no chão. Você nunca vai ver ele falando loucura nonsense em rede social ou sendo ofensivo diretamente a algum grupo social para tirar uma piada, ou simplesmente chamar atenção, se ele faz isso sempre é por meio de seus personagens e sempre com críticas sociais inteligentes embutidas... colocarei o link de dois vídeos para tirarem suas conclusões.
https://youtu.be/_FE7V_8CgmQ
https://youtu.be/nPnKxx8KXQw
Citei o exemplo do Sacha só para dar um panorama.
Agora quando se trata do humor mainstream contemporâneo por aqui, eu só consigo ver graça no Afonso Padilha e no Whindersson Nunes ( meu conterrâneo ) ( talvez tenha mais alguém só não vou lembrar ) Por mais que esses caras abordem temáticas bem pastelão, dou muito crédito pros caras por sempre saberem inovar em cima do mesmo assunto e serem engraçados sem desrespeitar ou ofender ninguém.
No entanto, quando olho as outras opções ou me deparo com pastelões exagerados e às vezes repetitivos e sem graça, ou me deparo com piadas extremamente apelativas e ofensivas ( que pra mim também são pastelões sem graça ), eu tentei assistir aquele Léo Lins na Netflix mas não aguentei 10 min, o cara simplesmente não sabe ser engraçado sem que tenha que ofender algum grupo social diretamente, e ainda intitula o bglh de a arte do insulto...
Aí fica fácil ser comediante, é só juntar um monte de comunidade, encontrar um "defeito" em cada uma, fazer um script para que a piada pareça criativa, e aí você tira risadas só porque as pessoas tendem a rir com polêmicas que pareçam bem exploradas, acho que porque são meio que presentes no nosso cotidiano e consequentemente no inconsciente coletivo.
Fora que as opções menos ofensivas ( que ainda apelam pra esse tipo de coisa ) são muuuuito sem graça, Danilo Gentili é um exemplo, o cara não fica um segundo sem mencionar o fato de que aquele narrador do programa dele que eu esqueci o nome é gordo, aí quando faz uma piada sem ofender alguém soa muito infantil e sem graça.
Precisamos de um humor mais produtivo!! Acho que essa história de "humor não tem limite" não leva nada pra frente, humor também faz parte da sociedade, porque não fazer do humor uma coisa produtiva e criativa e parar de apelar para as mesmas caricaturas sem graça e ofensivas, acho uma ótima ideia.
Sacha é um cara que fez um personagem gay, um ditador, um rapper burro, um jornalista do Cazaquistão que falava coisas como "Sério que por aqui para papapa com uma mulher tem que ter permissão?" E mesmo assim consegue tirar risada do público sem ofender ninguém, o cara só apresenta o absurdo e a galera dá risada, sem precisar apelar para simplesmente nada além da própria realidade.
E ainda consegue ser extremamente engraçado como pessoa só por ter uma noção muito boa de timing cômico e saber contar histórias como ninguém.
Precisamos de um Sacha!! Nosso humor é que nem nosso país, de terceiro mundo ( pelo menos o mainstream 🤷‍♂️ )
Queria saber o que acham sobre o tema. Também peço sugestões de humoristas bons que saibam produzir humor inteligente sem ofender ninguém, desde já obrigadow!! Enoes.
( Não citei que amo o humor antigo daqui, dava de pau na galera lá fora... Os trapalhões, Tiririca, Chico Anísio, Hermes e Renato, Casseta e planeta ai são tantos, esses caras sabiam fazer humor, até hoje racho o bico assistindo, enquanto na gringa ( nesse tempo ) eles estavam lidando com a fase do humor ofensivo, veja Chevy Chase por exemplo, o cara apelava demais!! Não é à toa que no fim de carreira ganhou o papel de um personagem racista numa série e acabou brigando com o diretor e saindo da produção por não gostar do personagem ( que foi feito baseado nele na vida real ) enfim, fica a indagação: a que ponto chegamos meu povo. por sinal, quem gosta desse tipo de humor, assistam essa série, Community o nome ( tem na Netflix ). Humor inteligentíssimo, é o tipo de série que assisto com minha irmã de 6 anos, minha mãe de 45 e mesmo assim todo mundo dá risada.
Acho que quando o pânico chegou mostrando que dava pra ter audiência com humor ofensivo e que objetificava a mulher foi que estragou o humor por aqui, agora estamos nessa escassez de humor criativo ( pelo menos na Tv )
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2020.10.01 06:49 UmJovemAleatorio não sei o que fazer da vida

Tenho 20 anos terminei o ensino medio em 2018 e desde de lá não estou fazendo nada, apenas jogando um jogo chamado LoL (jogo desde 2013)
Nesses ultimos 2 anos sinto que só estou vivendo, não saio da minha bolha fico no meu quarto praticamente o dia todo(praticamente não, nem saio.), pra minha familia eu estou bem mas no fundo tem aquele vazio
Nunca tive uma renda fixa jogando mas recentemente estou ganhando mas n me sinto tão bem (não sei se é a palavra certa), eu não recebo mal, consigo fazer entre 2800/3500 reais por mês mas mesmo assim depois de receber por 2 meses sinto um vazio, as coisas são passageiras e os objetos tem o seu "valor" mas nada disso importa
Não me considero uma pessoa inteligente e também não sou sociável, sempre me sinto sem assunto pra conversar se estou num grupo de pessoas, tenho dois amigos da mesma idade e vejo que eles são bem mais "desenvolvidos" que eu
As vezes penso que a vida é uma merda não consigo achar uma perspectiva de futuro pra mim...
Hoje fiquei deitado o dia todo, vim pro computador a algumas horas, enfim não sei mais o que escrever e obg pra quem leu até aqui
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2020.09.30 21:06 pla-to Escritor a beira do colapso

Olá, Brasil
hoje venho lhes apresentar meu dilema. Gostaria de saber se os senhores podem me auxiliar, pedindo desculpas antes mesmo de começar a me explicar, tendo em vista o tamanho do post que abaixo segue. Para quem possuir a paciência e a resignação de ler até o final, só me faz possível agradecer e lhe estender um virtual e fraternal abraço.
tl;dr>! sou bipolar e gosto de escrever, não tenho um puto no bolso pq anos de estudos de filosofia e literatura me tornaram incapaz de conviver de maneira adequada nessa sociedade doente, peço que avaliem meu trabalho para que eu saiba se há futuro para mim na escrita e, também, que me ajudem com conselhos profissionais, doações ou de qualquer outra forma para que eu possa sair da cidade em que resido e busque um lar em São Paulo.!<
Vamos lá:
Me chamo Dillon Hagar (meu pseudônimo literário) e tenho ~30 anos. Sou formado em direito e administração com pós em direito penal e processual penal, não que isso me seja muito relevante sobre quem sou, acredito estar mais relacionado com minha história.
Venho de uma família brasileira típica: meu pai e minha mãe são pessoas honestas que sempre trabalharam (muito) para buscar oferecer o melhor para meu irmão e eu. Apesar da extrema formalidade que compele o viver dos dois, sei por fato e história o quanto eles nos amam. Meu pai sempre foi um cara absurdamente estourado e - até recentemente - acreditei que isso era apenas seu jeito de ser, afinal o cara já engoliu alguns sapos da vida (principalmente de sua falecida mãe).
Talvez pelo fato de ser tão estourado, permiti por muito tempo que minhas escolhas fossem feitas por mim, afrontar seus nervosismos só me gerava ainda mais ansiedade. Sempre me foi difícil o necessário pisar em ovos com ele, já que somos pessoas absolutamente distintas. Seu ideal de justiça é através da imposição da violência enquanto sou apenas um advogado que valoriza o debate, defende as garantias e direitos individuais e conhece um pouco das mazelas do nosso maravilhoso Brasil.
Fiz uma faculdade (duas, se prezar pela especificidade) que me habilitaram em uma profissão que não tinha e nem tenho a menor intenção de exercer. Sou advogado inscrito na OAB/SP, porém tudo que gostaria de fazer é rasgar minha carteira e escrever... Mas tudo bem, quem não é advogado hoje, não é mesmo?! Está ai a primeira vaidade formal que meus pais têm sobre mim que não faço questão.
Tenho um irmão mais velho (programador) que, com muito trabalho e talento, conquistou seu lugar ao sol nesse caótico mundo e foi morar em outro país, longe do julgamento dos velhos.
Para o caçula, restou apenas buscar se adequar a sociedade de uma cidade do interior paulista (~180k habitantes, ~450km da capital) e tentar ganhar algum dinheiro, porém, como fazemos isso quando não há oportunidades e se é um desarticulado?
Aos melhores empregos, não possuo a experiência. Para os demais, sou mais qualificado do que deveria. Sou um monstro em pele de homem, vagando por uma cidade que não parece ter o interesse de recepcionar o diferente.
Veja bem, estimado leitor. Sei o que sou e, acredito que aqui, seja o momento ideal para dizer o bestial ser que lhes redige este biográfico texto. Minha sinceridade é inata, não posso me mostrar por menos, não me sentiria bem comigo mesmo se não soubessem quem realmente é aquele que lhes pede algo.
Há alguns anos - graças a uma maravilhosa ex-namorada psicóloga - contrariado pelos meus pais que sempre viram saúde mental como tabu, decidi buscar ajuda profissional para tratar o vazio existencial que existe/ia dentro de meu peito. Após 6~8 anos de terapia e pelo menos outros 6 de clínica psiquiátrica, me deparei com o diagnóstico de um distúrbio de personalidade, "Transtorno de bipolaridade tipo 2", dizem os médicos. Como gosto de informalidades, prefiro chamar apenas de "meus demônios".
"Meus demônios" por muito tempo foram seres antagônicos dentro de mim, me aterrorizavam madrugadas a dentro, cochichando terríveis segredos em meus ouvidos. "Nunca serás o suficiente", "aqueles que dizem te amar riem de ti", "se tens medo de monstros olhe bem para dentro de si: tu és o monstro de quem teme". Nada legal, não?!
Medicação e terapia me tornaram inteiros, ao menos o suficiente para que tomasse as forças necessárias para meu "salto de fé", me fazendo no começo do ano finalmente deixar o ninho e buscar continuar somente com a força de minhas próprias pernas. A felicidade e a esperança, como bem sabem do ano de 2020, talvez tenham sido mal colocadas.
Surpreendentemente, mesmo com as coisas nesse plano de existência estarem indo em vertiginoso declínio, me encontro de certa forma bem e feliz comigo mesmo. "Meus demônios" agora são seres integrados em minha convivência e, com a força do estudo da filosofia (valeu Platão, estoicos, Nietzsche e demais) e outros literatos, descobri que não deveria mais temer minha patologia. Aprendi que ela sou eu e eu sou ela, essa "bipolaridade" que me faz navegar tão rapidamente entre humores é tão somente parte de quem sou. Se antes terapia e remédios eram minha cura, hoje digo com propriedade que aprendi ser minha própria mirtazapina. Se antes chorar de manhã e sorrir de tarde eram um problema, hoje aprecio o fato de lacrimejar enquanto escuto Avril Lavigne (que mulher!), mais tarde me abraçar ao som de Dream Theater e me odiar durante as madrugadas com Witchcraft ou Void King. Música, filmes e livros: ai está minha eterna companhia.
Pois bem, caríssimos estranhos. Sou o que sou e não lhes nego! Talvez esse seja o maior trunfo do anonimato: a possibilidade de ser quem quiser ser sem o prejuízo de julgamentos. Espero que minha sinceridade não lhes seja ofensiva ao decoro, para os que até aqui chegarem agradeço de coração sua insistência.
Ok, ok, divago! Vamos voltar ao ponto central e motivo desse texto: Não tenho amigos e não tenho emprego. O primeiro se deve ao fato de que sou quem sou: aprendi a duras verdades que em uma cidade deste tamanho existem mais pessoas dispostas a lhe julgar do que entender. Geralmente fogem quando confesso ser bipolar ou quando descobrem que não tenho medo de estar em contato com meus sentimentos. Que coisa não?! Em pensar que o que todos buscavam era verdadeira conexão e honestidade nas relações. Mas tudo bem, quem lhes redige sabe que sua intensidade pode ser exigente demais da disponibilidade dos outros, procuro não julgar os que me negam.
Já para falta de emprego talvez seja uma consequência lógica do primeiro: Em entrevistas de emprego costumo ser brutalmente honesto com meu empregador (afinal não é o que pedem?), ainda há pouco me perguntaram qual o meu salário ideal, quando respondi minha quantia, balançaram a cabeça em sinal negativo e disseram que era incompatível. Quem sabe não tenha sido o mais inteligente de minha parte dizer que "talvez o senhor não devesse fazer perguntas que não lhe agradam a resposta, achei que me perguntavas o que eu queria, não que buscasse adivinhações". Sim, sou este tipo de ser. Novamente perdão se lhes ofendo, reafirmo não ser minha intenção. Convido-lhes para uma reflexão, amado desconhecido: poderia eu, sendo quem sou, responder diferentemente?
Pois bem, venho fazendo o que todo jovem advogado têm feito: ofereço serviços jurídicos a preços módicos (que costumeiramente adapto aos meus clientes como forma de lhes ajudar). Sou criminalista mas somente atendo um seleto tipo de criminosos: àqueles a quem se não oferecido um serviço jurídico, muito provavelmente seriam engolidos pela máquina punitiva do Estado e integrados ainda mais a criminalidade. Não advogo para partidos criminosos e muito menos para criminosos de carreira, minha intenção é ajudar e não livrar-lhes de culpa. Talvez percebam aqui os motivos de porque não me restar dinheiro...
A fim de dedicar ainda mais honestidade à este texto, digo-lhes que tenho sim uma amiga. Uma sócia-comparsa, somos advogados e trabalhamos juntos coletando moedas enquanto tentamos ajudar, um pássaro de asa quebrada por vez.
Novamente divago, perdão. Ao ponto então: bem, como já devem tê-lo percebido, meu negócio é a escrita. Amo escrever, estudo latim por hobby, leio dostoievisk por esporte. Escrevo poemas, poesias, cartas, o que quiser. Dedico aos meus amigos e conhecidos aquilo que posso oferecer: no meu caso é o que coletei em meus 30 anos de existência. Você tem um problema amoroso? Ótimo! Sou teu brother e lhe farei uma carta ou um poema para que sares o coração, ó jovem apaixonado! Lhe incomoda a ansiedade saber que em breve terá que defender seu TCC? Maneiro, meu parceiro! Dedicarei à ti minha próxima carta sobre como deve se lembrar que em outra época, também já se apavoraste com o vestibular mas, ainda assim sobreviveste. Aproveito para lhes endereçar esta pergunta: Como se sentiriam se alguém lhes dedicasse uma carta sobre um problema que você confessou ter? Enfim, acho que pegaram o fio da meada.
Atendendo ao meu cósmico chamado, neste mês de setembro (setembro amarelo, lembro), silenciei meus demônios e passei a publicar alguns de meus textos, cartas e poemas em meu facebook particular. Alguns receberam mais likes que outros, alguns nenhum. Devo dizer que me dói saber que minha escrita às vezes não é apreciada.
Ao verem uma suculenta oportunidade, meus "dêmos" foram atiçados e voltaram a sussurrar. A minha vantagem é que neste momento, estando um bocado mais forte que antes, pensei que talvez não devesse eu ceder a régua que me mede à mão de pessoas que porventura não são verdadeiramente amigas. Improvável mas possível...
Sem dinheiro, sem perspectiva e sem companheiros, resto sozinho vivendo em um apartamento quase de favor com um conhecido. Gostaria de me mudar para São Paulo e conhecer todas aquelas pessoas estimulantes que pertencem àquele maravilhoso lugar, porém, como, se não disponho de condições nem para minha terapia e psiquiatra? Às vezes sinto que minto para as duas quando digo que estou bem, em ordem de fazer diminuir o número de sessões e medicamentos que preciso despender. Mando meu amor para as duas: não fosse por elas e os descontos absurdos que me proporcionam (na terapia, pago menos da metade; na psiquiatra, 1/3), talvez eu não estivesse me sentindo tão radiante. Não é lindo quando profissionais se despem de sua autoridade e tocam outro humano apenas como um humano?
Pois bem, venho até este maravilhoso sitio eletrônico e lhes peço: sejam meus juízes! Convido-lhes ao meu julgamento e de meu trabalho. Serei eu um bom escritor? Existe um ofício por trás destra escrita? Poderia eu tudo abandonar e - quem sabe finalmente - me encontrar alinhado e instrumentalizado pelo senhor universo através da bela e indescritível energia cósmica enquanto escrevo? Acredito que o tempo e os senhores podem me dizer...
Encaminho o link de meu tumblr (tumblr pra escritor br, ok, isso é ainda de se analisar), nele encontrarão algumas de minhas escritas publicadas nesse mês de setembro. Caso a paciência e a boa vontade acompanhem os senhores e senhoras, peço gentilmente que leiam, avaliem e sentenciem neste post o que considerarem pertinente. Caso estejam cansados de minha presença e queiram buscar apenas o poema mais lido, acredito que tenha sido este.
Para aqueles que realmente creem no valor de meu trabalho, também anexo um link para doação em paypal, onde aceito qualquer valor que puderem me ceder. Por ora, fica desabilitado a possibilidade de subscreverem em assinatura as doações, antes avaliarei se há futuro para mim nesse negócio de escrita.
E para você, que precisa de alguém que lhe escreva uma carta, um poema, uma poesia, ou que tenha, sabia ou queira um empregado escritoredatofaz tudo, sabia que recebo pedidos por email ( DillonHagarF ARROBA gmail PONTO com ) ou até mesmo através desse post ou direct.
Há aqueles que me chamarão de tolo por acreditar na bondade de estranhos na internet, devo lhes dizer que não me importo. Somente atendo minha própria natureza assim como acredito que cada um deve atender a própria. Estejam todos abençoados e em paz: aos que me ajudarem, mais, aos que me ignorarem, em igual proporção.
Por fim, agradeço todos que chegaram até aqui. Vocês são seres maravilhosos e o dom de sua curiosidade proporcionou a um desconhecido na internet um momento de felicidade. Um profundo e sincero obrigado! Sintam-se amados até mesmo por quem lhes desconhece!
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2020.09.29 16:04 Vedovati_Pisos As principais doenças que atacam os cavalos e como evitá-las!

As principais doenças que atacam os cavalos são: cólica equina, influenza equina, encefalite equina, anemia infecciosa, dictiocaulose, gurma, enjoo de movimento, cornage, epistaxe, diarréia e parasitas.
Algumas doenças de equinos causam preocupações nos criadores e é de extrema importância que eles tentem evitá-las ao máximo. Porém, caso alguma doença seja detectada, um programa efetivo de sanidade deve ser posto em ação juntamente com o médico veterinário de confiança.
Equinos adquirem ao longo de suas vidas uma série de enfermidades e disfunções provenientes de vírus e bactérias diversas. Entretanto, algumas dessas doenças podem ser evitadas se métodos preventivos forem tomados no tempo correto.
Também nunca é de mais dizer que em qualquer situação fora do normal o veterinário deve ser chamado, mesmo que não pareça ser necessário. É muito importante que o proprietário do animal, já nos primeiros sinais, submeta-o ao atendimento especializado
Abordaremos algumas medidas de prevenção e as principais doenças que atacam os cavalos.
Como prevenir doenças em cavalos
Por exemplo, amamentar os cavalos recém-nascidos com a maior quantidade de colostro possível, durante as 36 primeiras horas de vida, aumenta sua imunidade passiva. Assim como o uso de vacinas mostra-se uma forma eficiente para evitar doenças provindas de bactérias ou vírus comuns.
A higienização das instalações onde os animais vivem também proporciona maior bem-estar aos cavalos sendo, portanto, importante desinfetá-las frequentemente. Dessa forma, é preciso limpar e desinfetar o local, pelo menos duas vezes por semana, sobretudo durante surtos de doenças.
Combater periodicamente carrapatos, moscas, mosquitos e demais ectoparasitas, fazendo pulverização com inseticidas, e realizar periodicamente exames de fezes, a fim de verificar a presença de endoparasitos, por exemplo, são outros métodos eficientes para combater doenças.
Doenças essas que podem causar desde um simples desconforto ao animal ou até mesmo o seu sacrifício.
Fazer a manutenção correta da baia do seu cavalo é a maneira mais eficaz e inteligente de reduzir seus custos e manter a boa saúde do animal.
Muito além de simples lavagem e troca de materiais, os cuidados com os detalhes na baia/cocheira podem prevenir inúmeras doenças, ampliam o bem-estar e conforto do cavalo e podem significar mais momentos de interação e afinidade com seu companheiro equino.
As principais doenças que acometem os equinos
Doenças de casco
Os cascos são a parte mais desgastada dos cavalos em qualquer atividade, por isso merecem cuidados especiais, a falta de manutenção adequada pode acarretar em doenças prejudiciais à saúde e ao desempenho do animal.
Preparamos um artigo sobre o assunto com 6 maneiras de prevenir doenças de casco em equinos. Veja aqui!
Cólica equina
Proveniente de doenças no aparelho digestivo ou outros órgãos, as cólicas são classificadas como verdadeira ou falsa de acordo com seus sintomas. As verdadeiras causam dores na região intestinal e estomacal, resultando em uma defecação anormal, enquanto a falsa atinge principalmente o peritônio baço, rins e outros órgãos internos.
Pode ser tratado com a aplicação intravenosa de um frasco inteiro de Sedecol e mais 10 ml de Banamine durante 10 dias.
Influenza equina
Transmitida por um vírus, a doença ocorre devido ao contato de animais sadios com animais enfermos. Similar à gripe humana, a Influenza equina pode ser chamada também de tosse ou gripe cavalar, sendo comum em ambientes com a presença de vários animais;
Caso seja detectado ainda no início apenas com uma dosagem de 25ml do Borgal, pode ser tratado.
Encefalite equina
Popularmente chamada de falsa raiva ou doença de Aujesky, a encefalite é causada por vírus que atacam o sistema nervoso central do animal, causando-lhe perturbações e sintomas graves, como visão comprometida e perda de peso;
Anemia infecciosa
Também causada por vírus, essa doença recebe o nome ainda de febre dos pântanos e é capaz de atingir cavalos de todas as idades, causando febre alta, abatimento e debilidade das patas, sendo transmitida via mosquitos, mutucas e varejeiras. Uma maneira de prevenir a anemia é com a aplicação do Phenodral.
Doenças pulmonares
Você sabia que os problemas respiratórios em equinos já são um dos maiores motivos de atendimentos veterinários?
Em grande parte, isso se deve aos erros de manejo das instalações, além da predisposição dos próprios animais em contrariem estas doenças, muitas vezes crônicas.
As doenças pulmonares são também responsáveis pelo afastamento de grande parte dos cavalos atletas de suas atividades.
Neste outro artigo nós contamos como você pode proteger os cavalos das doenças respiratórias.
Gurma
É uma infecção bacteriana altamente contagiosa, provocada pela Streptococcus cusequi.
Os principais sintomas são as temperaturas altas e pus nas narinas. O cavalo terá um ar descorado e sem apetite. Desenvolve abcessos na região da mandíbula e do pescoço.
Há que isolar o animal dos outros e chamar, imediatamente, o veterinário.
Enjoo de movimento
É provocado pelas viagens longas e os sintomas são semelhantes aos da gripe: febre alta, palidez, pouco apetite e aumento do ritmo respiratório.
Poderá ser agravado por pneumonia ou pleurisia. Se o cavalo ficar descolorado após uma viagem longa e tiver febre, há que chamar o veterinário sem mais demoras. O cavalo deve manter-se quente e em repouso total.
Cornage
O facto de um cavalo fazer barulho ao inspirar pode reflectir uma obstrução parcial da laringe, comprometer a performance e provocar cansaço e falta de ar prematuros ao cavalo.
O assobio é um som agudo e o ronco mais grave. Ambos podem ser provocados pela paralisia de uma corda vocal.
Alguns cavalos fora de forma fazem este som, que desaparece conforme vão ficando mais em forma.
Epistaxe
É uma perda de sangue pelo nariz. A hemorragia, associada ao exercício, não e comum, podendo ser resultado de um problema grave nas vias respiratórias aéreas superiores da cabeça, em especial, ou de um crescimento anormal (hematoma etmóide) ou, ainda, uma infecção fungicida (micose da bolsa gutural).
Uma hemorragia nasal após o exercício é comum e pode ter origem nos pulmões, após o galope. O sangue costuma ser engolido e não aparece nas narinas.
Este tipo de hemorragias não é um problema, mo entanto, uma hemorragia dos pulmões que seja forte pode comprometer a performance e poderá reflectir outras doenças pulmonares.
Se depois do exercício aparecer sangue nas narinas do cavalo, por mais de uma vez, é muito importante chamar o veterinário.
Diarreia
Pode ser causada por alteração súbita da alimentação, ansiedade, parasitas ou uma infecção bacteriana (salmonelose).
Esta infecção é transmissível a outros animais e pessoas, pelo que o animal infectado deve permanecer isolado e quem tratar deste deve lavar as mãos no fim.
Parasitas
Os parasitas são ingeridos no prado. As larvas maturam na parede do intestino e as adultas põem ovos que passam para as fezes.
Um grau alto de infecção pode matar o animal.
Fique atento!
É preciso ficar atento a qualquer mudança no comportamento do animal e na dúvida é recomendado acionar um veterinário para um check-up completo, pois prevenir ainda é o melhor remédio.

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2020.09.29 07:33 demasiadamenteeu Envelheço na cidade

Há algumas semanas foi meu aniversário e a única pessoa, fora da família, que se lembrou foi uma antiga amiga. Não sei se apenas amiga, pois não sei se é correto chamar assim a única mulher que amei. Mas é o que sempre, e apenas, fomos: amigos. Não esperava pela mensagem. Já tentei me afastar dela várias vezes, e da última achei que fosse definitivo. Ela nunca se interessou por mim de outro modo para além da amizade, então a única forma que consegui encontrar para respeitá-la foi com silêncio e distância. E ela me enviar um e-mail, com alguns bons e belos parágrafos, me parabenizando pelo dia de fazer anos, não me ajudou em nada. Respondi uns dois dias depois, fui seco e frio. Uma semana após isso acabei sonhando com ela e tendo uma fraqueza imensa pelo passado. Acabei enviando-a outro e-mail, pedindo como ela estava, tentando retomar alguma forma de contato. Ela respondeu com entusiasmo, trocamos alguns e-mails e ficou por isso. Me sinto absolutamente fraco e patético. Deveria ter persistido no silêncio, já que palavras, com ela, nunca me levaram a lugar algum senão à frustração. Não sei como ou por quê, continuo a amando. Já está muito para além de um amor simplesmente físico ou costumeiro. Apenas reside em mim uma ideia clara de que não serei capaz de amar outra mulher. Até hoje foi a única com quem pude ser sincero, a única que é mais inteligente do que eu, a única que, de alguma maneira, demonstrou amor, carinho e preocupação comigo. Em momento difíceis, como agora, eu só gostaria de estar com ela, e tenho a sensação de que tudo ficaria bem. Ela foi sempre tudo que quis ao lado. Tudo na vida seria mais fácil, teria sentido, pois o faria por ela. Por hoje, já não faço mais nada direito. Estou absolutamente desanimado com minhas escolhas profissionais e com minha falta de vontade em ser bem sucedido. Não tenho nenhuma perspectiva de felicidade, ou nada que realmente queira - além da ideia impossível de estar com ela.
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2020.09.28 16:00 Vedovati_Pisos 7 dicas alavancar as vendas da academia em épocas de baixa

O mercado de academias costuma ser conhecido por ser sazonal com duas safras por ano e duas épocas de entressafras. O exato momento do ano que essas safras ocorrem, dependerá muito de qual região do país estamos falando.
Só para citarmos um exemplo, enquanto em cidades como Florianópolis a baixa ocorre em janeiro e fevereiro nesses mesmos meses São Paulo aproveita sua primeira grande safra. As academias paulistas bomba no inicio do ano.
Mas em geral, é importante que os gestores de academias em todo pais tenham em mente que o Brasil possui 2 momentos de pico de visitação. Outros fatores que influenciam
1 – Identifique quais as épocas de alta e baixa em sua academia
O primeiro período de alta consideramos o mais importante. Ele costuma durar entre 3 e 4 meses. O segundo momento de pico é curto com duração média de dois meses. Vale ponderar que em algumas regiões, esse tempo pode durar ate 3 meses e é esse que faz o pior dano na economia da academia.
2 – Compare os resultados e conquiste melhores resultados
As academias devem ser medidas visando o que ocorreu no ano passado e estabelecer as curvas que ocorreram no ano anterior em relação às vendas e saída de clientes.
Através dessa estratégia, os gestores conseguem perceber quais as expectativas dele em relação ao mesmo período do ano anterior ou mesmo se seus esforços estratégicos surtiram efeitos.
3 – Descubra quais as curvas de visitação em sua academia
É primordial que os gestores identifiquem e entendam bem quais são as curvas de visitação. Isso é muito importante porque todas as campanhas que serão criadas e
implantadas, inclusive as sazonais, têm que ser programadas com ate 60 dias de antecedência.
O motivo é preparar o material, realizar parcerias enfim para que as coisas ocorram como realmente devem ocorrer pensando em um planejamento mínimo capaz de eliminar a entressafra no sistema de gestão mais inteligente.
4 – Mude a fachada para chamar a atenção de quem passa
Uma vez identificada quais as épocas de maior baixa em sua academia, você pode aproveitar para realizar uma mudança de fachada, por exemplo, fazendo uma nova pintura.
Uma estratégia simples, mas que poderá chamar a atenção das pessoas, mesmo aquelas que sempre passaram por ali, aumentando suas visitas em 15%.
5 – Mantenha um banco de dados atualizado
Uma situação interessante, que você gestor deve se atentar é que para cada cliente ativo em sua academia outros dez já passaram por ela.
Por essa razão, é importante manter a base de dados bem alimentada.
A cada novo visitante, anote seus dados, principalmente os de contato, para que posteriormente você crie eventos e campanhas para convida-los a usufruir de seus serviços em épocas de baixa procura.
Essa ação é indicada, por exemplo, como uma das estratégias para conquistar clientes que nunca pisaram numa academia.
6 – Conquiste os clientes que já passaram
Recomendamos começar pelas pessoas que deixaram a academia há um ano ou mais, pois quanto antes você coletar seus dados mais precisos e eficientes eles serão para uma futura estratégia de convites. E creia, você ira precisar disso.
Essa pratica deve se tornar parte integrante nas abordagens realizadas por suas recepcionistas. são os dados devido a mudança das pessoas de endereço, telefone etc.
Parte dessas pessoas que você entra em contato podem estar praticando atividades físicas em outro lugar e é legal focar nas que saíram em 1 ano e 2 anos para serem o alvo principal.
Normalmente esse numero é o mesmo do de clientes que você tem durante um ano na academia.
Estatisticamente, se fizer um contato bem feito, com argumentações bem elaboradas e eventos bem elaborados você conseguirá que pelo menos um de cada dez contatos venham para a academia e realizem a matricula.
7 – Convide seus alunos a convidarem seus amigos
Outro tipo de campanha forte e envolvente é fazer com que seus alunos convidem seus amigos para a academia. Porem, no caso de época de baixas, o que deve ser oferecido como incentivo tem que ser mais do que apenas um free pass de 1 a 15 dias.
Junto com os dias livres, pode ser organizado um evento ou encontro, que fale de bem estar ou qualidade de vida. Ofereça também algo concreto, por exemplo, uma avaliação física gratuita e mais 15 dias de academia com acompanhamento especial para definir seus objetivos e torna-los possíveis de alcançar.
O premio nesse caso tem que ser dado para a pessoa que trouxe esse cliente para o evento que seria um cliente vendedor.
A estatística mostra quando isso é muito bem feito você consegue trazer para cada cliente que tem na sua academia pelo menos mais uma venda acontece.
Se somarmos as duas campanhas que atingem públicos diferentes teremos 20% total dessa academia e isso bem feito deveria eliminar a necessidade de você fazer mais coisas embora há diversas possibilidades.
Os melhores pisos para a sua academia estão aqui!
Nossos pisos para academias trazem beleza, resistência, praticidade e economia. É tudo o que você precisa para a sua academia !

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2020.09.27 19:58 Felipemaconheiro Adesanya, deu uma lição de moral para os brasileiros

ele falou várias vezes: o Borrachinha é burro, eu sou inteligente https://youtu.be/94AYHw8tDqo
isso vai de encontro a nossa mentalidade de malandragem, muitas vezes ficamos subjugamos tal pessoa pq ela se veste com roupas baratas, fala errado ou qualquer coisa q é estranha pra nossa realidade, nos cercamos da família, mulher e falsos amigos que ficam levantando nossa bola como se fosse motivação, mas a motivação real lhe dá apenas quem lhe critica, o diminuído tem um motivo bem mais real para dar tudo de si do que o bonzão
foi oq vi na luta, o magricelo das pernas finas foi pra cima concentrado e cortou a cara do bombadão boa pinta com essas mesmas pernas finas (abriu a sobrancelha num chute alto), viu como as coisas são irônicas? Borrachinha tbm é faixa preta de jiu jitsu e tentou humilhar Adesanya por isso, mas quem ficou por cima no chão durante a luta foi o faixa branca zoado na encarada (Adesanya na verdade é faixa roxa)
você não é nada enquanto não conquistar e tem que conquistar o tempo todo pra seguir sendo alguém, sempre se mantendo abaixo de algo para buscar melhora, veja como os maiores líderes são generosos e gostam de ouvir os outros, muitos não entendem quando alguém muito bom admite fragilidades e erros, mas é justamente essa admissão que os torna bons
esse é o meu ponto de vista sobre a luta e tento pensar assim nos esportes em geral, veja o sacrifício, o desafio e o esforço dos atletas históricos, eles tem muita coisa a ensinar e essa porra não é apenas entretenimento vazio, só é se você que está consumindo tb for vazio, estude o comportamento dos melhores atletas e aplique tudo no seu trabalho, família, sua mulher, nos estudos, com certeza se sairá melhor se ouvir os melhores
Borrachinha representa bem a mentalidade dos brasileiros, Adesanya representa a mentalidade dos vencedores
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QUEM É MAIS INTELIGENTE?! FIZEMOS UMA PROVA DE 5ª SÉRIE NA ... QUEM É MAIS INTELIGENTE? *Fizemos uma prova*😱 ‹ Morgana ... Quem é o mais inteligente? L VS KIRA: QUEM É O MAIS INTELIGENTE? - YouTube QUEM É MAIS INTELIGENTE?  Sofia Santino - YouTube 8 Sinais De Que Você É Mais Inteligente Do Que As Pessoas ... [O Pinky e o Cérebro] - Quem é mais inteligente? - YouTube QUEM É MAIS INTELIGENTE? QUEM TEM MAIS SORTE? - YouTube QUEM É o MAIS INTELIGENTE da CASA - YouTube

Como Ficar Mais Inteligente: 7 Passos (com Imagens)

  1. QUEM É MAIS INTELIGENTE?! FIZEMOS UMA PROVA DE 5ª SÉRIE NA ...
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No vídeo de hoje, fizemos um teste para saber quem é o mais inteligente da casa. Quem será que venceu? VOCÊ TAMBÉM VAI GOSTAR DESSES VÍDEOS: *FINGI SAIR ESCO... Veja quem dos 2 personagens é o mais inteligente e o mais estrategista. Galera não se esqueça de visitar o nosso novo canal, tenho certeza que vão curtir: ht... REALIZAÇÃO: PLAY9 Canal do Felipe - https://www.youtube.com/user/felipeneto Canal do Luccas - https://www.youtube.com/user/luccasneto Canal do Bruno - https:... Quem ganhou esse desafio? Fizemos uma prova para descobrir quem é a mais inteligente!! 🔴 Será que um dia chego a 1 MILHÃO DE SEGUIDORES NO INSTAGRAM?🔴 #Dezem... Jogue conosco: https://www.discord.gg/loud Acompanhe a LOUD na Nimo: https://linktr.ee/LOUDnimo Faça barulho conosco: Assista a LOUD ao vivo na https://nim... Está rolando um desafio entre irmãos nas redes, em que os pais decidem quem é o merecedor do prêmio, mas o prêmio é uma 'torta na cara'. - Siga #CéciPortugal... hoje eu trago esse vídeo super divertido que fiz com meu amigo William Maciel, fizemos um perguntas e respostas e rolou muita torta na cara 😂😘 comentem aqui ... [O Pinky e o Cérebro] - Quem é mais inteligente? Quem você acha que é o mais inteligente? O Pinky ou o Cérebro? Descubra neste vídeo qual dos dois ratos de l... O que é ser inteligente? Às vezes, a inteligência significa muito mais que ir bem nas provas ou saber o conteúdo dos livros de história de cor. Ser inteligen...